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Porto do Pecém inaugura 3 novas áreas para paradas de navios e prevê aumento na movimentação portuária

O complexo estima um ganho de capacidade na movimentação portuária e um maior nível de segurança nas operações com a utilização das três novas áreas de fundeio
13:52 | Ago. 31, 2021
Autor Alan Magno
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Alan Magno Estagiário do O POVO Online
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O Porto do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, Ceará, divulgou nesta terça-feira, 31 de agosto, o início das operações de três novas áreas de fundeio para navios que desejam atracar no complexo portuário. As áreas atuam como uma espécie de "estacionamento" para os navios e detém autorização e reconhecimento da Marinha do Brasil. 

As novas áreas permitem que "os navios possam lançar âncora e aguardar a vez na sequência de atracação ou ainda realizar operações com tripulantes ou cargas de forma reconhecida pelos órgãos anuentes", conforme anúncio do Porto.

Com a ampliação, o completo portuário cearense passa de duas para cinco áreas de fundeio, o que permitirá uma gestão e logística de embarque e desembarque mais seguras para os navios cargueiros com exportações e importações no Ceará. O completo estima ainda um ganho de capacidade na movimentação portuária com a utilização das três novas áreas pelos navios

Os locais de fundeio integram as instalações portuárias do Pecém e além de atuarem como suporte logístico exercem ainda a função de dispositivo de segurança do terminal, conforme a Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar, de 1974, da qual o Porto do Pecém é signatário.

Caberá ao porto cearense a fiscalização e monitoramento das áreas de mar delimitadas para fundeio como forma de evitar o uso irregular das mesmas, incluindo o uso das regiões por embarcações não registradas na programação do Porto.  

"O Pecém passa, portanto, a ter uma maior área de aguardo para navios conteineiros ou ainda embarcações em situação de arresto/embargo ou quarentena", destaca o complexo portuário. 

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Trabalhadores nascidos em janeiro podem sacar auxílio emergencial; veja tabela

Economia
06:28 | Set. 01, 2021
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Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em janeiro podem sacar, a partir de hoje (1º), a quinta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 20 de agosto.

Os recursos também podem ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

A Caixa Econômica Federal encerrou na última terça-feira, 31 de agosto, o pagamento da quinta parcela do auxílio emergencial de 2021 e dará início ao pagamento da próxima parcela, a sexta paga este ano, no dia 17 de setembro para quem recebe o Bolsa Família e no dia 21 do mesmo mês para público geral.

 

Na sequência, a sétima e última parcela do benefício está prevista para começar a ser paga no dia 18 de outubro para beneficiários do Bolsa Família e no dia 20 de outubro para público geral.

O POVO lista abaixo a tabela com calendário completo de saque da quinta parcela do auxílio e mostra ainda o cronograma com data de saque e depósito da 6º parcela.

LEIA TAMBÉM | MP que substitui Bolsa Família pelo Auxílio Brasil é publicada; entenda mudanças

Os beneficiários receberão por meio de mensagens via WhatsApp informações detalhes sobre pagamento e saque das próximas parcelas do auxílio, conforme anúncio do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, ao divulgar a prorrogação do benefício no mês de julho. 

O pagamento das novas parcelas criadas, seguirá o mesmo principio de pagamento escalonado de acordo com a data de nascimento para público geral e levando em consideração o último dígito do NIS para beneficiários do Bolsa Família. 

Quinta parcela do auxílio emergencial 2021: calendário de saque para público geral

  • Nascidos em janeiro - 1º de setembro
  • Nascidos em fevereiro - 2 de setembro
  • Nascidos em março - 3 de setembro
  • Nascidos em abril - 6 de setembro
  • Nascidos em maio - 9 de setembro
  • Nascidos em junho - 10 de setembro
  • Nascidos em julho - 13 de setembro
  • Nascidos em agosto - 14 de setembro
  • Nascidos em setembro - 15 de setembro
  • Nascidos em outubro - 16 de setembro
  • Nascidos em novembro - 17 de setembro
  • Nascidos em dezembro - 20 de setembro

