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Segunda dose da vacina Pfizer será antecipada no Brasil, anuncia ministro

Antecipação ocorrerá a partir de setembro e tem objetivo de conter a variante Delta
13:14 | Ago. 14, 2021
Autor Redação O POVO
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A segunda dose da vacinação com a Pfizer contra Covid-19 será antecipada a partir de setembro, informou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. O objetivo é tentar conter o avanço da variante Delta do coronavírus. A antecipação começará em setembro, segundo o ministro, diante da expectativa de que todos os adultos já estejam vacinados com pelo menos uma dose.

A informação foi divulgada por Queiroga na manhã deste sábado, 14 de agosto, no lançamento do programa-piloto de testagem em massa, em Brasília.

O intervalo estimado entre as doses é de aproximadamente três meses. A previsão inicial da fabricante era de a segunda dose ocorrer após 21 dias. Porém, o prazo foi esticado para três meses no Brasil e outros países para vacinar a maior quantidade possível de pessoas com a primeira dose. Inclusive, estudos indicaram aumento da imunidade com intervalo maior. Todavia, vários países passaram a reduzir novamente o intervalo devido à variante Delta. Pesquisas apontam que a proteção contra essa cepa só ocorre com a segunda dose.

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Julho foi o primeiro mês do ano a ter redução nas mortes por Covid-19

QUEDA DE MORTES
11:56 | Ago. 14, 2021
Autor Nadine Lima
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Pela primeira vez no ano, um mês teve menos mortes por Covid-19 no Brasil em comparação com o mesmo mês do ano passado. Enquanto no ano passado, julho registrou 30 mil mortes, neste ano, o número ficou em 27,5 mil. Os dados são das mortes contabilizadas nos cartórios de registro civil, divulgados no portal da transparência da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen Brasil). 

O recorde de mortes no País por Covid-19 ocorreu em março deste ano, com 82 mil óbitos registrados nos cartórios. Desde então, há uma redução a cada mês na mortalidade na comparação com o mês anterior. Julho de 2021 já representa a quarta redução seguida em números de mortes no Brasil pelo vírus em relação ao mês anterior. Pela primeira vez, a redução ocorre neste ano em relação ao ano passado. Com informações do UOL.

Dentre as faixas etárias, houve uma queda significativa de mortalidade a partir dos 60 anos, com menos 61% de registros. Porém, entre jovens e adultos até 60 anos, todas as idades tiveram alta em julho de 2021 comparado com julho do ano passado. Principalmente entre pessoas de 30 a 39 anos, com crescimento de 145% no número de mortes. Isso mostra a redução principalmente entre idosos, dos primeiros públicos a serem vacinados.

Os dados divulgados pelos cartórios são baseados na causa da morte apontada nos registros e levam em consideração a data do óbito. Diferentemente dos números divulgados pelo Ministério da Saúde e pelo consórcio da imprensa, que são preenchidos por informações das secretarias estaduais de saúde e que consideram a data da notificação.

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Mapa de Risco mostra o Rio com redução de 13% no número de óbitos

Saúde
10:44 | Ago. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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A 43ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), mostra que o estado do Rio de Janeiro teve redução de 13% no número de óbitos provocados pela covid-19 e de 20% nas internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), entre as semanas epidemiológicas 28 (11 a 17 de julho) e 30 (de 25 de julho a 31 de julho).

Apesar do levantamento apresentar o estado em risco baixo (bandeira amarela) pela quinta semana consecutiva, os indicadores epidemiológicos e a capacidade do sistema indicam tendência de alta em algumas regiões. A SES acionou o Plano de Contingência, que prevê de forma preventiva a abertura de mais 20 leitos no Hospital Doutor Ricardo Cruz, unidade exclusiva para atendimento de covid, que já opera hoje com 150 leitos.

O planejamento também prevê um chamamento público para contratação de leitos de CTI e a suspensão da desmobilização do Hospital Regional do Médio Paraíba Doutora Zilda Arns, que estava sendo transformado para atender pacientes não covid.  

O secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, disse que foi observado  “um discreto aumento de casos nessas últimas semanas e, de forma antecipada, colocamos em prática o Plano de Contingência da Covid-19. Ele prevê a ativação de níveis de contingência a partir de determinados cenários epidemiológicos e nos permite tomar algumas decisões, como a abertura ou o fechamento de leitos, com mais tranquilidade”.

Das nove regiões do estado, cinco permanecem em bandeira amarela: Médio Paraíba, Serrana, Baixada Litorânea, Baía da Ilha Grande e Metropolitana II. As regiões Metropolitana I e Noroeste permanecem em bandeira vermelha. As regiões  norte e centro-sul estão em bandeira laranja.

Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo).

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Justiça requer o comprovante de 3ª dose da veterinária que burlou a vacina

Fraude de vacina
09:56 | Ago. 14, 2021
Autor Nadine Lima
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Depois de fraudar o sistema de vacinação contra Covid-19 tomando uma terceira dose de vacina, a veterinária Jussara Barreira Sonner, foi determinada pela Justiça de São Paulo a apresentar o comprovante de imunização em até 48 horas.

