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Presidente da Petrobras segue Bolsonaro e diz que ICMS eleva combustíveis

Segundo Joaquim Silva e Luna, a parte da composição do valor que corresponde à estatal é de aproximadamente R$ 2 considerando um preço na bomba de R$ 6. "O que impacta é o ICMS, e outros impostos federais, como PIS e Cofins."
16:44 | Set. 14, 2021
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Com um discurso totalmente alinhado ao do presidente Jair Bolsonaro, o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, jogou para os governadores a responsabilidade pela escalada dos preços dos combustíveis no País. Disse que a estatal deve ser vista com orgulho, afirmou que tem se esforçado em diversas áreas para colaborar com o Brasil, e negou que repasse as elevações vistas no mercado internacional de forma automática. Enquanto o general falava para deputados, em um evento privado o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, avaliava que a petroleira brasileira repassa os preços de forma muito mais rápida do que se vê em outros países, para justificar a alta dos juros.

 


A participação de Silva e Luna no Congresso foi requisitada pelo deputado Danilo Forte (PSDB-CE). Inicialmente, ele seria ouvido pela Comissão de Minas Energia, mas sua presença ganhou mais relevância depois que a audiência foi transferida para o plenário pelo presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL). A expectativa em torno das declarações do presidente da Petrobras cresceu ainda mais depois que Lira usou as redes sociais, na noite de ontem, para criticar a gestão da estatal.

"Tudo caro: gasolina, diesel, gás de cozinha. O que a Petrobras tem a ver com isso? Amanhã hoje, a partir das 9h, o plenário vira Comissão Geral para questionar o peso dos preços da empresa no bolso de todos nós. A Petrobras deve ser lembrada: os brasileiros são seus acionistas", escreveu o presidente da Câmara. A mensagem de Lira causou forte reação negativa nos papéis da companhia em Nova York, que chegaram a ceder 2%, pois os negócios brasileiros já haviam encerrado as atividades. Apesar de o mercado avaliar bem as posições de Silva e Luna hoje, as ações da empresa seguem em baixa de 0,99%.

Com o alerta feito na véspera, o interesse por possíveis recados de Lira virou o foco das atenções. Na abertura, no entanto, o presidente da Câmara limitou-se a usar seu tempo de fala para descrever como seria o rito da sessão. Em cerca de metade do tempo da audiência, que durou cinco horas, ele se retirou do local e não voltou mais. Segundo fontes, o presidente da Câmara se dirigiu a sua residência oficial para se encontrar com líderes.

No plenário, o presidente da Petrobras manteve o tom firme, mesmo escutando críticas tanto de parlamentares da oposição quanto da base aliada e argumentou que a alta dos preços dos combustíveis é fruto de uma "série de incidências de impostos". "A Petrobras não passa a volatilidade momentânea do preço internacional do petróleo", garantiu.

Mais do que tentar passar a ideia de que a estatal não tem relação com o aumento dos preços, um dos seus principais pontos foi sobre a "limpeza" da companhia, que no passado se envolveu em várias denúncias de corrupção. "Quando há flutuação dos preços, não quer dizer que a Petrobras teve alguma atuação sobre o preço", disse. Segundo o presidente da estatal, a parte da composição do valor que corresponde à estatal é de aproximadamente R$ 2,00 considerando um preço na bomba de R$ 6,00. "O que impacta é o ICMS, e outros impostos federais, como PIS e Cofins", alegou.

Silva e Luna também foi cobrado sobre atuações da estatal para combater a crise hídrica, que vem se transformando em crise energética, por meio de outras formas de geração de energia. Para ele, o problema ainda deverá se arrastar "até outubro ou novembro" e pediu para que a solução para a turbulência fosse encontrada de forma conjunta pelos agentes de mercado. O principal papel da Petrobras, de acordo com o general, é dar lucro para o País. Com isso, pelo seu raciocínio, há recursos excedentes para o governo, que pode canalizá-los para as áreas que mais necessitam.

Além disso, citou o esforço da companhia para manter o abastecimento. "O combustível mais caro do mundo é aquele que não existe. Por isso, nosso esforço é para não faltar combustível, por isso importamos e ampliamos nossa capacidade de navios", afirmou. Ele afastou a possibilidade de haver um tabelamento no País, alegando que isso inibe investimentos e afirmou, inclusive, que não há qualquer aversão na companhia para justamente investir, apesar das empreitadas recentes de venda de plantas e refinarias.

