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Nise Yamaguchi pede indenização de R$ 320 mil por danos morais a senadores

Médica foi criticada por Omar Azis (PSD-AM) e Otto Alencar (PSD-BA) após defender tratamento sem eficácia contra covid-19 durante oitiva na CPI do Senado
19:27 | Jun. 19, 2021
Autor Carlos Viana
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Carlos Viana Assistente Núcleo Opinião
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Defensora de tratamento sem eficácia contra o covid-19, a médica oncologista Nise Yamaguchi, ouvida pela Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado Federal que investiga se houve omissões do Governo Federal durante a pandemia do covid-19, está processando os senadores Omar Aziz (PSD-AM), que é presidente da comissão, e Otto Alencar (PSD-BA) por danos morais. A informação foi divulgada pela CNN Brasil. 

No processo ela pede indenização de R$ 320 mil - R$ 160 mil a cada um dos parlamentares - e argumenta ter sido vítima de misoginia, preconceito às mulheres e humilhação durante seu depoimento à CPI. A defesa da médica diz que os senadores “perpetuaram um verdadeiro massacre moral”, agindo com intensão de “destruir a imagem” da médica perante o Brasil.

De acordo com os advogados de Yamaguchi, caso ela vença a ação, o dinheiro será doado a hospitais infantis que atendem crianças com câncer. Otto Alencar, que também é médico, criticou a atuação da colega de profissão durante a oitiva.

Críticas

O senador afirmou que o plenário do colegiado está “cansado de médico de audiovisual”. Otto Alencar criticou Nise após pergunta-la a diferença entre vírus e protozoário. “A senhora não é infectologista, se transformou de uma hora pra outra”, disparou na ocasião.

Otto também disse que a oncologista não poderia atuar no campo da infectologia por não ter domínio da área. Durante a oitiva, o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), exibiu um vídeo onde a médica diz que não se deve vacinar deliberadamente nem obrigatoriamente. “Tratamento precoce salva vidas e, portanto, não precisa vacinar aleatoriamente a população inteira dizendo que é a única saída”, disse Yamaguchi no vídeo.

A médica foi reprendida por Omar Aziz após reafirmar as declarações, o que ocasionou um tumulto na sessão. “A sua voz calma e a forma de falar é convincente, passa para as pessoas como se fosse a verdade. Peço que desconsidere essa questão que ela diz sobre vacinas,” afirmou o parlamentar.

Nise Yamaguchi foi convocada pela CPI após ter seu nome citado como integrante de um suposto “ministério paralelo”, que supostamente assessorava o presidente Jair Bolsonaro sobre medidas de enfrentamento da pandemia.

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Ceará tem 32,67% das UTIs ocupadas por pacientes com Covid-19

MONITORAMENTO
20:33 | Ago. 31, 2021
Autor Redação O POVO
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O estado do Ceará tem 32,67% das suas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) ocupadas por pacientes com Covid-19, conforme dados divulgados na plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), divulgados às 19h04min desta terça-feira, 31. O monitoramento considera unidades médicas públicas e particulares.

Em análise mais detalhada, é possível perceber que a ala da UTI que registra a maior ocupação é a infantil, com índice de 53.57%. Nas enfermarias do Estado, a média geral de ocupação é de 21,27%. Nesse tipo de equipamento, a parte voltada ao atendimento de crianças é também a que está mais ocupada: com percentual de ocupação em 46.46%.

 

No Hospital Leonardo da Vinci (HELV), 26 leitos de UTI adulto estão ativos, estando 15 deles ocupados. Já na enfermaria adulto do equipamento, 22 leitos estão disponíveis. Desses, 14 aparecem ocupados. A entidade foi adquirida pelo Governo do Estado no inicio da pandemia e se mantém como referência no atendimento a pacientes com Covid-19 na Unidade Federativa.

Em todo o Ceará, 20 pessoas esperam na fila de espera por leitos específicos para tratamento da doença. Conforme dados divulgados às 13h02min desta terça, 31, também pela plataforma IntegraSUS, desses pacientes 13 esperam por um leito de enfermaria e sete aguardam para serem transferidos a uma UTI.

Dados da plataforma, consolidados às 18h55min dessa terça-feira, 31, mostram que o Estado acumula 931.561 casos de Covid-19 e 24.025 óbitos em decorrência da doença. Até o período analisado havia ainda 655.807 pessoas recuperadas da patologia e 32.398 com suspeita de infecção. 

