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Covid-19: Brasil registra menor média de casos desde maio de 2020

A média móvel serve para analisar se o número de casos confirmados e o de mortes por Covid-19 na última semana tem aumentado ou diminuído, em relação ao mesmo intervalo de tempo das semanas anteriores
10:38 | Set. 13, 2021
Autor Levi Aguiar
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Levi Aguiar Jornal
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O Brasil contabilizou 293 mortes e 10.615 novos casos de Covid-19, se acordo com informações do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), divulgadas no último domingo, 12. Em relação à média móvel de casos dos últimos sete dias, o País registrou 15.571. Esse é o menor número desde 21 de maio de 2020, quando o Brasil teve média de 15.310 casos na semana.

Sobre o mapeamento de mortes pela doença, a média móvel foi de 460, taxa que também apresentou recuo. A última vez que o Brasil havia apresentado um número com índice menor que a média móvel de 460 foi em 13 de novembro de 2020, com 389.

A média móvel serve para analisar se os números de casos confirmados e o de mortes por Covid-19 na última semana têm aumentado ou diminuído, em relação ao mesmo intervalo de tempo das semanas anteriores.

LEIA MAIS | Brasil acumula 20,9 milhões de casos e 586,5 mil mortes por Covid-19

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No total, segundo o Conass, o Brasil acumula 20.999.779 casos de Covid-19 e 586.851 óbitos. O Ministério da Saúde (MS) anunciou, no sábado, que 70 milhões de pessoas já foram vacinadas com duas doses ou a dose única da vacina contra a Covid-19 e completaram a imunização contra o novo coronavírus. 

O número corresponde a 44% do total da população maior de 18 anos com o esquema vacinal completo. Já na primeira dose, foram mais de 136,9 milhões de primeiras doses aplicadas. O número, segundo o MS, condiz a 85% da população maior de 18 anos.

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SP: capital começa a aplicar dose adicional em idosos acima de 85 anos

Saúde
10:18 | Set. 13, 2021
Autor Agência Brasil
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Começa hoje (13) na capital paulista a aplicação da dose adicional da vacina contra covid-19 para idosos acima de 85 anos. Podem se vacinar neste momento aqueles que tomaram a segunda dose ou a dose única há mais de seis meses. A estimativa é a de vacinar 76.849 mil pessoas. Também podem ir os postos (no período da tarde) para receber o imunizante da Pfizer aqueles que deveriam tomar a segunda dose da AstraZeneca desde o dia 1º de setembro.

Segundo a prefeitura, toda a rede de saúde estará aberta para a imunização do público elegível para primeira dose (D1), segunda dose (D2) e dose adicional. Os idosos devem comparecer a um dos postos de vacinação do município com o comprovante de vacinação, documento com foto e comprovante de residência na capital.

Com relação aos pacientes acamados em domicílio, em instituições de longa permanência para idosos e população indígena aldeada na cidade de São Paulo, a vacinação é feita pela equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência do usuário. A vacinação dos idosos acontecerá com a vacina que estiver disponível nos postos de saúde.

Os idosos com mais de 60 anos que tenham tomado a segunda dose há mais seis meses na capital podem fazer a inscrição para receber as doses de reforço, caso haja dose remanescente próximo ao término das atividades do serviço de saúde. Para isso, é preciso apresentar o comprovante de vacinação com ciclo vacinal completo, documento com foto e comprovante de residência. Também podem se cadastrar para a aplicação do reforço, pessoas imunossuprimidas com mais de 18 anos que tomaram a segunda dose ou única há pelo menos 28 dias.

A recomendação da prefeitura é a de que a população acompanhe a disponibilidade de segundas doses dos imunizantes por meio da plataforma De Olho na Fila.

A lista completa de postos pode ser encontrada na página Vacina Sampa.

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Brasil recebe mais de 5 milhões de doses da vacina contra covid-19

Saúde
10:08 | Set. 13, 2021
Autor Agência Brasil
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O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde recebeu neste domingo (12) o total de 5,1 milhões de doses da Pfizer/BioNTech. Os lotes desembarcaram pelo Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Essa é a maior remessa já entregue pela farmacêutica em um dia desde o começo da campanha de vacinação.

Os lotes com as doses foram divididas em quatro voos ao longo do dia. O primeiro, com 1,3 milhão, desembarcou ainda na madrugada do domingo. O segundo voo, com 1,1 milhão de vacinas, chegou por volta das 10h30. Outras duas remessas, com 1,1 milhão e 1,5 milhão, chegaram à tarde.

Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas vão acelerar a campanha de vacinação que já imunizou mais de 70 milhões de brasileiros com as duas doses ou a vacina de dose única, ou seja, quase 44% da população adulta. Os reflexos da imunização da população aparecem nos dados epidemiológicos todos os dias. Na última semana, 23 estados estavam com ocupação de leitos abaixo de 50%.

Desde o início da campanha de vacinação, das 259,4 milhões de doses distribuídas aos estados e Distrito Federal, 59 milhões são da farmacêutica Pfizer/BioNTech. Para que as vacinas cheguem aos postos de imunização, as doses passam por um rápido e rigoroso controle de qualidade.

No total, o Ministério da Saúde já entregou aos estados e ao DF mais de 259 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Mais de 136 milhões de brasileiros já receberam a primeira dose dos imunizantes, isto é, cerca de 85% dos 160 milhões de brasileiros com mais de 18 anos.

