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Covid-19 em Fortaleza: 3ª onda termina e incidência de casos atinge o menor patamar

A média de casos e óbitos segue caindo nesta semana. Conforme dados preliminares, uma morte foi registrada entre os dias 29 de março e 4 de abril
19:53 | Abr. 06, 2022
Autor Leonardo Maia
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Leonardo Maia Estagiário
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Tipo Notícia

O terceiro ciclo epidêmico da Covid-19 em Fortaleza acabou em março, após consolidação da estabilidade alcançada em fevereiro, de acordo com boletim da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) divulgado nesta quarta-feira, 6. O recrudescimento dos casos começou em meados de 2021, com dominância da variante Ômicron, apresentando uma progressão exponencial nas três primeiras semanas de 2022. “Ao contrário das ondas anteriores, o aumento foi “explosivo”, característico das regiões onde a Ômicron se estabeleceu”, diz o boletim. Em janeiro deste ano, foram confirmados mais de 68 mil casos na Capital.

Com a redução do número de casos, embora a pasta ressalte que a magnitude pode estar relacionada ao retardo da notificação de casos mais recentes, a incidência atingiu o menor patamar desde o início da epidemia na Cidade, em março de 2020. “O cenário atual é de muito baixa transmissão, após o fim da terceira onda epidêmica”, enfatiza o documento. No total, já foram confirmados 10,9 mil óbitos por Covid-19 em Fortaleza, sendo 73% dos óbitos de pessoas com 60 anos ou mais.

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A média móvel de casos e mortes por Covid-19 em Fortaleza caiu novamente nesta semana, conforme os dados apresentados pelo documento. Uma morte aconteceu em decorrência da doença, conforme os dados preliminares, entre os dias 29 de março e esta segunda-feira, 4 — correspondendo a 91% de queda da média móvel em relação ao registrado há duas semanas. Já em relação aos casos, a magnitude de queda considerando o mesmo período foi de 31%.

Neste ano, é possível detectar aglomerados de casos e óbitos de Covid-19 especialmente em regiões de alto IDH, incluindo bairros como Meireles, Aldeota, Joaquim Távora e Cidade 2.000. A secretaria lembra que, nesses casos, as populações têm um maior acesso a testes diagnósticos. Ainda, identifica-se outros aglomerados de menor relevância epidemiológica na região centro-oeste do Município. A região sudeste, na Regional VI, continua sem concentração significativa de óbitos.

Confira números divulgados no boletim

- Média móvel de casos

Últimos sete dias: 8,7
Há duas semanas: 12,6

- Média móvel de mortes

Últimos sete dias: 0,1
Há duas semanas: 1,1

- Número de mortes por mês (2022)

Janeiro: 464
Fevereiro: 239
Março: 54

- Taxa de mortalidade* por regional (desde o início da pandemia)

Regional I: 401,3
Regional II: 476,7
Regional III: 409,1
Regional IV: 478,6
Regional V: 393,0
Regional VI: 327,5

*Taxa de Mortalidade acumulada por bairro = Número total de mortes do bairro/População do bairro x 100.000 habitantes

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