 

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Ceará tem 26,51% da população vacinada contra a Covid-19

CORONAVÍRUS
20:10 | Ago. 31, 2021
Autor Mirla Nobre
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O Ceará tem um total de 2.436.267 pessoas que completaram a imunização contra a Covid-19 (duas doses de AstraZeneca, CoronaVac, Pfizer ou dose única da Janssen). A quantidade equivale a 26,51%* da população, de um total de 9,1 milhões de pessoas que residem no Estado. Em relação à primeira dose (D1), mais de cinco milhões de pessoas receberam a vacina, contabilizando 57% da população do Estado. As informações são da plataforma Vacinômetro, da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), consolidadas às 17 horas, dessa segunda-feira, 30.

As estimativas da quantidade populacional são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A plataforma ainda mostra que, nas últimas 24 horas, mais de 50 mil pessoas receberam a D1, 38 mil a D2 e nenhuma a dose única. O Ceará aplicou mais de sete milhões de doses da vacina contra a doença em sete meses da campanha de vacinação contra a doença, iniciada em 18 de janeiro.

LEIA MAIS | Vacinas da Pfizer e da AstraZeneca neutralizam variante Delta após 2ª dose

+ Morre 1ª pessoa com variante Delta do coronavírus no Ceará; ele não se vacinou

No levantamento dos imunizantes que chegaram ao Ceará, por meio do Plano Nacional de Imunização (PNI), coordenado pelo Ministério da Saúde, mais de oito milhões de vacinas foram entregues ao Estado e foram distribuídas aos 184 municípios. A população vem sendo contemplada com doses das vacinas CoronaVac/Instituto Butantan, AstraZeneca/Oxford, Pfizer/BioNTech e Janssen/Johnson&Johnson — esta última utiliza apenas uma dose de aplicação para imunização contra o vírus.

Confira os números da vacinação no Ceará

Total de doses aplicadas: 7.714.975
Total de D1 aplicadas: 5.278.708
Total de D2 aplicadas: 2.281.451
Total de doses únicas aplicadas: 154.816

Campanha de vacinação

Na campanha de vacinação contra a Covid-19 no Estado, todos os municípios cearenses já começaram a vacinar a população em geral. A nova etapa da campanha acontece de forma escalonada por ordem decrescente de idade, a partir dos 59 anos. Para receber a vacina, as pessoas devem estar devidamente cadastradas na plataforma Saúde Digital, da Sesa.

LEIA MAIS | Passo a passo: como se cadastrar para a vacinação contra a Covid-19 no Ceará

Fortaleza iniciou na última quinta-feira, 26, a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos. Somente nesse sábado, 28, um total de 33.760 doses da vacina contra a Covid-19 foram aplicadas nos jovens entre 16 e 17 anos. Nesta terça-feira, adolescentes de 15 anos foram contemplados com a primeira dose da vacina contra a Covid-19. A campanha segue ao longo da semana em ordem decrescente de idade.

Veja os números de vacinados por grupo prioritário no Estado**

- Profissionais de Saúde (fase 1)

Dose 1 (D1): 258.887 (102%)
Dose 2 (D2): 237.306 (87%)
Dose Única (DU): 115

- Idosos institucionalizados (fase 1)

Dose 1 (D1): 2.198 (108%)
Dose 2 (D2): 2.169 (107%)
Dose Única: 0

- Indígenas (fase 1)

Dose 1 (D1): 19.553 (95%)
Dose 2 (D2): 19.254 (94%)

- Idosos > 75 anos (fase 1)

Dose 1 (D1): 380.808 (108,78%)
Dose 2 (D2): 365.626 (104,33%)
Dose Única: 140

- Deficientes institucionalizados (fase 1)

Dose 1 (D1): 550 (148,28%)
Dose 2 (D2): 550 (138%)
Dose Única: 0

- Idosos entre 70 e 74 anos (fase 2)

Dose 1 (D1): 240.270 (108,05%)
Dose 2 (D2): 246.364 (99,17%)
Dose Única (DU): 136

- Idosos entre 65 e 69 anos (fase 2)

Dose 1 (D1): 272.233 (98,36%)
Dose 2 (D2): 266.965 (93,76%)
Dose Única (DU): 604

- Idosos entre 60 e 64 anos (fase 2)

