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Olimpíadas de Paris 2024: breakdance, igualdade de gênero... como vai ser?

A cerimônia de abertura dos próximos Jogos Olímpicos acontecerá às margens do rio Sena, em Paris, na França, e terá breakdance entre as modalidades. As Olimpíadas vão de 26 julho a 11 de agosto de 2024. Veja como vai ser
Autor - Isabela Queiroz Especial para O POVO
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Os japoneses encerraram os Jogos Olímpicos neste domingo, 8, e passaram o bastão para Paris, na França, a próxima Capital a sediar o evento esportivo. Veja como vai ser:

Quando vai começar a Olimpíada?

Devido ao atraso na Olimpíadas de Tóquio, a contagem regressiva para o próximo evento será menor que o habitual, de quatro para três anos. Com início previsto para daqui a 1.083 dias, Paris 2024 terá cerimônia de abertura em 26 de julho, às margens do rio Sena.

Cartões-postais e igualdade de gênero em Paris 2024

Os jogos parisienses, que terão disputas em cartões-postais da França, trarão ainda uma série de mudanças. O evento será o primeiro a ter igualdade de gênero nas disputas. Tóquio 2020 teve um percentual de 48,8% de participantes femininas 48,8%, enquanto a Rio 2016 teve número ainda menor: 45,6%.

Olimpíadas de Paris: que modalidade sai e qual entra

A edição da França, com 38 modalidades, terá a inclusão da canoagem slalom extremo e do breakdance - estilo de dança de rua. Além da permanência do surfe (que será disputado no Taiti, já que Paris não tem praias), skate e escalada, que estrearam em Tóquio. Por outro lado, as modalidades de beisebol/softbol e karatê não serão disputadas em 2024.

 

Os Jogos de Paris contarão com um total de 329 eventos, 10 a menos, e com 22 competições mistas, quatro a mais em comparação com os Jogos de Tóquio. Serão disputadas provas mistas na vela, atletismo, canoagem slalom extremo e tiro esportivo, por exemplo.

Redução dos Jogos em Paris 2024

Haverá ainda uma redução na cota de atletas, serão 10.500 atletas em 2024, quase 600 a menos em comparação com Tóquio 2020. Com isso, acontecerá também uma redução no tamanho geral e na complexidade dos Jogos.

A maior redução de cotas foi feita no levantamento de peso, que também teve quatro eventos retirados do programa. Serão cinco provas por gênero, com cota de 120 atletas, ante 196 em Tóquio (e 260 no Rio 2016).

A segunda maior redução veio no boxe. Ao mesmo tempo, o esporte alcançará plena igualdade de gênero na participação de atletas pela primeira vez em Paris 2024. Serão sete eventos masculinos e seis femininos, com as categorias de peso específicas a serem finalizadas pelo Conselho Executivo do Comitê Olímpico Internacional (COI) no quarto trimestre deste ano.

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COB vai pagar R$ 4,6 milhões em premiação para medalhistas em Tóquio

Jogos Olímpicos
11:52 | Ago. 08, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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As Olimpíadas de Tóquio chegaram ao fim neste domingo, 8. A delegação brasileira fez história no torneio e somou o maior número de medalhas do Brasil em uma única edição (21), superando 2016, no Rio de Janeiro (19).

Os atletas brasileiros conquistaram sete ouros, seis pratas e oito bronzes. As sete vitórias nos Jogos garantiram a 12ª colocação do Brasil no ranking de medalhas de Tóquio.

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) informou que irá premiar todos seus competidores que subiram no pódio. A premiação varia para o nível de coletividade e da medalha conquistada.

O atleta que levou o ouro em modalidades individuais irá receber R$ 250 mil, R$150 mil para prata e R$ 100 mil para quem ficou com o bronze. As competições envolvendo equipes de até seis participantes terão premiações de R$ 500 mil (ouro), R$ 300 mil (prata) e R$ 200 mil (bronze).

Para as disputadas envolvendo um grupo com sete ou mais integrantes, será distribuído R$ 750 mil para os campeões, R$ 450 mil para os segundos colocados e R$ 300 mil para os medalhistas de bronze.

Confira as medalhas do Brasil em Tóquio:

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Veja fotos da cerimônia de encerramento da Olimpíada de Tóquio

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11:22 | Ago. 08, 2021
Autor O Povo
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Realizada neste domingo, 8, a cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Tóquio começou com a entrada das bandeiras dos 205 países, seguida do desfile dos atletas que participaram nestes Jogos, marcados sobretudo pela Covid e as restrições sanitárias, como a realização de competições com portões fechados.

A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, recebeu a bandeira olímpica das mãos do presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, neste domingo, na cerimônia. A ginasta Rebeca Andrade, que ganhou medalhas de ouro e prata, foi a porta-bandeira do Brasil no evento.

Confira galeria de fotos:

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Brasil encerra Tóquio com melhor posição na história no quadro de medalhas

Análise
09:49 | Ago. 08, 2021
Autor Marcelo Romano
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O Brasil terminou a Olimpíada de Tóquio com a melhor campanha da história: 7 ouros, 6 pratas e 8 bronzes. Total de 21 medalhas e a inédita 12º colocação no quadro de medalhas. Por 1 bronze, o Brasil superou a Nova Zelândia. Também ficamos à frente de países com mais investimento esportivo e melhor estrutura como Coréia do Sul, Espanha, Hungria e Polônia.

