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REFLEXO DA CHUVA

Ação para redução de danos será feita em parte de ponte que cedeu na Maraponga

De acordo com Roberto Cláudio, uma equipe de engenharia vai elaborar um parecer técnico para identificar os reparos que devem ser feitos na estrutura

15:52 | 25/02/2019
Cratera se abre em lateral da ponte na Rua Holanda na Maraponga, por causa das fortes chuvas. (Fotos: Fábio Lima/O POVO)
Cratera se abre em lateral da ponte na Rua Holanda na Maraponga, por causa das fortes chuvas. (Fotos: Fábio Lima/O POVO)

Por conta das fortes chuvas que atingiram Fortaleza nesse fim de semana, parte da estrutura de uma ponte na rua Holanda, no bairro Maraponga, caiu, formando uma cratera na passagem. O prefeito Roberto Claudio (PDT) anunciou que uma "ação de redução de danos" começará no local ainda nesta segunda-feira, 25.

Conforme o chefe do Executivo municipal, um aterramento será feito, com areia e pedra, para evitar novos prejuízos.

Ele ressaltou que as precipitações na Capital coincidiram com o fenômeno de maré alta e da ressaca do mar, o que "acaba atrapalhando as margens de rio". "Tudo isso junto acabou, em algumas áreas, trazendo prejuízos importantes na Cidade", pontuou.

De acordo com Roberto Cláudio, uma equipe de engenharia vai elaborar um parecer técnico para identificar os reparos que devem ser feitos na estrutura.

"Quando foi 7h30min, que eu me levantei, a minha casa já estava alagada. Quando a gente abriu esse portão aqui da lateral, já estava essa cratera enorme", contou Ana Paula, de 33 anos, proprietária de uma das residências atingidas.

Cratera se abre na Rua Holanda na Maraponga, por causa das fortes chuvas.
Cratera se abre na Rua Holanda na Maraponga, por causa das fortes chuvas. (Foto: Fábio Lima/O POVO)

A dona de casa relata que desde domingo está sem água e energia. Ela ressalta que não foi primeira vez que as chuvas causaram transtornos na região. "Há quatro anos o rio transbordou e 'comeu' a lateral da nossa casa. Nós moradores que fizemos uma barreira de contenção", relembra a mulher, acrescentando que a construção custou cerca de R$ 4 mil aos moradores da área.

A operadora de máquina Fábia Ferreira, de 36 anos, disse que a ponte era utilizada para passagem de crianças no caminho para a escola. Agora, os estudantes terão de utilizar rotas alternativas para ir ao colégio. O muro do imóvel da moradora também desabou. Ela conta que, quando há chuvas intensas no local, os moradores ficam com "medo" de possíveis transtornos.

Com informações do repórter Igor Cavalcante

Redação O POVO Online