Termo de Uso Política de Privacidade Política de Cookies Conheça O POVO Trabalhe Conosco Fale com a gente Assine Ombudsman
Participamos do

"O Esquadrão Suicida" busca redenção para seu diretor e vilões da DC

Will Smith e Jared Leto não voltaram ao elenco, mas estão presentes nomes como John Cena, Idris Elba e Sylvester Stallone
16:14 | Ago. 04, 2021
Autor - AFP
Foto do autor
- AFP Autor
Tipo Noticia

Quando James Gunn foi convidado para dirigir um novo filme de super-heróis para a DC, ao invés de ícones como Superman, Batman ou Mulher-Maravilha, o cineasta optou pelo grupo de vilões conhecido como "O Esquadrão Suicida".

O diretor traz figuras conhecidas como Harley Quinn, interpretada por Margot Robbie, nesta espécie de continuação da produção homônima de 2016 que uniu anti-heróis que buscavam reduzir suas sentenças de prisão em missões mortais do governo dos Estados Unidos.

Mas o diretor apresenta novos personagens, como o Polka-Dot Man ("Homem das Bolinhas" ou "Bolinha", no Brasil). “Pegar um personagem como este e colocar meu coração nele foi divertido para mim”, disse Gunn em recente evento virtual com a imprensa para divulgar o longa-metragem que estreia nesta quinta-feira, 5, na Argentina, México e outros cinemas latino-americanos e na sexta-feira, 6, nos Estados Unidos e na Espanha.

Leia também | Cineteatro São Luiz realiza mostra da Pandora Filmes a partir de quinta, 5

A maneira de Gunn definir seu grupo de anti-heróis, a princípio, levantou dúvidas entre alguns executivos da Warner Bros. Mas o sucesso do primeiro filme sugere que mergulhar no mundo dos quadrinhos para encontrar personagens menos famosos não é ruim.

O "Esquadrão Suicida" original superou as críticas pouco entusiasmadas ao arrecadar quase 750 milhões de dólares em bilheteria em todo o mundo. Como na primeira produção, "O Esquadrão Suicida" tem sua cota de atores famosos.

Will Smith e Jared Leto não voltaram ao elenco. Mas estão presentes nomes como John Cena, Idris Elba e Sylvester Stallone, que dá voz a Tubarão-Rei (King Shark), metade homem, metade tubarão. Para Elba, que interpreta Bloodsport, "um personagem que não tinha uma personalidade definida", os atores ganharam mais liberdade.

Leia também | "Stillwater": Amanda Knox acusa novo filme de faturar com seu caso

A obra assume riscos, mas também aposta na redenção de seu diretor. Gunn, o roteirista e diretor cult que escreveu a versão de 2004 para Zack Snyder de "Madrugada dos Mortos", esteve à frente do sucesso da Marvel "Guardiões da Galáxia". Mas ele foi demitido em 2018 pela Disney, a empresa-matriz, quando surgiram antigos tuítes, nos quais ele fazia piadas sobre temas como Holocausto, estupro e aids.

A Warner procurou Gunn para trabalhar nos filmes de super-heróis da DC. Depois de se desculpar e receber o apoio de outros colegas de Hollywood, como Chris Pratt, Gunn está de volta à Marvel e deve dirigir também a terceira parte de "Guardiões da Galáxia", prevista para 2023.

Podcast Vida&Arte

O podcast Vida&Arte é destinado a falar sobre temas de cultura. O conteúdo está disponível nas plataformas Spotify, Deezer, iTunes, Google Podcasts e Spreaker.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Maioria das vítimas de tráfico de pessoas é negra, mostra relatório

Justiça
14:27 | Jul. 29, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Dados do Relatório Nacional sobre Tráfico de Pessoas mostram que 72% das vítimas desse tipo de crime no Brasil é negra. A taxa leva em consideração as pessoas atendidas nos Núcleos de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e em postos do Ministério da Saúde.

O relatório, que abrange o período entre 2017 e 2020, foi apresentado nesta quinta-feira (29), véspera do Dia Mundial e Nacional de Combate ao Tráfico de Pessoas, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. O material foi elaborado em parceria com o Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crime (Unodc).

Em sua terceira edição, esta é a primeira vez que o relatório traz o recorte por raça. De acordo com o levantamento, entre as possíveis vítimas de tráfico de pessoas que foram atendidas exclusivamente no sistema de saúde, 37,2% são crianças.

