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Coronavírus
NOTÍCIA

Com 3.251 mortes em 24h, Brasil registra dia mais letal da pandemia

No começo deste mês, em 10 de março, este mesmo dado já havia atingindo um recorde. Apenas na última semana, o País teve 16.083 óbitos, maior marca em sete dias desde o início da pandemia

20:19 | 23/03/2021
Apenas na última semana, o País teve 16.083 óbitos (Foto: Michael Dantas/AFP)
Apenas na última semana, o País teve 16.083 óbitos (Foto: Michael Dantas/AFP)

Em 24 horas, o Brasil registrou 3.251 mortes em decorrência da Covid-19, maior número desde o começo da pandemia no País. O levantamento foi divulgado nesta terça-feira, 23, pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde. Esta é a primeira vez que o Brasil ultrapassa 3 mil óbitos em apenas um dia. No começo deste mês, em 10 de março, este mesmo dado já havia atingindo um recorde. Apenas na última semana, o País teve 16.083 óbitos, maior marca em sete dias desde o início da pandemia.

No total, o Brasil contabiliza atualmente 298.676 óbitos e 12.130.019 casos confirmados da Covid-19; destes últimos, 82.493 foram diagnosticados nas últimas 24 horas. Ainda conforme dados do Conass, o estado do Rio de Janeiro tem a maior taxa de letalidade desta terça-feira, com 5,6%. Em seguida, aparecem Amazonas e Pernambuco, ambos com 3,5%.

Quanto às vacinas contra a Covid-19, consideradas por especialistas como solução mais eficaz contra o coronavírus, a imunização nacional caminha a passos lentos. No começo desta tarde, a pasta responsável divulgou novo cronograma de entrega de doses dos imunizantes. Devem ser entregues 47,3 milhões de doses de imunizantes durante o mês de abril, 10 milhões a menos do que a estimativa anterior de 57,1 milhões.

Os números são registrados durante primeiro dia da gestão do médico cardiologista Marcelo Queiroga no Ministério da Saúde, que foi nomeado no fim da tarde de hoje. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fará um pronunciamento hoje, a partir de 20h30 (horário de Brasília), durante transmissão na TV e no rádio, além do YouTube. Este será o primeiro pronunciamento de Bolsonaro em rede nacional em 2021. No ano passado, foram sete comunicados do tipo e apenas um deles não tratou diretamente da pandemia.