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Somente PR declara apoio formal a governo Bolsonaro

Partidos. 320 parlamentares recebidos
01:30 | Dez. 15, 2018
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Desde o início do período de transição de governo, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), e o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, receberam no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, 320 deputados, senadores eleitos e parlamentares que não foram reeleitos.

 

Apesar do grande volume de parlamentares, apenas o PR declarou que irá compor a base aliada. Outros partidos, como PSD, PSDB, PRB e Podemos, sinalizaram que vão votar com o governo nas pautas convergentes e importantes para o País.

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De acordo com Onyx, "no governo do presidente Jair Bolsonaro a relação com o parlamento será de respeito e parceria". "Queremos que, já ao final de 2019, os parlamentares possam dizer: nunca fomos tão respeitados e tão bem tratados pelo Governo Federal", afirmou.

 

Até agora, o presidente eleito já recebeu as bancadas de PSL, PP, MDB, PR, PRB, DEM, PSDB, PSD e Podemos.

 

Ontem, durante o lançamento do submarino Riachuelo, cerimônia com as presenças do presidente da República Michel Temer (MDB) e do presidente eleito, Jair Bolsonaro, Temer afirmou que seu governo "cumpriu sua missão". 

 

Ele também falou sobre as expectativas para o próximo governo.

 

"Tenho absoluta convicção e certeza de que Bolsonaro e sua equipe farão extraordinário governo", disse Temer, em discurso de cerca de cinco minutos na cerimônia do lançamento ao mar do submarino, em Itaguaí, região metropolitana do Rio. O Riachuelo é o primeiro do Programa de Desenvolvimento de Submarinos, que tem parceria com a França

Para Temer, a construção do submarino pela Marinha é "prova renovada da excelência da nossa indústria naval". Bolsonaro não discursou.

 

Durante o evento, discursos do ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, do comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, e do próprio Temer tiveram tom nacionalista, de incentivo ao conteúdo local. Foram na contramão das diretrizes da política econômica sinalizadas até aqui pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, favorável à abertura da economia. 

 

(Com agências)

 

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