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Companhia das Docas prevê leilão de área no Porto de Fortaleza para 2022

Antaq receberá documentação de interessados entre 15 de fevereiro e 31 de março próximos
16:15 | Fev. 10, 2021
Autor Everton Lacerda
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Everton Lacerda Estagiário de jornalismo
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Tipo Notícia

A Companhia Docas do Ceará (CDC) prevê que o leiloamento e concessão de retroárea de 25.638 metros quadrados no Porto de Fortaleza irá acontecer no início de 2022. Segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), os interessados devem se manifestar entre os próximos dias 15 de fevereiro e 31 de março, com foco no alinhamento da documentação dos pretendentes. A previsão do órgão cearense é de que o edital da concessão seja publicado no 4° trimestre de 2021 e leilão no 1° trimestre de 2022.

Destinada à formuladora de combustíveis, a retroárea fica localizada no antigo pátio de triagem ferroviária, na avenida Vicente de Castro, e dispõe de uma área total de 25.638 metros quadrados. O local, por onde passa uma linha férrea da Transnordestina, está ocioso há vários anos.

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Já foram realizadas cinco audiências públicas referentes à discussão do leiloamento da área. As minutas jurídicas, os documentos técnicos e o formulário eletrônico podem ser acessados por meio de consulta pública no portal da Atanq

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Além do formulário eletrônico, os interessados no espaço podem comparecer pessoalmente em uma das unidades regionais da Antaq, ou na própria sede, em Brasília. Nos locais, o órgão federal disponibiliza atendimento e esclarecimento de dúvidas sobre o processo de leiloamento da retroárea do Porto de Fortaleza.

Conforme aponta a diretoria da CDC, o órgão vem acompanhando o andamento das áreas perante alinhamento com as diretrizes do Ministério da Infraestrutura. A diretora-presidente da companhia, Mayhara Chaves, aponta que o avanço na discussão do leiloamento do local é “significativo, pois trata da readequação de áreas e estruturas ociosas e não ociosas, que teve início com o Cais Pesqueiro – já em obras e gerando empregos diretos e indiretos no Mucuripe – e depois com o Terminal de Granel Sólido Vegetal”, opina.

Ela conclui ressaltando que a concessão da retroárea irá movimentar a economia cearense. “Com a concessão dessa retroárea, a Companhia Docas do Ceará injetará novos recursos em caixa, podendo então dar sequência ao planejamento estratégico que tornará o Porto de Fortaleza mais moderno e cada vez mais competitivo”.

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