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Média móvel de casos e óbitos segue caindo em Fortaleza desde março deste ano

Em boletim divulgado nesta sexta-feira, 30, a Secretaria Municipal de Saúde apontou que os indicadores seguem melhorando. Os especialistas ponderam, no entanto, que a magnitude da queda pode ter a ver com o retardo da confirmação de casos e óbitos mais recentes
20:42 | Jul. 30, 2021
Autor - Leonardo Maia
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- Leonardo Maia Estagiário
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A média móvel de casos e mortes em decorrência da Covid-19 continua caindo em Fortaleza. De acordo com dados divulgados em boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira, 30, a redução é de 35% em relação aos óbitos e de 63,5% para as contaminações. A comparação é realizada com o que foi registrado há duas semanas, ainda que os especialistas da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) enfatizem que os números podem se relacionar ao retardo na confirmação dos casos mais recentes. Os dois indicadores seguem caindo semanalmente nas análises dos boletins desde o dia 12 de março deste ano.

Outro indicador que também apresenta redução é a proporção de positividade das amostras RT-PCR, considerada a forma mais eficaz para se detectar a doença. O número foi de 5,9% entre os dias 23 e 29 de julho, dois pontos percentuais abaixo ao calculado na semana anterior. No período em que foi registrado o maior número de casos na Capital desde o início da pandemia, na segunda quinzena de março deste ano, o índice superou os 45%.

Em relação aos óbitos, o documento aponta que há uma “queda consistente na média móvel” e explica que a partir de agora é provável que haja uma desaceleração do ritmo de redução. A razão é que o patamar de incremento diário de óbitos passou a ser inferior a cinco mortes. No total, 9.520 fortalezenses morreram em decorrência da Covid-19, sendo 27% dos óbitos confirmados na população entre 20 e 59 anos.

O crescimento das mortes do que se convencionou chamar de “segunda onda” da doença começou em dezembro do ano passado, quando observou-se uma alteração no padrão de estabilidade da curva epidêmica. A partir de então, o crescimento exponencial mais evidente aconteceu nos meses de março e abril de 2021 e em maio iniciou-se uma diminuição das fatalidades diárias. A tendência foi ampliada no mês de junho e perdura até esta semana.

>> Leia a íntegra do boletim divulgado pela SMS nesta sexta-feira:  Clique aqui para baixar o PDF.

Confira números divulgados no boletim:

- Média móvel de casos

Últimos sete dias: 50,7
Há duas semanas: 139,1

- Média móvel de mortes

Últimos sete dias: 2,6
Há duas semanas: 4

- Número de mortes por mês (2021)

Janeiro: 240
Fevereiro: 528
Março: 1.588
Abril: 1.468
Maio: 777
Junho: 270
Julho: 84 (até o dia 29)

- Taxa de mortalidade* por regional (desde o início da pandemia)

Regional I: 348,4
Regional II: 414,4
Regional III: 354,2
Regional IV: 420
Regional V: 351,1
Regional VI: 286,7

*Taxa de Mortalidade acumulada por bairro = Número total de mortes do bairro/População do bairro x 100.000 habitantes


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MP prorroga vigência de medidas excepcionais durante a pandemia

Saúde
2021-07-30 20:56:10
Autor Agência Brasil
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O governo federal editou hoje (30) a Medida Provisória No 1.059 de 2021, que garante a continuidade de medidas excepcionais para aquisição de vacinas, medicamentos e insumos para o combate à covid-19 autorizadas pela Lei No 14.124, aprovada em março deste ano.

O texto da lei previa as medidas excepcionais até amanhã (31). Pela MP, a Lei 14.214 passa a ter vigência enquanto durar a Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional declarada em razão da pandemia.

A Lei permitiu, por exemplo, a dispensa de licitação para que a administração pública direta e indireta possa celebrar contratos de aquisição de vacinas e insumos voltados ao combate da covid-19.

A norma também autorizou que estados e municípios adquirissem imunizantes com autorizações excepcionais para importação, o que acabou ocorrendo no caso da Sputnik V a partir de pedido de governos do Nordeste.

Passaram a ser reconhecidas autorizações de autoridades sanitárias de outros países e blocos, como União Europeia, Estados Unidos, Rússia, China, Argentina, Austrália, Japão, Índia, Canadá e Reino Unido.

A lei também permitiu medidas excepcionais em outras áreas, como na contratação de bens e serviços de tecnologia da informação e comunicação.