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Motoristas reclamam de reajustes de apps

ECONOMIA
17:08 | Set. 14, 2021
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O reajuste dos ganhos de motoristas anunciado pelas empresas Uber e 99 foi insuficiente, segundo eles, para compensar a alta recente de preços dos combustíveis e com a manutenção dos veículos. O movimento das plataformas veio após relatos de parceiros deixando a profissão ou negando corridas para não ficar no prejuízo.
O Estadão conversou com motoristas de apps, e a avaliação é de que a mudança foi tímida e que os ganhos foram consumidos pela inflação. Só o combustível teve alta de mais de 50% no ano. Já o reajuste das empresas nos repasses aos motoristas foi de até 35%, sendo de 10% em algumas regiões. A reportagem enviou questionamentos dos motoristas ao Uber e ao 99, mas as empresas não responderam diretamente às perguntas, ressaltando apenas os reajustes concedidos.
Para Tarcísio de Oliveira, de 42 anos, o valor repassado aos motoristas deveria subir entre 30% e 35% para recompor os custos. Ele trabalha com uma das plataformas há um ano. "Creio que não (foi suficiente o reajuste de 15% do Uber em Brasília), mas melhorou", afirma o motorista, que calcula um ganho de R$ 50 a mais, com o reajuste, a cada 500 km rodados.
No ramo há três anos, João Paulo da Silva, de 26 anos, calcula que a margem de lucro dos condutores foi reduzida em até 40% no último ano. Com a alta dos custos, Silva mudou sua forma trabalho. Passou a preferir as corridas às quintas, sextas e fins de semana, quando a demanda por motoristas é mais alta. Em suas contas, a ocupação não compensava mais em dias de semana e nos trajetos mais curtos. Para Silva, o reajuste anunciado pelas empresas não vai mudar o cenário. "Esses passageiros que continuam tentando pegar essas viagens curtas vão continuar sofrendo da mesma forma. Com certeza, não (será suficiente para trazer gente de volta). Quem saiu do aplicativo, encontrou alguma coisa melhor."
A avaliação é reforçada pelo presidente do Sindicato dos Motoristas Autônomos por Aplicativos do Distrito Federal, Marcelo Chaves. "O reajuste foi tão mínimo, pelo menos no Distrito Federal, que o motorista nem sentiu no bolso. Não resolveu muita coisa, não", diz ele.
Motoristas que atuam pela Uber e pela 99 na Grande São Paulo ressaltam que o porcentual de reajuste anunciado pelas empresas não é fixo nem vale para todas as corridas. "Eles anunciam esses reajustes de 'até' tanto porcento, ou seja, pode ser que não chegue ao valor máximo. E não vale para todas as corridas, esse reajuste vai depender do horário, do local, do tipo de corrida, do passageiro, enfim, de inúmeros fatores para que o motorista receba esse reajuste", explica Eduardo Lima de Souza, presidente da Associação dos Motoristas de Aplicativo de São Paulo (Amasp).
"Só neste ano, o combustível teve aumento de mais de 50%. Então, ainda está defasado esse reajuste, o motorista ainda sai perdendo", acrescenta Souza. "Todo e qualquer reajuste ou aumento para uma categoria é sempre bem-vindo, mas esse em questão é insuficiente", diz.
Para Souza, as parcerias com os postos de combustível firmadas pelos aplicativos também não ajudam - o Uber firmou parceria que envolve cashback para os motoristas com o posto Ipiranga, enquanto a 99 se juntou à rede Shell. "Essas parcerias são com as bandeiras que têm o combustível mais caro. É possível encontrar bandeiras com o valor da gasolina mais barato", diz.
Rosemar Pereira, de 48 anos, que trabalha como motorista dos dois aplicativos, disse que os reajustes anunciados são "conversa fiada". "Se for dar um aumento, que dê um aumento igual em todas as corridas, um aumento fixo, um aumento real. Precisamos de uma tarifa digna, para que possamos trabalhar tranquilamente e arcar com as nossas despesas", diz.
Procurado, o Uber afirmou que, "com o aumento constante dos combustíveis", tem "intensificado seus esforços para ajudar os motoristas parceiros a reduzirem seus gastos, com parcerias que oferecem desconto em combustíveis, por exemplo, assim como tem feito uma revisão e reajustado os ganhos dos motoristas parceiros em diversas cidades". Já a 99 disse que os novos valores levam em consideração "o impacto negativo do aumento dos combustíveis sobre a categoria, considerando a manutenção do equilíbrio da plataforma". "O objetivo é continuar oferecendo uma fonte de ganho para os motoristas parceiros e um meio de transporte financeiramente viável, seguro e eficiente para a população."
Corrida cancelada se torna uma rotina
Passageiros que usam aplicativos de motorista particular relatam alta no preço e dificuldade para achar um motorista. Coordenador de mobilidade urbana do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Rafael Calabria, atribui os problemas ao preço "irreal" e "surpreendentemente baixo" que as plataformas praticam no Brasil - o que leva à má qualidade dos serviços.
"Ter vários cancelamentos dos motoristas se tornou rotina", diz a analista de redes sociais Camila Nishimoto, 25 anos, que costuma usar o Uber para se deslocar na Grande São Paulo. O preço também mudou. Em Brasília, a passageira Regina Picoli sentiu a diferença. Ela lembra que, em agosto, uma viagem do aeroporto de Brasília até sua casa custou cerca de R$ 30. Ontem, o preço cobrado foi de R$ 40. "Vi que aumentou bastante", diz.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Petrobras atua para não repassar a volatilidade momentânea de preços