Sexta parcela do auxílio emergencial 2021: calendário de pagamento para beneficiários do Bolsa Família

  • NIS com final 1: 17 de setembro
  • NIS com final 2: 20 de setembro
  • NIS com final 3: 21 de setembro
  • NIS com final 4: 22 de setembro
  • NIS com final 5: 23 de setembro
  • NIS com final 6: 24 de setembro
  • NIS com final 7: 27 de setembro
  • NIS com final 8: 28 de setembro
  • NIS com final 9: 29 de setembro
  • NIS com final 0: 30 de setembro

Sexta parcela do auxílio emergencial 2021: calendário de pagamento (depósito em conta) para público geral

  • Nascidos em janeiro - 21 de setembro
  • Nascidos em fevereiro - 22 de setembro
  • Nascidos em março - 23 de setembro
  • Nascidos em abril - 24 de setembro
  • Nascidos em maio - 25 de setembro
  • Nascidos em junho - 26 de setembro
  • Nascidos em julho - 28 de setembro
  • Nascidos em agosto - 29 de setembro
  • Nascidos em setembro - 30 de setembro
  • Nascidos em outubro - 1º de outubro
  • Nascidos em novembro - 2 de outubro
  • Nascidos em dezembro - 3 de outubro

Sexta parcela do auxílio emergencial 2021: calendário de saque para público geral

  • Nascidos em janeiro - 4 de outubro
  • Nascidos em fevereiro - 5 de outubro
  • Nascidos em março - 5 de outubro
  • Nascidos em abril - 6 de outubro
  • Nascidos em maio - 8 de outubro
  • Nascidos em junho - 11 de outubro
  • Nascidos em julho - 13 de outubro
  • Nascidos em agosto - 14 de outubro
  • Nascidos em setembro - 15 de outubro
  • Nascidos em outubro - 18 de outubro
  • Nascidos em novembro - 19 de outubro
  • Nascidos em dezembro - 19 de outubro
 

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Quem são os desempregados

00:30 | Set. 01, 2021
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No Brasil, as mulheres são maioria entre os desempregados no segundo trimestre. Enquanto a taxa de desocupação foi de 11,7% para os homens, houve um resultado de 17,1% para as mulheres. Por cor ou raça, a taxa de desemprego ficou abaixo da média nacional para os brancos, em 11,7%, muito abaixo do resultado para os pretos (16,6%) e pardos (16,1%).


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BANDEIRAS TARIFÁRIAS

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00:30 | Set. 01, 2021
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Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo.

Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 1,874 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos

Bandeira vermelha - Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 3,971 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumidos.

Bandeira vermelha - Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 9,492 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumidos.

Bandeira Escassez Hídrica: condições de extrema dificuldade de geração por conta da escassez hídrica que afeta as usinas hidrelétrica. A tarifa sofre acréscimo de R$ 14,20 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumidos.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

 

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Mercado está em 'processo inicial de recuperação'

00:30 | Set. 01, 2021
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O mercado de trabalho no Brasil mostra "um processo inicial de recuperação" do choque provocado pela crise sanitária, avaliou Adriana Beringuy, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa de desemprego no Brasil desceu de 14,7% no primeiro trimestre para 14,1% no segundo trimestre do ano, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).

"Um fator que opera de forma bastante favorável para a recuperação do mercado de trabalho é a expansão da vacinação. Em muitas cidades do Brasil, você tem a primeira dose em pessoas com 18 anos de idade", avalia.

Para ela, a recuperação do emprego para patamares pré-pandemia vai depender do desempenho da atividade econômica e do impacto da inflação no poder de compra das famílias.

"O processo de inflação mexe no poder de compra das famílias. Mais de 70% do nosso PIB (Produto Interno Bruto) vem do consumo das famílias".

A queda na taxa de desemprego ainda não foi decorrente de uma redução expressiva no total de pessoas em busca de trabalho. O Brasil tem 14,444 milhões de pessoas procurando uma vaga, 361 mil a menos que no trimestre anterior, uma queda de 2,4%, margem considerada estável.