De acordo com a decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública de Guarulhos, cidade do ocorrido, caso a veterinária não apresente o comprovante no prazo estabelecido, ela terá que pagar uma multa de R$ 10 mil por dia, além de sofrer um bloqueio de R$ 50 mil em suas contas bancárias para cobrir eventuais despesas do processo.

O caso aconteceu em 30 de junho, após Jussara compartilhar nas redes sociais que procurou o sistema de vacinação de Guarulhos para tomar a vacina de dose única Janssen, três meses depois de ter completado a imunização de duas doses com a Coronavac.

“Sei que nenhuma vacina é totalmente segura pois não houve tempo para a realização dos testes. Mas como no início do ano tomei a Coronavac e estava bastante incomodada com isso, esperei o tempo necessário e hoje consegui tomar a da Janssen”, escreveu a veterinária no Instagram e no Facebook.

Ela ainda explicou que conseguiu uma terceira dose por ter ido em uma Unidade Básica de Saúde que estava sem computadores para verificar se o nome dela estava na lista de vacinação. O ocorrido começou a repercutir nas redes depois do perfil “Instagram Brasil Fede Covid” denunciar a veterinária, que privou suas contas em seguida.

A abertura de inquérito para apurar a suspeita de prática de crimes de Jussara Sonner começou em julho. Foi requisitado que a veterinária seja investigada pelos possíveis crimes de falsidade ideológica e infração de medida sanitária preventiva.

Além da investigação policial, Jussara também é analisada pela Secretaria da Justiça e Cidadania, órgão do governo do estado de SP, que anunciou em 2 de julho que investiga outras pessoas que burlaram o sistema de vacinação contra a Covid-19 no estado.


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Rio entrega hoje mais de 725 mil doses de vacinas contra a covid-19

Saúde
09:03 | Ago. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro (SES) distribui, hoje (14), 725.630 doses de vacinas contra a covid-19 aos 92 municípios fluminenses. Serão entregues 308.880 doses da Pfizer para primeira aplicação; 183.750 doses de CoronaVac para primeira e segunda etapa do esquema vacinal; e 233 mil doses de Oxford/AstraZeneca para segunda aplicação.

O município do Rio de Janeiro fez a retirada de seu lote na Coordenação Geral de Armazenagem  da SES, em Niterói, ontem (13). Hoje, as cidades das regiões norte, noroeste e Costa Verde receberão as remessas por meio de dois helicópteros, por estarem mais distantes da capital. As demais entregas estão sendo feitas por caminhões e vans, com escolta da Polícia Militar.

O secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, disse que a secretaria adotou uma logística ágil e eficiente para a distribuição dos imunizantes desde o início da campanha de vacinação. “Isso contribui muito para que os municípios consigam organizar suas estratégias de campanha. Desde o fim de semana passado, por exemplo, distribuímos mais de 1,5  milhão de doses, que foram chegando ao estado ao longo dos dias ", disse.

A secretaria informou, ainda, que "o estado do Rio de Janeiro ultrapassou a marca de 12 milhões de doses aplicadas contra a covid-19 nesta semana. Até o momento, 66% da população adulta do estado já recebeu a primeira dose contra o coronavírus e pouco mais de 29% receberam a segunda dose ou a dose única".

Capital

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro vacina neste sábado (14) os jovens de 23 anos de idade com a primeira dose da vacina contra a covid-19. Os postos de imunização da prefeitura vão estender o horário de aplicação da vacina em uma hora, com atendimento das 8 às 17h.

A prefeitura já distribuiu o calendário de vacina para a semana que vem. Na segunda-feira, (16), os jovens de 22 anos de idade; na terça-feira (17) será a vez dos jovens de 21 anos; na quarta-feira, quem tem 20 anos; na quinta-feira (19), quem tem 19 anos e, na sexta-feira, (18) os com 18 anos de idade.

Niterói

A prefeitura de Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, suspendeu hoje (14) a segunda dose da vacina AstraZeneca, por falta do imunizante. Já a aplicação da segunda dose das vacinas CoronaVac e Pfizer acontece normalmente nos postos de vacinação da cidade. Quem apresentou reação adversa à vacina AstraZeneca pode optar pela vacina da Pfizer na segunda dose.

O município  hoje está aplicando também a primeira dose para quem tem 22 anos de idade ou mais. A vacina será aplicada até as 12h, nas policlínicas de Piratininga e do Barreto, além do posto do drive-thru, instalado no campus da Universidade Federal Fluminense (UFF), no bairro do Gragoatá.

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Violência contra mulheres cresce em 20% das cidades durante a pandemia

Saúde
00:30 | Ago. 14, 2021
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Em 483 cidades houve aumento de casos de violência contra a mulher durante a covid-19, que atingiu o Brasil em fevereiro de 2020. O número equivale a 20% dos 2.383 municípios ouvidos pela nova edição da pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) sobre a pandemia.

