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Academias seguem em busca de reconhecimento como atividade essencial e pedem ampliação do horário de funcionamento

Pleiteando abertura em horário integral, os estabelecimentos do setor argumentam que com atual capacidade de 25% enfrentam dificuldades para atender os clientes
12:13 | Mai. 28, 2021
Autor Alan Magno
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Alan Magno Estagiário de jornalismo
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Tipo Notícia

O setor de academias e demais estabelecimentos de condicionamento físico do Ceará, buscam, junto ao governo do Estado, autorização para funcionarem em horário pleno, das 5h30 até as 22h30. Na proximidade da publicação do novo decreto de isolamento social no Estado, o setor pondera que com a atual capacidade de funcionamento de 25% enfrenta dificuldade para atender a demanda dos clientes.

O principal questionamento feito pelo segmento diante das restrições ainda impostas aos estabelecimentos de setor é a aplicação do reconhecimento de tais instituições como serviços essenciais. A medida foi sancionada no começo deste mês, no dia 11, pelo prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT), porém, segundo a diretora do Sindicato das Empresas de Condicionamento Físico do Estado do Ceará (Sindifit-CE), Sasha Reeves, ainda não refletiu na flexibilização do processo de reabertura para o setor como o esperado.

“O Comitê deu uma esfriada diante de nossos pedidos, mas além do funcionamento pleno, o principal que nós queremos é sermos reconhecidos como locais seguros e que promovem a saúde e aumentam a imunidade da nossa sociedade”, argumenta a diretora que também representa a rede de academias AYO.

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Sasha pontua que o segmento espera ainda que a limitação de 25% seja ampliada para 50%, percentual que segundo a representante do sindicato de academias seria o “mínimo” para garantir o atendimento da população. “Seria o ideal, e é o que estamos querendo, mas o principal pedido para esta semana é o aumento do horário de funcionamento, porque com isso nós podemos atender a todos com muito mais flexibilidade”, acrescenta.

O aumento do horário de funcionamento representaria a convocação de profissionais do setor que estão atualmente com contrato suspenso ou ainda com acordo de redução de jornada, afastando assim, a hipótese de demissão. Ainda na semana passada, o sindicato do setor afirmou que cerca de 30% dos trabalhadores do segmento estavam com acordo de redução salarial mediante diminuição da carga horária de trabalho.

 


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