Economia
15:18 | Set. 14, 2021
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O presidente da Petrobras, general da reserva Joaquim Silva e Luna, defendeu hoje (14) a atuação na empresa na política de preço de combustíveis. Durante debate no plenário da Câmara dos Deputados, Silva e Luna disse que a empresa atua para não repassar a "volatilidade momentânea" dos preços internacionais do petróleo para o valor dos combustíveis no Brasil.

Segundo o presidente da empresa, durante o processo de reajuste nos combustíveis, a Petrobras verifica se o aumento se deve a questões estruturais, de longo prazo, ou conjunturais, de curto prazo.

"O que é conjuntural, ela absorve e procura entender ao máximo possível essa lógica de mercado", disse Silva e Luna durante comissão geral da Câmara para debater o preço dos combustíveis das usinas termelétricas.

Gás natural

De acordo com Silva e Luna, a empresa tem uma rigorosa governança corporativa, estando submetida a diferentes órgãos reguladores e de mercado. Silva e Luna disse que desde o início da crise energética, a empresa tem atuado para aumentar a oferta de gás natural no país.

O presidente da Petrobras disse que, dos 14,882 gigawatts gerados no país por usinas termelétricas movidas a gás natural, a empresa é responsável, por cerca de 5,6 gigawatts.

“Temos uma rigorosa governança: não tem espaço para aventura na empresa. A Petrobras triplicou a entrega de gás para operação das termoelétricas nos últimos 12 meses e contribui para este momento de crise energética”, afirmou.

Combustíveis

Silva e Luna disse ainda que o interesse da Petrobras é o Brasil e que, parte do preço da gasolina está relacionado à cobertura de custos com produção, investimentos e juros da dívida e outra parte vai pagamento de impostos.

“Petrobras atua para não repassar preço internacional. Faz investimentos selecionados e tem uma forte governança para evitar qualquer desvio".

Silva e Luna disse ainda que do preço médio de R$ 6 reais na gasolina, a Petrobras é responsável por cerca de R$ 2 e que o tributo que mais impacta no preço é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos estados.

O presidente da Comissão de Minas e Energia (CME), Édio Lopes (PL-RR), disse que o colegiado tem acompanhado o desenrolar da crise energética e que não compartilha uma visão “tão otimista” quanto a do governo.

Lopes citou, além da alta dos combustíveis, o baixa no nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas do Centro-Oeste e Sudeste e o aumento na utilização das usinas termelétricas mais caras.

O deputado citou ainda o preço do gás de cozinha, do óleo diesel e da gasolina e disse que é simplista atribuir ao ICMS a culpa pela alta dos combustíveis.

“Seria por demais simplista queremos atribuir o elevado preço de combustíveis no Brasil apenas passando a responsabilidade no ICMS que é tributo de fundamental importância para os estados. Em 2001, a gasolina custava R$ 2,90 e a carga tributária era a mesma dos dias atuais. Que a carga tributária, no caso o ICMS, pesa no resultado final do combustível é verdade, mas é simplista dizer que a causa é só essa”, criticou.

Matéria alterada, às 14h27, no quinto parágrafo para substituir a palavra megawatts por gigawatts.

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Deputado critica Guedes e diz que Estados têm de ser recompensados por ICMS menor