Em 269 (11,3%) municípios, houve elevação nas ocorrências de violência contra criança e adolescente, em 173 (7,3%) foram registrados mais episódios de agressão contra idosos, e em 71 (3%) contra pessoas com deficiência. Em outras 1.684 cidades (70,7%), as prefeituras não receberam mais denúncias de violência contra esses segmentos.

Somados, os percentuais de cidades onde houve acréscimo de casos de agressão contra diferentes segmentos chegam a 41,9% dos municípios ouvidos no estudo. É a primeira vez que a pesquisa da CNM sobre a covid-19, realizada semanalmente, trata de casos de violência.

Vacinação

Do total de prefeituras consultadas quanto à vacinação contra a covid-19, 59 (2,5%) ainda não saíram da faixa etária dos 40 a 44 anos, 239 (10%) estão imunizando pessoas de 35 a 39 anos, 508 (21,3%) situam-se na faixa etária de 30 a 34 anos, 677 (28,4%) encontram-se na faixa de 25 a 29 anos e 883 (37,1%) já estão aplicando vacinas em pessoas de 18 a 24 anos.

O levantamento identificou 235 cidades que pretendem obrigar os servidores a se vacinar. O total representa 18,5% de 1.269 prefeituras consultadas. Outras 962 (75,8%) responderam que não têm esse propósito, enquanto 72 (5,7%) não responderam.

Das que manifestaram essa intenção, 124 pretendem instaurar processo administrativo contra os funcionários que se recusarem, 23 querem exonerar quem se negar, 77 ainda não definiram punições e 28 relataram outras consequências.

Entre as prefeituras que já tornaram a imunização de servidores municipais compulsória, estão as de Betim (MG), Paraíso (TO) e São Paulo (SP). Na capital paulista, a medida foi instituída no último dia 7, e aplica-se a servidores e funcionários públicos municipais da administração direta, indireta, autarquias e fundações. Quem se recusar a tomar uma das vacinas incluídas no Plano Nacional de Imunização e não apresentar uma justificativa médica aceitável pode ser exonerado.

Súmula do STF

Em Betim, no último dia 6, quando a medida foi anunciada, o prefeito Vittorio Medioli justificou sua decisão classificando como “descabida” a postura de alguns servidores de não se vacinar. 

“Já temos uma súmula do Supremo Tribunal Federal (STF) que diz que nenhuma posição particular, convicção religiosa, filosófica ou política ou temor subjetivo do empregado podem prevalecer sobre o direito de a coletividade obter a imunização conferida pela vacina prevista em programa nacional de vacinação”, afirmou Medioli, citando, a seguir, que a obrigatoriedade dos servidores visa garantir a segurança da população, incluindo estudantes da rede de ensino municipal. Apenas os trabalhadores que tiverem justificativa médica para não tomar a vacina poderão deixar de fazê-lo.

Do total da amostra, 445 municípios disseram ter ficado sem vacina contra a covid-19, o equivalente a 18,7%. Outros 1.910 (80,2%%) não informaram ter passado pelo desabastecimento de imunizantes. Na semana passada, o índice de cidades que relataram o problema era de 24,5%.

Quanto à imunização de adolescentes, a grande maioria das cidades (86,7%) respondeu não ter previsão para essa medida. Outras 158 (6,6%) disseram que irão começar até o fim de agosto e 103 (4,3%) em setembro.

Das cidades que não receberam imunizante, 415 (93,3%) ficaram sem a primeira dose. Em 88 (19,8%) dos municípios sem vacinas foi registrada a falta da segunda dose. A ausência da primeira e da segunda dose pode ser concomitante.

Casos e mortes

Entre os municípios, em 912 (38,3%) houve redução do número de casos de covid-19, em 275 (11,5%) não houve novos casos, em 776 (32,6%), as ocorrências se mantiveram estáveis e em 381 (16%) ocorreu aumento.

Em 1.477 cidades (62%) não foram anotados novos óbitos, em 429 (18%) a situação se manteve estável, em 272 (11,4%) houve queda e em 160 (6,7%) foi detectado aumento das vidas perdidas.

Em 88 cidades (3,7%), já foram identificados casos da variante Delta. Em outras 2.122 (89%) não foram detectados pacientes com esse tipo de variação do coronavírus.

Distanciamento e aulas presenciais

O levantamento da CNM mostrou, também, que 1.416 (59,4%) das cidades adotam alguma forma de medida de distanciamento ou restrição de horário das atividades não essenciais. 

Outras 922 (38,7%%) responderam não ter usado este recurso durante a pandemia. Na semana anterior, o índice de cidades com medidas de restrição era de 62,3%.

Sobre a volta às aulas presenciais, 1.924 prefeituras (80,7%) adotaram ou adotarão modelo híbrido com combinação entre atividades em sala de aula e virtuais, 176 (7,4%) optaram por aulas somente presenciais e 127 (5,3%) não têm previsão sobre o retorno às atividades presenciais.  

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