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EUA: Câmara não aprova extensão de moratória que evita despejos na pandemia

ECONOMIA
2021-07-30 20:50:32
Autor Agência Estado
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Uma moratória federal sobre o despejo de inquilinos, nos Estados Unidos que atrasaram o aluguel durante a pandemia de covid-19 está definida para expirar conforme programado neste fim de semana, depois que os legisladores não conseguiram adiantar uma extensão de última hora.
A administração do presidente Joe Biden pediu aos legisladores ontem que estendessem a moratória do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) ainda mais, dizendo que o CDC não poderia estender a moratória por conta de uma decisão recente da Suprema Corte.
Os deputados da Câmara dos Representantes suspenderam a sessão hoje para o recesso de agosto sem ação sobre a medida, depois que a liderança democrata tentou e falhou em garantir votos. A moratória do CDC termina em um momento de vulnerabilidade para os inquilinos, já que a variante delta do vírus continua a se espalhar em muitas partes do país.
Os governos estaduais e locais têm lutado para distribuir US$ 47 bilhões em dinheiro federal para ajudar inquilinos que não podem pagar aluguel por causa da crise, deixando muitas pessoas em risco de serem forçadas a deixar suas casas quando a moratória terminar.
Os republicanos criticaram as extensões da moratória e pediram que o governo ajude a agilizar a distribuição do auxílio aluguel aprovado pelo Congresso. A moratória, que se originou de uma ordem executiva assinada pelo então presidente Donald Trump em agosto passado, protege os inquilinos que não realizaram o pagamento do aluguel mensal de serem forçados a deixar suas casas se declararem dificuldades financeiras. Eles ainda devem o aluguel atrasado.
A moratória foi originalmente definida para expirar em 31 de dezembro de 2020, mas o Congresso a prorrogou até o final de janeiro, e o CDC estendeu a ordem três vezes.
Fonte: Dow Jones Newswires.
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Covid-19: 40 milhões de pessoas estão totalmente imunizadas no país

Saúde
2021-07-30 20:10:29
Autor Agência Brasil
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Até esta sexta-feira (30), 40 milhões de pessoas receberam as duas doses ou dose única da vacina contra a covid-19 no Brasil. O número corresponde a mais de 25% do público alvo do Programa Nacional de Imunização (PNI), que inclui 160 milhões de pessoas. Se considerada a população total do país, foram vacinados 18,7% dos habitantes.

Até o momento, de acordo com dados do Ministério da Saúde, foram aplicadas 140 milhões de doses de imunizantes, sendo 99,5 milhões da primeira dose. Foram aplicadas 1,673 milhão de doses nas últimas 24 horas.

Quando levado em consideração os números absolutos de doses, o Brasil ocupava nesta sexta-feira a quinta posição entre os países que aplicaram as duas doses, atrás de China (1ª), Estados Unidos (2º), Índia (3ª) e Alemanha (4ª).

No ranking da BBC, que toma a aplicação do total de doses, independentemente se primeira ou segunda, o Brasil estava na quarta posição, atrás de Estados Unidos (1º), China (2ª) e Índia (3ª).

Mais doses 

O Instituto Butantan entregou hoje (30) mais 1,2 milhão de doses da vacina CoronaVac ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Com esta nova remessa, o instituto totaliza 62,849 milhões de doses fornecidas ao Ministério da Saúde desde 17 de janeiro deste ano, quando o uso emergencial do imunizante contra a covid-19 foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Mutirão de vacinação imuniza pessoas de 37 anos no DF.
Mutirão de vacinação imuniza pessoas de 37 anos no DF. - Geovana Albuquerque/Agência Saúde

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Covid-19: DF começa a vacinar pessoas a partir dos 30 anos na terça

Saúde
2021-07-30 19:55:34
Autor Agência Brasil
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Na próxima terça-feira (3), o Distrito Federal (DF) começa a vacinar contra a covid-19 pessoas com idade a partir de 30 anos . A nova faixa etária foi anunciada pelo governador do DF, Ibaneis Rocha, em sua conta no Twitter. Ibaneis informou também que o DF receberá neste sábado (31) 159 mil doses de vacinas.

Brasil registra 963 mortes e 40.904 casos nas últimas 24 horas

Boletim
2021-07-30 19:47:00
Autor Lara Vieira
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Um total de 963 mortes em decorrência da Covid-19 foram registradas nas últimas 24 horas. Os dados foram divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde nesta sexta-feira, 30, às 18 horas. Durante o período, também foram notificados 40.904 novos casos de contágio pela doença. Atualmente, o Brasil registra um total 19.880.273 casos de contágio, além de acumular 555.460 vítimas da doença. 

Nos últimos sete dias, a média móvel de óbitos se encontra em 1.017, enquanto que a média de casos se encontra em 35.404. Em número total de mortes, São Paulo continua como o estado brasileiro com maior registros, com 138.702 casos. Em seguida, vem os estados do Rio de Janeiro, com 59.110 óbitos, e Minas Gerais, com 50.346.

A taxa de letalidade em todo território nacional é de 2,8%. Dentre os estados, o maior índice registrado é no Rio de Janeiro, com taxa de 5,7%. O Ceará é o segundo estado do Nordeste e o sétimo do Brasil a registrar mais mortes desde o início da pandemia. Segundo dados da plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), atualizados esta sexta-feira, 30, às 9h7min, o Estado soma 918.377 casos confirmados de Covid-19 e 23.497 mortes pela doença.

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