Segundo o estudo, de 2017 a 2020 foram catalogadas 1.811 vítimas com idade entre 18 e 59 anos pelos centros de referência especializados de assistência social (Creas). No sistema de saúde, foram contabilizadas 615 vítimas potenciais.

Já pelo Disque 180 foram recebidas 388 denúncias no período, 61% das quais relacionadas à exploração sexual. No Disque 100, entre 2017 e 2019 foram contabilizadas denúncias referentes a 79 vítimas, entre as quais, 45 para fins de exploração sexual, 21 relacionadas ao trabalho em condições análogas à escravidão, 11 por adoção ilegal e duas para remoção de órgãos.

O Ministério Público do Trabalho (MPT), por sua vez, contabilizou 15.857 aliciamentos entre 2017 e 2020, a maioria (14,80%) no estado de São Paulo, seguido por Minas Gerais (14,52%).

Em nota, o Ministério da Justiça e Segurança Pública disse, contudo, que ainda é necessário combater a subnotificação de casos, “consequência do receio ou vergonha das possíveis vítimas em denunciar os casos de tráfico de pessoas”.

“Estamos trabalhando em parceria com os estados, instituições públicas e a sociedade civil para esclarecer aos cidadãos os possíveis riscos que possam torná-los vítimas do tráfico humano, sejam promessas de trabalho fáceis e lucrativas ou a entrega de passaportes e demais documentos a terceiros que possam retê-los em outros países”, disse o secretário nacional de Justiça, Cláudio de Castro Panoeiro, segundo o texto divulgado pela pasta.

Acordos

Nesta quinta, o Ministério da Justiça firmou dois acordos de cooperação técnica para combater o tráfico de pessoas. Um deles, em parceira o Ministério da Cidadania, prevê a capacitação sobre o atendimento a potenciais vítimas desse tipo de crime.

Os cursos serão destinados a profissionais do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), que engloba os Creas e os centros de referência de assistência social (CRAS).

Uma segunda iniciativa, junto ao Ministério da Saúde, prevê a capacitação de gestores e servidores, bem como a elaboração de pesquisas sobre a situação de saúde das vítimas, e campanhas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), voltadas para a sensibilização sobre o tráfico de pessoas.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Primeira temporada de Superman & Lois chega ao HBO Max

Arrowverse
16:21 | Jul. 22, 2021
Autor Clara Menezes
Foto do autor
Clara Menezes Autor
Ver perfil do autor
Tipo Noticia

A primeira temporada de “Superman & Lois” já está disponível no HBO Max. Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série é um spin-off de “Supergirl” e também integra o universo ficctício conhecido como “Arrowverse”.

Na história, Clark Kent (Tyler Hoechlin) e Lois Lane (Elizabeth Tulloch) passaram anos enfrentando grandes vilões e monstros que aterrorizavam a cidade de Metropolis. Ainda adultos, eles aparentemente já viveram seus maiores desafios.

Leia também | Animação de Otto Guerra estreia na programação do Cineteatro São Luiz

Agora, entretanto, precisam lidar com outra questão: terem se tornado pais na sociedade contemporânea. Os super-heróis ainda se preocupam que os filhos herdem os poderes kryptonianos enquanto crescem.

Enquanto isso, os dois meninos, Jordan (Alexander Garfin) e Jonathan (Jordan Elsass) Kent, são desafiados com as adversidades típicas de suas idades.

No elenco, estão Tyler Hoechlin (“Teen Wolf”), Elizabeth Tulloch (“Grimm: Contos de Terror”), Erik Valdez (“Segredos do Paraíso), Jordan Elsas (“Pequenos Incêndios por Toda Parte”), Alex Garfin (“Peanuts, O Filme”), Inde Navarette (“13 Reasons Why”) e outros.

Leia também | Happier Than Ever: Billie Eilish apresenta show em setembro no Disney Plus

O “Arrowverse”, franquia de séries interconectadas da The CW, já integra vários outros títulos. São eles: “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow”, “Black Lightning” e “Bat Woman”.

Podcast Vida&Arte

O podcast Vida&Arte é destinado a falar sobre temas de cultura. O conteúdo está disponível nas plataformas Spotify, Deezer, iTunes, Google Podcasts e Spreaker.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags