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Saiba por que pessoas mais jovens podem sofrer AVC e como ficar atento aos sintomas

Apesar de acometer mais idosos, a doença silenciosa atinge também pessoas mais jovens. Sedentarismo e sobrepeso são fatores de risco
08:27 | Set. 07, 2021
Autor Gabriela Almeida
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Gabriela Almeida Repórter O POVO
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Nesse último fim de semana, a ex-BBB Josy Oliveira veio a óbito após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Com apenas 43 anos, a cantora foi vitima de uma das causa mortis mais comuns no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde (MS). O derrame, como a emergência médica é conhecida, tem mais incidência em pessoas idosas, mas pode afetar também os mais novos.

O AVC acontece quando os vasos responsáveis por levar sangue ao cérebro se rompem ou entopem. Sem a circulação sanguínea, uma parte do órgão acaba paralisando, motivo pelo qual a pessoa que sofre o derrame apresenta sintomas como dificuldade para andar, para falar ou para entender algo. O paciente também pode sentir dormência ou paralisia na face, no braço ou na perna.

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"O AVC acomete, principalmente, idosos a partir de 60 anos." explica Renata Jucá, professora do Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal do Ceará (UFC) e uma das responsáveis pelo projeto Rede CuidAVC, grupo de pesquisa que busca informar sobre a importância da prevenção e cuidados envolvendo Acidentes Vasculares Cerebrais. "Os fatores de risco que mais predispõe ao AVC são o sedentarismo, a obesidade, o sobrepeso, a hipertensão arterial, cardiopatias - doenças do coração - colesterol alto e triglicérides", continua a especialista.

Conforme levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), entre 1º de janeiro de 2020 até o dia 16 de outubro de 2020, um total de 78.649 pacientes com AVC foram a óbito no País. Dessas vítimas, a grande maioria era de homens com idade entre 70 e 79 anos e mulheres entre 80 e 89 anos.

Renata Jucá também indica que a doença comumente atinge pessoas com predisposição à dilatação dos vasos sanguíneos. "O aneurisma cerebral, quando se rompe, é um AVC", esclarece a professora da UFC. 

"Os jovens que sofrem AVC, ou eles possuem alguma formação arteriovenosa - que predispõe à formação de coágulos ou de artérias que fazem aneurisma - ou eles fazem uso de algum alguma droga ilícita, que aumenta a chance de ter um AVC", explica a professora Renata Jucá.

Atenção aos sintomas

 

A professora Renata alerta para os possíveis sintomas do mal súbito já que, com o diagnóstico antecipado, é possível minimizar as sequelas. Alguns dos sinais são: boca torta, fala embolada, fraqueza de um lado do corpo, escurecimento de vista, além de uma dor de cabeça súbita que, geralmente, acompanha algum desses outros sintomas. "[Ao confirmar os sintomas] O indivíduo deve ser levado imediatamente para o Hospital Geral de Fortaleza, que é o hospital de referência da região, ou chamar o SAMU para que ele encaminhe para algum desses hospitais de referência o mais rápido possível", completa a profissional da saúde.

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Ceará fará últimos treinos antes de encarar o Grêmio no turno do jogo; um deles será em Porto Alegre

Preparação
17:32 | Set. 07, 2021
Autor Brenno Rebouças
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Assim como da última vez que entrou em campo, o Ceará jogará pela manhã no domingo, 12, contra o Grêmio, a partir das 11 horas. E para que os jogadores se adaptem ao clima de Porto Alegre nesse horário, a delegação do Vovô fará um treino na véspera da partida em horário semelhante, mas já na capital gaúcha.

O clube conseguiu o centro de treinamento do Internacional para treinar às 10 horas do próximo sábado, 11. Para isso, a delegação alvinegra viajará para o Rio Grande do Sul ainda na sexta-feira, 10. Como a viagem está prevista para o fim da tarde, o último trabalho comandado por Tiago Nunes em solo cearense também será pela manhã, na sede do clube.

Isso significa que os dois últimos treinos do Ceará antes de encarar o Grêmio serão no mesmo turno do jogo, o que ajuda também na adaptação do relógio biológico dos atletas. Quanto à questão climática, a previsão é de tempo nublado e temperatura de 20º para a hora da partida, em Porto Alegre, onde fica a Arena do Grêmio.

O duelo entre Grêmio e Ceará marcará a estreia de Tiago Nunes no comando técnico do Vovô. No clube desde a última quarta-feira, ele faz testes em busca da melhor equipe para lançar a campo.

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Bragantino conquista Série A2 do Brasileiro Feminino

Esportes
17:27 | Set. 07, 2021
Autor Agência Brasil
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O Bragantino conquistou nesta terça-feira (7) o título da Série A2 do Brasileiro Feminino ao superar o Atlético-MG por 4 a 2 na disputa de pênaltis em partida realizada na Arena Independência, em Belo Horizonte. A decisão foi definida nas penalidades máximas porque, assim como no primeiro jogo da decisão, a partida terminou em empate de 0 a 0.