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Covid-19: país acumula 20,9 milhões de casos e 586 mil óbitos

Saúde
09:28 | Set. 13, 2021
Autor Agência Brasil
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Desde o início da pandemia de covid-19, o Brasil contabiliza 586.851 mortes em decorrência da doença, segundo o balanço mais recente do Ministério da Saúde, divulgado neste domingo (12). Deste total, 293 foram registrados nas últimas 24 horas. O número de casos confirmados subiu para 20.999.799, com o acréscimo de 10.615 novos casos em 24 horas, agregados ao último balanço.

O ministério informa que 20.050.471 pessoas se recuperam da doença, número que representa 95,5% do total de casos. Há, ainda, 362.457 pessoas sob acompanhamento, o que representa 1,7% do total. Além disso, 3.434 óbitos estão em investigação, que são os casos em que exames de diagnóstico são feitos após a morte do paciente.

Os dados, em geral, são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Boletim Covid 19- 12.09.2021
Ministério da Saúde

Estados

Em um recorte de número de mortes por estado, São Paulo lidera com 147.236 óbitos, seguido pelo Rio de Janeiro (63.880) e Minas Gerais (53.681).

Na outra ponta do ranking, o Acre é o estado que registrou menos mortes, desde o início da pandemia, com 1.816 óbitos. Em seguida vem o Amapá (1.960) e Roraima (1.968).

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Camilo anuncia a chegada de mais 231 mil doses de vacinas Pfizer ao Ceará

08:45 | Set. 13, 2021
Autor Euziane Bastos
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O governador Camilo Santana anunciou em suas redes sociais, nesta segunda-feira, 13, a chegada de 231.660 doses de vacinas Pfizer ao Estado. A previsão é de que o voo com os imunizantes aterrisse em solo cearense às 12h20, horário de Brasília.


Com mais esse lote de Pfizer, o Ceará somará 10.294.460 doses recebidas (CoronaVac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen) do Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Vacinômetro

 

Até as 17h da última quinta-feira, 9, foram aplicadas 8.458.568 doses no Ceará. Dessas mais de 8 milhões de doses, 5,66 milhões foram primeira dose, 2,63 milhões segunda dose e 156 mil dose única

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Pandemia causa queda de 27 milhões de procedimentos de saúde em 2020

Saúde
07:32 | Set. 13, 2021
Autor Agência Brasil
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Segundo o estudo, quando comparados os dados entre março e dezembro de 2020 (do início da pandemia até o fim do mesmo ano) com o mesmo período de 2019, a diferença foi de 26,9 milhões de procedimentos, sendo 16,6 milhões de exames de diagnóstico, 8,8 milhões de procedimentos clínicos, 1,2 milhões de pequenas cirurgias e 210 mil transplantes.

Os procedimentos considerados eletivos, que não são de urgência e emergência, tiveram impacto pelo direcionamento de boa parte da estrutura da rede de saúde para atender os pacientes com covid-19.

Entre março e abril de 2020, com o avanço da primeira onda da pandemia, houve uma queda quase à metade do número de procedimentos, de 8,1 milhões para 4,8 milhões. Em abril, foram registrados 5 milhões de procedimentos e em maio, 5,6 milhões. Após recuperação, o ano terminou  com 8 milhões.

Conforme o levantamento do CFM, as áreas mais afetadas entre março e dezembro de 2020, em comparação com o mesmo período no ano anterior, foram as consultas e exames em citopatologia (-51%), neurologia (-40%), anatomopatologia (-39%), cardiologia (-38%), oftalmologia (-34%) e medicina clínica (-33%).

No período analisado, deixaram de ser realizados 2,8 milhões de cirurgias. Entre março e dezembro de 2020 foram realizados 4,6 milhões de procedimentos desse tipo, contra 7,5 milhões no mesmo período em 2019.

Quando considerados os números absolutos, os procedimentos que tiveram mais impacto foram os da área de oftalmologia (-6,2 milhões), seguidos por radiologia e diagnóstico de imagem (-5,3 milhões), médico-clínico (-2,8 milhões) e radioterapia (-2,5 milhões).

Sofreram grandes quedas exames como os de gasometria (medição de quantidade de O2 e CO2 no sangue), câncer e Papanicolau. Outros procedimentos afetados foram o atendimento em centro de atenção psicossocial, cauterização de lesões na pele e atendimento para indicação ou inserção do dispositivo intrauterino (DIU).

Por regiões, as mais afetadas foram a Nordeste (-31%), Sul (-29%), Sudeste (-27%) e Norte (-21%). Entre estados, as reduções mais intensas se deram em Alagoas (-47%), no Piauí (-45%), Amazonas (-38%), Espírito Santo (-36%), emMato Grosso do Sul e Sergipe (-35%).

2021

No 1º semestre de 2021, o número de procedimentos eletivos foi de 50 milhões, 20% a mais do que no 1º semestre de 2020, quando foram registrados 41,6 milhões de consultas, exames e cirurgias. Quando comparado com o 1º semestre de 2019, o número representa uma queda de -14%.

O Conselho Federal de Medicina avalia que é possível adotar uma série de medidas para tentar compensar a queda, como campanhas junto aos pacientes, sobretudo para os que têm doenças crônicas.

Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde afirmou, em nota, que a organização dos procedimentos de saúde e dos critérios para definir prioridades cabe aos estados e municípios. Segundo a nota, o órgão disponibilizou R$ 350 milhões em recursos adicionais para esse tipo de procedimento.

De acordo com a pasta, no primeiro semestre foram realizados 3,7 milhões de cirurgias eletivas, com aumento em relação ao mesmo período de 2020, com 3,4 milhões desses procedimentos, mas ainda queda se comparado ao primeiro semestre de 2019, quando equipes de saúde fizeram 4,9 milhões de cirurgias.

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