A melhor campanha em total de medalhas havia sido em 2016 com 19 medalhas. Os 7 ouros de agora, igualaram a Rio 2016. O top 8 do quadro de medalhas ficou assim: Estados Unidos na liderança, conquistada somente no último dia. China em 2º, Japão em 3º, Grã-Bretanha 4º, Rússia 5º, depois Austrália, Holanda e França.

Um recorde de países com conquistas de medalhas em Tóquio: 93 nações que tiveram ao menos um atleta subindo ao pódio. Os países que conseguiram pela 1º vez uma medalha: San Marino com tiro e wrestling, Turcomenistão no levantamento de peso e Burkina Faso no atletismo.

No último dia olímpico, o Brasil ficou com prata nas duas finais que disputou:

Vôlei: A seleção feminina perdeu dos Estados Unidos por 3 a 0. As americanas fizeram uma campanha impecável, com apenas uma derrota na fase de grupos e vencendo os 3 jogos de mata-mata por 3 a 0. Em 15 edições olímpicas é a 1º vez que as americanas conquistam ouro no feminino, após 3 pratas e 2 bronzes. Nas finais de 2008 e 2012, brasileiras e americanas se enfrentaram, com vitória brasileira.

A prata do Brasil foi além do esperado. A equipe entrou como 5º força da competição, após um ciclo olímpico apenas regular. Terminou a fase de grupos em primeiro, venceu Rússia e Coréia do Sul, mas parou diante dos Estados Unidos, o que já havia ocorrido na Liga das Nações.

Boxe: Bia Ferreira perdeu a final olímpica contra a irlandesa Kellie Harrington na categoria 60kg e ficou com a prata.

A brasileira dominou o 1º round terminando com vantagem de 3 a 2. Mas nos 2 últimos rounds não encaixou os golpes e a irlandesa foi melhor, terminando a luta com vitória unanime na decisão dos árbitros. O duelo marcou o encontro das duas últimas campeãs mundiais. Cuba foi o grande destaque do boxe com 4 ouros em 13 possíveis.

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Brasileira mais velha a conquistar medalha, Carol Gattaz vibra: "Honra muito grande"

Tóquio 2020
09:05 | Ago. 08, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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A derrota do Brasil na final do vôlei feminino não foi o resultado esperado, mas a central Carol Gattaz encerra a Olimpíada de Tóquio com uma marca histórica. Aos 40 anos, ela se tornou a mulher brasileira mais velha a ganhar uma medalha em Jogos Olímpicos - superou a levantadora Fofão, que ganhou o ouro em 2008 com 38 anos.

"Fiquei sabendo ontem dessa informação, eu não sabia", disse a atleta, que participou justamente de sua primeira Olimpíada. "É uma honra muito grande na minha idade ser uma medalhista olímpica", emendou.

Carol Gattaz estava afastada das Seleção nos últimos anos, mas chamou a atenção do técnico José Roberto Guimarães pelo ótimo desempenho com a camisa do Minas. Em Tóquio, sua regularidade foi fundamental para a caminhada do Brasil até a final.

Ciente de que ganhou uma oportunidade valiosa, Carol Gattaz procurou curtir todos os momentos nos Jogos Olímpicos, sem pensar no futuro. E, depois de receber a prata, preferiu um discurso positivo para valorizar o resultado.

"Chegar à final é tão difícil, precisamos estar orgulhosos. Se pegar todos os problemas que tivemos, saímos com cabeça erguida, lutamos de todas as formas, sabemos como é desgastante. Claro que eu queria ouro, queria ter jogado mais na final, mas sabemos tudo que significa", destacou.

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Em despedida olímpica, Fernanda Garay valoriza seleção feminina de vôlei: "Muito orgulhosa"

Tóquio 2020
06:39 | Ago. 08, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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O Brasil foi amplamente dominado pelos Estados Unidos na final do vôlei feminino dos Jogos de Tóquio e ficou com a prata. Após a partida, Fernanda Garay reconheceu a superioridade estratégica das americanas em quadra, mas garantiu que as brasileiras deram tudo de si.

A atleta também destacou que a trajetória das equipes até a final pode ter moldado as estadunidenses da maneira mais adequada para um jogo decisivo.

"Acho que a nossa preparação foi a melhor possível, a gente sabia da dificuldade desse jogo, por ser uma final olímpica. A gente sabia que elas dariam tudo delas, não tenho dúvida que a gente também deu tudo da gente. Talvez estrategicamente elas conseguiram jogar melhor do que a gente, elas foram muito agressivas no saque, e a gente teve que ficar muitas vezes segurando e atrás do placar. Eu estou muito orgulhosa do nosso grupo, do que fizemos até aqui", afirmou à TV Globo.

"Elas tiveram mais adversidades do que a gente, que conseguiu se impor em mais jogos, isso talvez tenha fortalecido elas neste momento. A gente não tinha dúvida de que poderia fazer uma grande partida, elas foram melhores, e o esporte é isso. Uma hora se ganha, outra se perde. Infelizmente, hoje foi nosso vez de sentir a derrota, e dói para caramba, mas estou muito orgulhosa do que a gente fez. A gente lutou muito e deixou tudo lá na quadra", completou.

Garay confirmou que esta final foi o último jogo olímpico que disputou em sua carreira, aproveitando para exaltar o grupo com quem conviveu nos últimos anos.

"É péssimo agora, porque a gente não conseguiu vencer. Mas o esporte é assim mesmo, foi muito bom estar com esse grupo todo esse tempo. Eu curti cada momento com essas gurias, tenho muito orgulho delas. Um grupo que veio desacreditado e se fortaleceu em momentos de dificuldade, volto para casa orgulhosa de tudo o que a gente fez e de onde a gente chegou", finalizou.

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