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Amazon lança entrega Prime gratuita em um dia em 50 cidades; Fortaleza está fora

O serviço está disponível em São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pernambuco e também no Distrito Federal, estados onde já possui centro de distribuição
08:02 | Ago. 04, 2021
Autor - Agência Estado
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A Amazon anunciou nesta terça-feira (3) a entrega grátis em um dia para membros do programa de fidelidade Prime. O benefício não tem valor mínimo de compra, e está disponível em mais de 50 cidades brasileiras, nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pernambuco e também no Distrito Federal. O anúncio vem em um momento em que os concorrentes como Mercado Livre, Magazine Luiza e Americanas já realizam entregas em horas.

O serviço de entrega grátis em um dia está disponível em regiões onde a empresa atua com centro de distribuição. No Ceará, que não está incluído na lista, o centro de distribuição ainda está em processo de instação, em Maracanaú.

Leia Mais| Amazon ainda divulga vagas de emprego para o Centro de Distribuição no Ceará

+ Magazine Luiza promete entrega em até 1h em 11 cidades, incluindo Fortaleza

Segundo Mariana Roth, líder de Amazon Prime para o Brasil, a estratégia da companhia é fazer anúncios de novos prazos mínimos de entrega apenas quando a companhia tem certeza de que conseguirá cumpri-lo, preferindo surpreender positivamente o cliente ao entregar antes do prometido.

Questionada a respeito do quanto a falta de lojas físicas atrapalha a companhia a acelerar a velocidade de suas entregas como a concorrência, que usa os pontos físicos como minicentros de distribuição mais próximos dos clientes, ela afirma que a Amazon busca vencer as distâncias abrindo mais centros de distribuição, sem especificar quantos ou em quais lugares.

"Operamos atualmente nove Centros de Distribuição: cinco em Cajamar (São Paulo), um em Betim (Minas Gerais), um em Santa Maria (DF), um em Santa Rita (RS) e um em Cabo de Santo Agostinho (Pernambuco)", diz Mariana.

Hoje, mais de 700 cidades contam com entrega Prime gratuita em dois dias, incluindo Rio de Janeiro, Goiânia, Curitiba, Florianópolis e Vitória. Para todas as outras regiões, a Amazon oferece entrega Prime gratuita a partir de três dias. A empresa não comenta quais os maiores desafios logísticos do Brasil, por considerar o tema estratégico.

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Mercado Livre e Americanas negociam Centro de Distribuição no Ceará e Amazon já se instala

e-commerce
11:46 | Jul. 24, 2021
Autor Ana Flávia Motta
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Enquanto é aguardado o anúncio de inauguração do novo Centro de Distribuição da Amazon, o secretário do Desenvolvimento Econômico do Governo do Ceará, Maia Júnior, revela que já está negociando com outras empresas a instalação de novos centros.

"Um dos focos da secretaria são as atividades comerciais e fortalecer e criar emprego no atacado e varejo, para isso regulamentamos o e-commerce junto com a Sefaz e estamos buscando atrair centros de distribuição para o Ceará", explica. A Magazine Luiza, que já conta com um centro, terá espaço ainda maior, segundo o Secretário. Ainda está ocorrendo negociações com o Mercado Livre, Lojas Americanas e a empresa cearense Zenir.

A Amazon divulga vagas de emprego no Estado. A empresa tentou manter sigilo sobre a instalação do Centro de distribuição (CD) no Ceará, mesmo quando O POVO antecipou que houve seleção da equipe própria para atuar no Estado. Maia Júnior já havia também antecipado ao O POVO sobre as negociações para os centros da Magalu e Americanas.

A expectativa é que cada CD gere em média 500 empregos, considerando que sejam centros de distribuição regional e não apenas local. "A diferença desta secretaria atual para as anteriores é olhar para todas atividades econômicas: agronegócio, indústria, comércio e serviços. Um trabalho realizado e focado em gerar emprego e preparar a economia do ceara com inteligência, conhecimento, inovação, tecnologia atuais e pesquisa, priorizando as cadeias econômicas do programa ceara veloz 2.0", diz o secretário.

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Cearense Termaco Logística conclui ampliação de R$ 650 mil em Teresina

Mercado logístico
12:17 | Jul. 19, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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A cearense Termaco Logística informou nesta segunda-feira, 19 de julho, conclusão de novo espaço de R$ 650 mil em Teresina com capacidade ampliada para atender segmentos na área de soluções logísticas.

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São quase 2.500m², espaço duas vezes maior que a antiga filial em Teresina, e o prédio fica no Distrito Industrial, dentro da capital do Piauí e com às regiões da cidade, Região Metropolitana e interior do estado.

Sobre a nova filial, a Termaco informa que há capacidade ampliada para carga e descarga de caminhões com oito docas, sendo quatro com plataforma niveladora. Além disso, o pátio de manobras com mais de 1.000m² permite a movimentação e o estoque de produtos e equipamentos com dimensões variadas.

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Sobre a empresa

Fundada no Ceará e com 35 anos de história, a Termaco Logística atende os segmentos de autopeças, material elétrico e de segurança patrimonial, alimentos, ferramentas, energia solar, eletrônicos, utilidades e confecções.

Atualmente, tem mais de cinco mil clientes ativos e está em todos os estados do Nordeste e em São Paulo. Ainda são quase 800 colaboradores e movimenta cerca de 800 toneladas/dia em carga fracionada, nos modais rodoviário e aéreo. 

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Veja novo Centro de Distribuição da Amazon no Ceará

maracanaú
15:15 | Jul. 16, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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A gigante de tecnologia Amazon já colocou sua logo em estrutura localizada no Anel Viário, em Maracanaú. A empresa sempre manteve sigilo sobre a instalação do Centro de distribuição (CD) no Ceará, mesmo quando O POVO apurou que houve seleção da equipe própria para atuar no Estado, em abril de 2021.

As vagas eram em cargos de gerência, com área de atuação em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza e estavam disponíveis no site da companhia com sede em Seattle, nos Estados Unidos. As contratações, à época, reforçavam as especulações do lançamento de um Centro de Distribuição (CD) no Estado.

Oficialmente, a gigante do e-commerce ainda não confirmou a estrutura de um CD no Ceará, mas agora, além das contratações, a logo da Amazon já foi colocada no empreendimento localizado no Anel Viário. Procurada pelo O POVO, a companhia retornou que "não comenta sobre planos futuros".

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Por enquanto, em novembro do ano passado, foram lançados três novos centros logísticos da empresa no Brasil: em Betim (MG), Santa Maria (DF) e Nova Santa Rita (RS). Nos últimos três anos, a companhia passou de 1 para 8 centros logísticos no País.

Já em maio deste ano, a Amazon anunciou novo Centro de Distribuição (CD) no Brasil, em Cajamar, na Grande São Paulo. Segundo a empresa, serão 450 novos empregos diretos e a possibilidade de centenas de empregos indiretos a partir do programa global Fulfilment By Amazon (FBA - Logística da Amazon).

O novo complexo representa cerca de 57 mil metros quadrados (m²) de área, o que equivale a cinco campos de futebol.

Sobre o CD no estado, em fevereiro, o Governo do Ceará regulamentou um decreto que disciplina o comércio eletrônico (marketplace) no Estado. A medida abre caminho para que não apenas a Amazon, mas outros players do setor, como Magalu e Americanas.

Esta não é a única frente de investimentos da Amazon no Ceará. No dia 17 de novembro, a companhia assinou com o Governo um acordo para um Centro de Transformação Digital no Estado. O projeto prevê, inicialmente, que pelo menos mil cearenses sejam beneficiados com cursos de capacitação e competência em transformação digital, além de parceria com universidades estaduais. As primeiras turmas começaram a ser formadas no mês passado. Também está em negociação a atração de um Data Center próprio no Estado. 

 

Programa FBA

É um programa de logística que cria oportunidades para toda uma rede de parceiros de negócios que podem contar com a experiência da Amazon para armazenar e intermediar a entrega de seus produtos.

Além dos empregos diretos, os Centros de Atendimento também criam empregos indiretos por meio do programa FBA.

Os parceiros de negócios do FBA recebem o selo Prime em seus produtos, agilizando o envio para clientes em todo o País e, no caso de clientes Prime, com entregas gratuitas.

O FBA está à disposição dos parceiros de negócio localizados no estado de São Paulo que operam sob o regime do Simples Nacional.

O programa atende ao parceiro de negócios, que envia seus produtos para um centro de distribuição da Amazon. Ao se inscrever, a logística, empacotamento e entrega ao cliente final ficam sob os cuidados da Amazon e da transportadora parceira da Amazon.

No FBA, o serviço pós-venda também será fornecido pela Amazon, 24 horas por dia, sete dias por semana.

A Amazon ainda oferece o programa FBA Onsite, que também permite o selo Prime e opções de frete rápido e gratuito.

Nesta versão, o parceiro de negócios mantém os produtos em seu próprio armazém, manuseia e empacota os produtos, usando as ferramentas da Amazon para gerenciamento de estoque. A transportadora parceira da Amazon é responsável por recolher os produtos vendidos no armazém do parceiro de negócio e entregá-los em todo o Brasil. A logística de devolução também é feita pela transportadora parceira da Amazon.

 

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Arezzo faz acordo com Mercado Livre para vender para classes B e C+

Mundo da moda
09:21 | Jul. 14, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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A Arezzo Indústria e Comércio S.A (Arezzo&Co) anunciou nesta quarta-feira, 14 de julho, a entrada no segmento de calçados e bolsas femininos para as classes B e C+, por meio da compra da marca My Shoes. Para dar segmento ao plano, também celebrou acordo comercial com o Mercado Livre para distribuição dos produtos. Os valores das negociações não foram revelados no comunicado aos acionistas.