Dose 1 (D1): 338.206 (99%)
Dose 2 (D2): 305.357 (79%)
Dose Única: 607

- Povos e comunidades quilombolas (fase 2)

Dose 1 (D1): 14.949 (101%)
Dose 2 (D2): 13.808 (86%)
Dose Única: 549

- Trabalhadores da Força de Segurança, Salvamento e Forças Armadas (fase 2)

Dose 1 (D1): 32.707 (111%)
Dose 2 (D2): 23.521 (61%)
Dose Úncia: 100

- Gestantes, Puérperas e Comorbidades (fase 3)

Dose 1 (D1): 58.650 (93%)
Dose 2 (D2): 33;760 (51%)

- PCD e Comorbidades (Fase 3)

Dose 1 (D1): 423.096 (82%)
Dose 2 (D2): 288.252 (43%)
Dose Única: 2.381

- Trabalhadores da Educação (Fase 4)

Dose 1 (D1): 174.565 (99%)
Dose 2 (D2): 123.590 (17%)
Dose Única: 549

- Trabalhadores Portuários (Fase 4)

Dose 1 (D1): 2.978 (133%)
Dose 2 (D2): 620
Dose Única: 1

- Trabalhadores Transporte Aéreo (Fase 4)

Dose 1 (D1): 1.641 (96%)
Dose 2 (D2): 1.648 (79,13%)
Dose Única: 2

*A Sesa destacou que os dados oscilam negativamente em relação aos dias anteriores por consequência de ajustes nas planilhas enviadas pelos municípios.

**As porcentagens da vacinação da população cearense são definidas com base em metas estabelecidas pela Secretaria Estadual da Saúde do Ceará (Sesa) para cada público prioritário. As taxas de aplicação correspondem às doses que já foram distribuídas. Mediante o envio de lotes de vacinas pelo Ministério da Saúde (MS), as doses dos imunizantes são distribuídas aos municípios proporcionais às estimativas populacionais de cada grupo prioritário (meta).259.285

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Brasil supera 580 mil mortes por covid-19, desde o início da pandemia

Saúde
19:53 | Ago. 31, 2021
Autor Agência Brasil
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O Brasil superou a marca de 580 mil pessoas que morreram por covid-19, desde o início da pandemia. Com 839 óbitos registrados nas últimas 24 horas, o número de mortes alcançou 580.413. Ontem, o sistema de informações da pandemia contabilizava 579.574 falecimentos.

Ainda há 3.585 mortes em investigação. O termo designa casos em que o diagnóstico depende de resultados de exames concluídos apenas após o óbito do paciente.

O país chegou a 20.776.870 pessoas infectadas desde o início da pandemia. Entre ontem e hoje, secretarias de saúde confirmaram 24.589 novos diagnósticos positivos. Até ontem, o painel de dados do Ministério da Saúde trazia 20.752.281 casos acumulados.

Ainda há 461.010 casos em acompanhamento, que indica o número de casos ativos da doença, que estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

O número de pessoas que se recuperaram da doença subiu para 19.735.447. Isso corresponde a 95% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.

Os dados foram divulgados na atualização diária do Ministério da Saúde, na noite desta terça-feira (31). O balanço consolida os dados sobre casos e mortes levantados pelas secretarias estaduais de saúde.

Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim-de-semana.

Boletim epidemiológico 31.08.2021
Ministério da Saúde

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (145.836), Rio de Janeiro (62.457), Minas Gerais (52.986), Paraná (37.500) e Rio Grande do Sul (34.199). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.814), Roraima (1.942), Amapá (1.953), Tocantins (3.683) e Sergipe (5.992).

Vacinação

Até o início da noite de hoje (31), o painel de vacinação do Ministério da Saúde não mostrava novas atualizações. Até esta terça-feira, o sistema marcava 191,5 milhões de doses aplicadas, sendo 130 milhões da primeira dose e 61,4 milhões da segunda dose. Nas últimas 24 horas, foram aplicadas dois milhões de doses. 

Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicadas 182,5 milhões de doses, sendo 124,6 milhões da primeira dose e 57,8 milhões da segunda dose.   

Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídos 233,2 milhões de doses, sendo entregues 222,5 milhões de doses.