ECONOMIA
14:18 | Set. 14, 2021
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O deputado José Melto (Podemos-GO) criticou o ministro da Economia, Paulo Guedes, e disse que há um jogo de empurra-empurra entre o presidente da República e governadores em meio à escalada da alta dos preços dos combustíveis. Ele falou durante debate que ocorre sobre a situação da operação das termelétricas, o preço dos combustíveis e outros assuntos relacionados à Petrobras no plenário da Câmara, com presença do presidente da empresa, Joaquim Silva e Luna.
"O principal agente não está aqui, que é o Paulo Guedes", disse o deputado, afirmando que o ministro é o responsável pela política cambial.
Na verdade, quem é responsável por atuações no câmbio é o Banco Central, mas a autoridade monetária sempre alerta que suas intervenções estão ligadas à questões de ajustes de mercado, e não busca uma cotação específica.
O deputado, que defendeu a quebrar do monopólio da estatal, disse que a Petrobras virou uma "Geni". "É uma empresa dos acionistas internacionais e nacionais. Quem tem dinheiro aplica, mas quem paga a conta é o povo sofrido brasileiro", declarou.
Melto também disse que o "jogo de empurra" não pode continuar. "Temos que baixar o ICMS?", questionou, respondendo que sim, mas que uma queda drástica do imposto deveria vir acompanhada de uma recompensa para que os Estados tenham como pagar professores e abastecer viaturas policiais.
O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) também fez críticas ao chamado "Centrão". "Como disse uma jornalista, o Centrão vai ao velório pega na alça do caixão, mas na hora de se jogar junto para ser enterrado ele tem capacidade política para saber que isso vai levar à morte. Ele sabe que o que acontece hoje com a Petrobras é altamente impopular porque incide na renda da família brasileira."
O deputado também lembrou que, durante a campanha, o então candidato Jair Bolsonaro disse que o preço do gás não passaria de R$ 30, e que o da gasolina não seria superior a R$ 2,50. "General Luna, Bolsonaro é diretamente responsável por isso, e o senhor é co-responsável pela política que gera alto rendimento para os senhores, mas fome para milhares de brasileiros."
Glauber Braga anunciou ainda que dia 25 de setembro 2 de outubro vai ter "uma grande movimentação de atos públicos muito maiores do que em 7 de Setembro, para a derrubada do governo Bolsonaro".

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Preço dos combustíveis: dólar forte torna todas as commodities mais caras, diz presidente da Petrobras

ECONOMIA
13:57 | Set. 14, 2021
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Depois de ouvir muitas críticas sobre a alta dos preços dos combustíveis, o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, salientou que o dólar forte torna todas as commodities mais caras.

Ele também disse que cumprirá as regras que estiverem estabelecidas durante debate que ocorre sobre a situação da operação das termelétricas, o preço dos combustíveis e outros assuntos relacionados à empresa no plenário da Câmara.

"Repassamos aumentos estruturais, não os conjunturais, para reduzir volatilidade", argumentou.

Respondendo ao questionamento de um parlamentar, o general disse que a estatal compensou a queda de entrega de gás para o Nordeste com diesel e comentou que a Petrobras saiu da Operação Lava Jato "sozinha" e passou a ser empresa sólida.

Sobre campanha publicitária, ele disse que a decisão foi tomada para esclarecer à sociedade o que cabe à empresa na formação de preço dos combustíveis. "Não é provocação", garantiu.

Reservas em riqueza

O presidente da Petrobras disse também ter pressa de que as reservas brasileiras se transformem em riqueza. "Vamos produzir cada vez mais", previu.

Segundo o general, a estatal teve momento difícil, mas já saiu dessa fase e, direto aos brasileiros afirmou: "orgulhe-se da Petrobras".

Comentou também que os uniformes da companhia emprestam uma espécie de "elegância moral" a todos que têm orgulho de vesti-los. "O que importa para o Brasil, importa para a Petrobras", disse.

Silva e Luna salientou ainda que duas vendas de refinarias foram frustradas, mas que a empreitada será retomada. Além disso, destacou que outras quatro estão em curso.

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Crise hídrica se arrasta e deve perdurar até novembro, diz Silva e Luna

ECONOMIA
13:42 | Set. 14, 2021
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O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, disse nesta terça-feira, 14, que a crise hídrica, com a consequência de uma crise energética, já se arrasta "há algum tempo" e deve perdurar até novembro. "Estamos necessitando de várias mãos para encontrar um caminho", afirmou durante debate que ocorre no plenário da Câmara dos Deputados.
Ele destacou que a companhia ampliou a capacidade instalada e de entrega de gás de 2 GW para 8 GW. "Nosso comprometimento é com a situação que vivemos nesse momento", afirmou, repetindo que a estatal é controlada por vários setores.
O general comentou há um contrato com a térmica de Linhares (ES) até 2025 e que a Petrobras vai cumprir com o fornecimento o gás.
Ele disse que a térmica Norte Fluminense tinha problema, mas voltou a funcionar de forma plena hoje, que a Térmica Santa Cruz está em manutenção programada, mas que volta a operar em 30 de setembro, e que a companhia atende hoje quase toda a demanda de gás no Nordeste.
O presidente da Petrobrs também previu que, em outubro, estará com operações em 100%, além de citar a situação da produção em vários outros Estados questionados pelos parlamentares.

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