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Segundo a empresa, o público deste segmento representa cerca de 44% do mercado consumidor nacional. "A iniciativa é resultante de uma série de estudos e pesquisas realizados com consumidoras e lojistas nos últimos 24 meses, que evidenciaram a carência do mercado por um marca democrática e com informação de moda", pontua a marca.

Recém adquirida pela Arezzo&Co, a My Shoes esteve inativa nos últimos três anos e é voltada para o comércio de calçados e bolsas femininos. "A marca possui forte lembrança de marca no mercado da moda, bem como centenas de milhares de seguidores fiéis em suas redes sociais", frisa o comunicado ao mercado.

Já o acordo comercial com sociedades do Grupo Mercado Livre estabelece parceria de longo prazo para anúncio, comercialização e distribuição, pela empresa, dos produtos da categoria de calçados femininos e acessórios da marca My Shoes, de titularidade da Arezzo&Co, no site Mercado Livre.

A companhia aposta em entrega mais rápida, com a utilização dos serviços de Mercado Shops para a criação de loja online exclusiva da marca My Shoes.

"A aquisição da marca My Shoes e a parceria com o Mercado Livre estão de acordo com a estratégia de complementar os negócios da Arezzo&Co no setor de moda, varejo e vestuário, ampliando seu mercado endereçável, sua oferta de produtos e seu portfólio de marcas, buscando consolidar a Companhia como uma house of brands (centro de marcas)", justifica a marca, por meio de documento assinado por Aline Ferreira Penna Peli, diretora executiva de Relações com Investidores, Estratégia e M&A da Arezzo&Co.

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O que a briga pela "entrega mais rápida do Brasil" tem a dizer para o mercado

Disputa
00:30 | Jul. 09, 2021
Autor Irna Cavalcante
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A disputa travada entre as grandes varejistas pela melhor expertise logística chegou também ao mercado publicitário. No último dia 30, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) recomendou que Magazine Luiza, Mercado Livre e Americanas.com ajustassem os respectivos anúncios, cujos slogans prometem “a entrega mais rápida do Brasil”. Mas, afinal, qual o limite das empresas para alegar que é “a melhor” em uma peça publicitária?

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De acordo com o Conar, o código de ética é claro ao determinar que as peças publicitárias precisam de embasamento para sustentar uma alegação de superioridade em suas campanhas, por meio de pesquisa de um instituto considerado idôneo pela própria organização. Mas não apenas isso: é preciso que a fonte que originou a informação seja demonstrada de forma clara, e de fácil acesso, ao consumidor, para que ele também possa checar a veracidade daquela afirmação.

No caso específico das varejistas, as empresas apresentaram pesquisas para justificar a alegação de “entrega mais rápida”. Ainda assim, o colegiado entendeu que as peças precisavam ser alteradas para que as afirmações fossem disponibilizadas com maior detalhamento ao consumidor.

Foram três processos analisados. No final do ano passado, o Mercado Livre apresentou queixa contra o Magazine Luiza em relação ao uso do slogan "A entrega mais rápida do Brasil" e também contra a B2W, que controla a Americanas.com, pelo uso dos dizeres "A maior Black Friday com a entrega mais rápida do Brasil". Já em janeiro deste ano, foi aberto um processo contra o Mercado Livre, após denúncia do Magazine Luiza, questionando a alegação de "envio mais rápido do Brasil".

Os processos no Conar ainda não transitaram em julgado, ou seja, as empresas ainda podem recorrer. Mas, decisões de primeira instância devem ser cumpridas de imediato.

O debate sobre o uso de expressões de superioridade em slogans não é novo. O próprio Conar, em março deste ano, analisou caso semelhante no qual recomendou à Tim que ajustasse o slogan "A maior cobertura do Brasil" para identificar a rede à qual se refere — no caso, a 4G. Também orientou que fosse excluída a expressão publicitária "a melhor cobertura do Brasil", pois, neste ponto em específico, ainda carecia comprovação no processo.

O especialista em marketing, Armando Feitosa, explica que, de modo geral, como não existe uma fonte única de informações, é possível que mais de uma empresa sustente o título de “maior” ou “melhor” em determinada área. Porém, é essencial que o uso da questão da superioridade em campanhas seja embasado em fontes que gozem de credibilidade e que isso seja trabalhado com transparência ao consumidor.

“Mesmo com pouco espaço é possível informar ali a fonte daquela informação, a abrangência, o período da pesquisa ou mesmo o link para a pesquisa. São informações relevantes para que o próprio consumidor possa checar a honestidade daquela informação. E quem faz isso também ganha no relacionamento com o cliente”.

O presidente da comissão de direito do consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Gerson Sanford, reforça que este tipo de cuidado é fundamental para não induzir o consumidor ao erro. “A informação é um direito básico do consumidor e que também tem relação com o próprio direito à cidadania. Porque, com base nela, é que ele costuma se posicionar. Se estiver com uma informação errada é possível, inclusive, que ele venha a cometer erros que tragam não apenas danos patrimoniais, como um produto que não chega a tempo, mas também materiais e morais”.

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