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MBL denuncia Bolsonaro no Tribunal de Haia pela sua conduta na pandemia

DENÚNCIA
19:36 | Ago. 31, 2021
Autor Maria Eduarda Pessoa
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O MBL (Movimento Brasil Livre) denunciou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Tribunal Penal Internacional de Haia, na Holanda, por genocídio, referente a ações e omissões do mandatário no enfrentamento à pandemia da Covid-19. A ação foi confirmada por Renato Battista, líder do grupo, que também citou o procurador-geral da República, Augusto Aras.

"Denunciei Bolsonaro no Tribunal Penal Internacional pela condução desastrosa da pandemia e pela omissão de Augusto Aras em investigar o presidente. Pedi a abertura de investigação e sua prisão preventiva", disse Battista.

Denunciei Bolsonaro no Tribunal Penal Internacional pela condução desastrosa da pandemia e pela omissão de Augusto Aras em investigar o Presidente.

Pedi a abertura de investigação e sua prisão preventiva.https:/t.co/BdCQnCmlHp

— Renato Battista - 12/09 FORA BOLSONARO (@renato_battista) August 31, 2021 ">

O Tribunal de Haia já recebeu diversas denúncias contra o presidente - a mais recente foi formalizada no último dia 9 de agosto, pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). A novidade do documento apresentada pelo MBL, no entanto, é a inclusão do procurador-geral da República, que foi recentemente reconduzido ao cargo por mais dois anos.

Nos argumentos para a denúncia, o MBL diz que Bolsonaro incentivou a disseminação do coronavírus a fim de produzir uma "imunidade de rebanho". Além disso, o chefe do Executivo é acusado de fazer "apelo" para os cidadãos não se vacinarem e usarem medicamentos sem eficácia comprovada cientificamente.

O grupo argumenta ainda que o presidente ignorou medidas de distanciamento social, mesmo sabendo dos altos número de mortes (atualmente 580 mil) e colapso do sistema de saúde. O movimento defende a prisão do presidente, pelo bom enfrentamento da pandemia no Brasil.

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Fiocruz alerta para tendência de alta nos casos de covid-19 no Rio

Saúde
19:23 | Ago. 31, 2021
Autor Agência Brasil
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Um estudo publicado hoje (31) por pesquisadores do Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alerta que a cidade do Rio de Janeiro vive uma nova tendência de aumento de casos da doença, com um cenário de alta circulação do vírus, predomínio da variante Delta e baixa adesão às medidas de prevenção. 

Os pesquisadores publicaram a análise em uma nota técnica, que esmiúça a série histórica da pandemia na cidade. Os dados mostram que a capital fluminense apresenta neste momento uma tendência contrária à do conjunto do país, que tem queda nos números absolutos de casos.

"A atual pandemia da covid-19 se apresenta, até o momento, como o maior desafio sanitário deste século. Ainda é cedo para garantir que a queda observada pelo Brasil para casos e óbitos seja sustentada. A situação do município do Rio de Janeiro serve de alerta para o fato de que a pandemia ainda está longe de ser considerada controlada", diz a nota técnica.  

Apesar do aumento de casos, o cenário é de queda nas mortes, o que a nota técnica atribuiu à proteção das vacinas. Mesmo assim, o texto avalia que a cobertura vacinal ainda é incipiente e projeta que, se esse crescimento de casos não for contido e não houver preparo do sistema de saúde, um novo crescimento das mortes é previsível.

"O aumento dos casos é o indicador mais sensível, muitas vezes o prenúncio do aumento de outros indicadores, como hospitalizações, taxa de ocupação de leitos e óbitos. Qualquer decisão de redução de restrições sobre a circulação de pessoas deve ser tomada a partir de uma tendência de queda de indicadores de forma sustentada no tempo. O momento é, portanto, de alerta".

O estudo considera que foi acertada a decisão da prefeitura de adiar por tempo indeterminado o plano de retomada das atividades que chegou a ser anunciado para começar em setembro. "Os resultados indicam que é muito cedo para tomar decisões radicais sobre o retorno às atividades pré-bloqueio envolvendo grupos potencialmente grandes de pessoas".

Os pesquisadores defendem que haja uma gestão regionalizada e pactuada da pandemia em toda a região metropolitana, uma vez que há grande circulação de pessoas entre as cidades, e a capital funciona como polo de saúde que atende aos municípios do entorno. "Podemos dizer que o esforço isolado do município do Rio de Janeiro pode não resultar nos efeitos esperados para a redução das taxas de ocupação de leitos, bem como para reduzir a circulação do vírus".

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