'Não vamos admitir que Moraes continue a açoitar nossa democracia', diz Bolsonaro

POLÍTICA
17:17 | Set. 07, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente Jair Bolsonaro atacou pessoalmente o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante manifestação na Avenida Paulista, nesta tarde. Disse que não vai mais admitir ordens do ministro, que comanda o inquérito dos atos antidemocráticos, das fake news as investigações contra os filhos de Bolsonaro e será o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no ano que vem, quando ocorrerão novas eleições. "Não vamos mais admitir que pessoas como Alexandre de Moraes continuem a açoitar a nossa democracia e desrespeitar a nossa Constituição Federal", disse Bolsonaro. Ele teve todas as oportunidades para agir com respeito a todos nós, mas não agiu dessa maneira como continua a não agir", afirmou o presidente.
Ele também disse que tem poder para afastar seus ministros e voltou a defender o voto impresso. "Se ele não se enquadra, eu demito", afirmou. "No Legislativo, não é diferente."
Bolsonaro repetiu ainda que não pode participar de uma farsa, em referência às eleições de 2022, e disse que as manifestações a favor de seu governo são uma mostra de que a bandeira nacional continuará a ser verde e amarela.
"Queremos eleições limpas, democráticas, com voto auditável e contagem pública", afirmou o presidente, ainda defendendo o voto impresso, que já foi reprovado pelo Congresso Nacional. "Não posso participar de uma farsa", afirmou.
Bolsonaro tem argumentado que a liberação de seu principal concorrente na eleição do ano que vem, o petista Luiz Inácio Lula da Silva, foi armada para que ele vença o pleito em 2022.
"Hoje temos uma fotografia para mostrar para o Brasil e o mundo, uma fotografia de vocês para mostrar para o mundo e o Brasil que as cores da nossa bandeira são verde a amarela", afirmou. A imprensa internacional está monitorando as manifestações brasileiras.
O presidente também prometeu que cada vez mais a população será conservadora e, também cada vez mais, respeitará as leis e a Constituição.
Pela manhã, o chefe do Executivo fez um pronunciamento mais curto em Brasília. Bolsonaro disse que não aceitará que qualquer autoridade passe por cima da Constituição usando a força do poder. "Não mais aceitaremos qualquer medida, qualquer ação, qualquer sentença que venha de fora das quatro linhas da Constituição", disse mais cedo. "Nós todos aqui na praça dos Três Poderes juramos respeitar a nossa Constituição. Quem está de fora dela ou se enquadra ou pede para sair."
Bolsonaro disse que acredita e quer a democracia. "A alma da democracia é o voto. Não podemos admitir um sistema eleitoral que não ofereça segurança. Não é uma pessoa no TSE que vai nos dizer que esse processo é seguro e confiável porque não é", disse, em uma alusão ao presidente do Tribunal, Luís Roberto Barroso. "Não podemos admitir um ministro do TSE também usando a sua caneta para desmonetizar páginas que criticam esse sistema de votação."

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Tecnologia usada na Guerra ao Terror deixa era da hipervigilância como legado

