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Economia
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Sindicato cearense diz que não vai aderir à greve dos caminhoneiros no dia 1º de fevereiro

O Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos no Ceará (Sindicam-CE) informou nesta quinta-feira, 28, que não vai aderir à greve dos caminhoneiros. O movimento, no entanto, já foi confirmado nacionalmente

Irna Cavalcante
17:25 | 28/01/2021
Paralisação dos caminhoneiros próximo à Ceasa do Ceará, na BR-116, em maio de 2019 (Foto: AURELIO ALVES)
Paralisação dos caminhoneiros próximo à Ceasa do Ceará, na BR-116, em maio de 2019 (Foto: AURELIO ALVES)

A greve nacional dos caminhoneiros prevista para o próximo dia 1º de fevereiro não deve contar com a adesão do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos no Ceará (Sindicam-CE). A entidade informou nesta quinta-feira, 28, que vai seguir a orientação da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) pela não paralisação da categoria e garantir o abastecimento durante a pandemia.

“A posição do Sindicam é seguir a orientação da CNTA, entidade nacional a que estamos ligados, e que já se manifestou contrária à paralisação, porque entende que esse não é o momento para greve em função do aumento do número de casos de Covid-19 no País”, afirmou a secretária do Sindicam Ceará, Joana D’arc Seixas.

Ela explica também que o sindicato hoje representa quase 11 mil caminhoneiros no Estado. “Além disso, uma paralisação agora não seria bom para os negócios, porque esse é um momento de alta para trabalhar”.

Nacionalmente, a greve já foi confirmada, no entanto, por outras entidades como a Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB). Segundo o presidente da ANTB, José Roberto Stringasci, entre 200 a 300 mil devem aderir ao movimento já no primeiro dia. Inclusive, no Ceará.

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