A taxa de desemprego recuou graças a um crescimento na ocupação: em apenas um trimestre, 2,141 milhões de pessoas conseguiram um trabalho, embora mais de 75% delas na informalidade.

Em apenas um trimestre, 1,117 milhão de pessoas passaram a trabalhar por conta própria e sem CNPJ, ou seja, aderiram a esse tipo de atuação informal. O trabalho por conta própria subiu a um recorde de 24,839 milhões de pessoas. (Agência Estado)

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Com nova bandeira tarifária, conta de luz deve subir, em média, 6,78%

Jornal
00:30 | Set. 01, 2021
Autor Adriano Queiroz
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Adriano Queiroz Autor
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O consumidor brasileiro começa o mês de setembro sob a vigência de uma nova bandeira tarifária, que deve elevar o valor da conta da luz em média 6,78%.

A chamada “bandeira escassez hídrica”, que acrescentará R$ 14,20 a cada 100kWh (quilowatts-hora) consumidos, passa a vigorar no lugar da “bandeira vermelha - patamar 2”, cujo acréscimo correspondente era de R$ 9,49. O novo regime tarifário representa um reajuste de 49,63% em relação ao anterior e valerá de hoje até o dia 30 de abril do próximo ano.

O anúncio foi feito ontem pelo diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pelpitone, e reforçado em pronunciamento do Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão.

A decisão visa fazer frente às despesas do acionamento de usinas térmicas e das medidas adotadas para evitar apagões e até mesmo um racionamento de energia.

Durante o pronunciamento, o ministro citou medidas adotadas pelo governo na última semana, como a determinação de órgãos públicos reduzirem de 10% a 20% o consumo de energia. Albuquerque também comentou o programa de redução voluntária voltado para grandes consumidores e consumidores residenciais.

As regras para a concessão de bônus para famílias que pouparem energia foram publicadas em portaria nesta terça. "Os consumidores que aderirem a este chamado e economizarem energia, serão recompensados e poderão ter redução na sua conta de luz."

O desconto na conta será de R$ 50 reais a cada 100 kWh reduzidos, desde que a redução do consumo seja de, ao menos, 10% em relação a igual período do ano passado. O desconto será limitado a 20%, mesmo que a economia de energia seja maior. A medida vai durar até dezembro deste ano. Em média, uma família brasileira consome 163 kWh mensais.

Para o coordenador do Núcleo de Energia da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Joaquim Rolim, embora a situação hídrica seja preocupante de fato, o reajuste penaliza o consumidor e impacta em toda a cadeia econômica. “A gente fica muito preocupado com os custos no setor industrial porque a energia elétrica é um insumo importante para a produção”.

Sobre a política de incentivos à redução do consumo, Rolim defendeu que essa deveria ser prioritária em relação à elevação da bandeira tarifária. “O incentivo para reduzir o consumo tende a ser mais eficaz, como já é observado em muitos países. Outras coisas importantes são aprimorar a eficiência energética e investir mais em energias renováveis”, avaliou.

Em tese, caberia apenas à Aneel a atribuição de definir as tarifas de energia elétrica praticadas no País, mas o órgão procurou aval do Ministério de Minas e Energia para a adoção da medida. A preocupação com o impacto de mais um aumento no preço da energia sobre a inflação fez com que o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, entrassem na discussão.

Ao longo da discussão, o governo cogitou elevar a taxa para algo entre R$ 15 e R$ 20, por um período mais curto. Havia ainda um cenário-limite de até R$ 25, que foi rapidamente considerado improvável. Em junho, a agência já havia aprovado um aumento de 52% no valor da bandeira vermelha – patamar 2, que passou de R$ 6,24 a R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos.

O sistema de bandeiras foi criado em 2015 pela Aneel. Anteriormente, o custo da energia era repassado às tarifas uma vez por ano, no reajuste de cada distribuidora, com incidência de juros. Agora, os recursos são cobrados e repassados mensalmente. (Com agências)

Entenda tudo sobre a crise energética | Economia na Real

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