PUBLICIDADE
Coronavírus
NOTÍCIA

Aglomeração em agências bancárias diminui no Centro de Fortaleza, mas população ainda descumpre medidas de segurança

A maioria das agências localizadas no Centro estão seguindo as medidas de prevenção orientadas pelos órgãos sanitários e de saúde pública

Ismia Kariny
12:45 | 03/04/2020
Pessoas se aglomeram em fila de banco no Centro de Fortaleza (Foto: Alessandro Valentim/ O POVO)
Pessoas se aglomeram em fila de banco no Centro de Fortaleza (Foto: Alessandro Valentim/ O POVO)

 Aglomeração em agências bancárias diminuiu no Centro de Fortaleza, mas população ainda descumpre medidas de segurança da Organização Mundial da Saúde, para distância mínima de dois metros. Em agência localizada na rua Pedro Pereira com a rua Major Facundo, a fila de pessoas chega a dar volta no quarteirão. A abertura das agências é fundamentada em decreto federal que define o atendimento bancário como serviço essencial.

Conforme O POVO apurou, circulando pelo polo comercial de Fortaleza, o movimento de pessoas nas agências é razoável, entre 10 e 20 pessoas por unidade, e, em algumas, a distância mínima orientada pela OMS é respeitada. Há ainda funcionários distribuindo álcool gel na entrada das agências e controlando a entrada e saída das pessoas nas unidades bancárias.

Leia também | Bancários discutem medidas para período de maior demanda, com pagamento de salários e aposentadorias

Bancos se comprometem a manter quarentena e 230 mil bancários continuam trabalho em casa

No entanto, em agência do Itaú localizada na rua Pedro Pereira com a rua Major Facundo, o cenário é completamente diferente. A aglomeração de pessoas fez surgir uma enorme fila, que chega a dar volta no quarteirão.

Entre as medidas de contingência e prevenção ao coronavírus, declaradas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e o Sindicato dos Bancários, a recomendação é para que a população evite horários de grande movimento, mantenha a distância de dois metros em filas e evite aglomerações. Além disso, pessoas dos grupos mais vulneráveis contam com horário diferenciado para atendimento, das 9h às 10 horas, para evitar o alto fluxo nas agências e a exposição prolongada ao risco de contágio com o coronavírus.

 

Veja fotos

Clique na imagem para abrir a galeria