INTERNACIONAL
17:17 | Set. 07, 2021
Autor Agência Estado
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As novas tecnologias de vigilância no pós-11 de Setembro aproximaram as sociedades das obras de ficção científica. Após duas décadas de Guerra ao Terror, o exercício da segurança direcionado aos conflitos internacionais foi incorporado a atividades comuns, enquanto as democracias ainda debatem o limite entre privacidade e proteção.
Publicado em 2019, um estudo do centro de estudos Carnegie Endowment for International Peace, intitulado The Global Expansion of AI Surveillance ("A expansão global da vigilância por Inteligência Artificial", em tradução livre) chamou a atenção para o crescente número de países desenvolvendo ferramentas de vigilância por Inteligência Artificial (IA) para monitorar cidadãos dentro uma ampla gama de objetivos políticos.
Essas ferramentas podem ser respaldadas por leis ou contrárias aos direitos humanos. O levantamento, um dos primeiros do tipo, apontou que 75 de 176 países estudados estavam utilizando tecnologia de vigilância por IA, incluindo plataformas de cidade inteligente e cidade segura, sistemas de reconhecimento facial e policiamento inteligente, segundo as classificações do índice.
Especialistas apontam a Lei Patriótica (Patriot Act), promulgada 45 dias após 11 de setembro de 2001, como símbolo da expansão da vigilância. Desde então, novas tecnologias tentam responder às novas ameaças, especialmente de grupos capazes de realizar ataques de menor porte, mas ainda assim provocar os efeitos do terrorismo, como explica o pesquisador do Núcleo de Violência da USP Alcides Peron, autor do livro American Way of War: Guerra Cirúrgica e o Emprego de Drones Armados em Conflitos Internacionais.
Entre essas tecnologias, estão sistemas de vigilância, de câmeras, de drones armados que não são vistos, outros que vigiam e produzem informações, sistemas biométricos que passam a ser testados em todos os lugares, assim como interceptação de dados telefônicos e cruzamento de informações.
"O que restou de tudo isso é um conjunto de tecnologias que serviu para administrar a produção de cercos e a gerenciar a circulação das pessoas e dos espaços urbanos. Tecnologias que aos poucos se diluíram no ambiente e se fizeram presente na vida cotidiana das pessoas", explica Perón.
Mesmo com a grande explosão no desenvolvimento das novas tecnologias de vigilância, ainda é difícil determinar sua eficácia em capturar terroristas, segundo Margaret Hu, professora da Penn State Law. Para ela, ainda há um debate aberto sobre a utilidade dessas tecnologias e o combate ao terrorismo, assim como os riscos à privacidade.
Esse debate, na opinião de Hu e de Peron, ficou mais evidente após as revelações do ex-analista da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA) Edward Snowden. Em 2013, quase 12 anos após o 11 de Setembro, o agente, que também trabalhou para a CIA, divulgou documentos detalhando os programas de vigilância em massa dos EUA.
Em parceria com Snowden, em 6 de junho de 2013, o jornal britânico The Guardian publicou uma reportagem sobre o armazenamento dos registros telefônicos de milhões de clientes da companhia americana Verizon. No dia seguinte, o jornal revelou o Prism, um sistema para recolher dados de gigantes da internet nos EUA, incluindo Google e Facebook. Foram as primeiras de uma série de revelações feitas por Snowden, que teve de se exilar na Rússia.
"Todos nós fomos reduzidos a algo como crianças, que seríamos forçados a viver o resto de nossas vidas sob a supervisão onisciente dos pais", escreveu Snowden em seu livro de memórias, Vigilância Permanente.
Segundo Margaret, é preciso diálogo entre cidadãos, empresas e governos para estabelecer limites à tecnologia e ao armazenamento de dados. "Quanto maior a ameaça percebida pelo lado da segurança nacional, mais difícil é argumentar contra a vigilância", afirma a professora. Para ela, em um estado de emergência, as empresas tendem a ser mais colaborativas com os governos.
"Precisamos estar cientes de que o limite entre segurança nacional e privacidade pode mudar, mas deve mudar seguindo alguns padrões segundo os quais, independentemente de estarmos em estado de emergência, os direitos à privacidade devem ser mantidos como direitos humanos fundamentais."
Para alguns analistas, no entanto, a obsessão pela vigilância tem um bom custo-benefício. Um estudo do centro Chatham House, assinado pela especialista Kathleen McKendrick, pondera que o uso da inteligência artificial no combate ao terrorismo aumenta a habilidade dos Estados de proteger o direito à vida.
"A maioria dos países se concentra na prevenção de ataques terroristas, em vez de reagir a eles. Assim, a previsão é central para uma política de contraterrorismo eficaz. A inteligência artificial permite que maiores volumes de dados sejam analisados. Perceber padrões nesses dados que estariam, por razões de volume e dimensionalidade, de outra forma além da capacidade de interpretação humana."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Rio volta a ter panelaços contra Bolsonaro por volta das 16 horas

POLÍTICA
17:07 | Set. 07, 2021
Autor Agência Estado
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Moradores do Rio voltaram a bater panelas em suas janelas por volta das 16 horas, próximo do horário em que o presidente Jair Bolsonaro fez o seu segundo discurso neste Dia da Independência, marcado por protestos a favor e contra o mandatário, em cidades de todo o País. À tarde, Bolsonaro discursou em palanque montado na Avenida Paulista, em São Paulo, que recebeu a manifestação favorável ao presidente.
Mais cedo, por volta das 11 horas, quando Bolsonaro discursou no ato em Brasília, foram ouvidos panelaços, pelo menos, em Copacabana, Laranjeiras, Cosme Velho e Flamengo, na zona sul, e no Grajaú, na zona norte. À tarde, foram ouvidos barulhos de panelas no Humaitá, no Flamengo e no Cosme Velho, na zona sul.
Durante a manhã, o Rio foi palco de dois atos, um a favor e outro contra Bolsonaro. O ato a favor do presidente ocorreu na orla de Copacabana, mas, ao longo do dia, moradores do bairro foram às janelas se manifestar também contrariamente a Bolsonaro. Houve relatos de buzinaços, panelaços e gritos ao longo de todo o dia, não apenas nos momentos dos discursos de Bolsonaro.

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