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Atletas LGBTQUIA+ seriam 7º na Olimpíada em Tóquio, caso fossem um país

Levantamento é do Outsports, site especializado na comunidade LGBTQUIA+
16:08 | Ago. 09, 2021
Autor - Lucas Mota
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O levantamento do site Outsports aponta que se os 180 atletas, que se declararam publicamente como LGBTQUIA+, fossem considerados um país, eles encerrariam a participação na Olimpíada de Tóquio em sétimo lugar. Ao todo, foram conquistadas pelo grupo 32 medalhas, sendo 11 ouro, 12 de prata e nove de bronze.

O Outsports é um site especializado na comunidade LGBTQUIA+. No levantamento, foi considerada conquista em esportes coletivos que tivessem na equipe pelo menos algum atleta LGBTQUIA+.

O desempenho destes atletas, caso fossem um país, ficou acima do rendimento no quadro de medalhas do Brasil, Holanda, França e Itália, por exemplo. Na delegação brasileira, três desportistas que subiram ao pódio se declararam LGBTQUIA+: Carol Gattaz e Ana Carolina, prata no vôlei, e Ana Marcela Cunha, ouro na maratona aquática.

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Kawan Pereira avança à semifinal da plataforma 10m dos saltos ornamentais

07:04 | Ago. 06, 2021
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Kawan Pereira terminou a fase classificatória da plataforma de 10m dos saltos ornamentais na 17ª posição e garantiu vaga na semifinal da modalidade. Isaac Souza também disputou a prova, porém ficou na 20ª colocação e foi eliminado da competição nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Esta primeira fase da modalidade contou com a presença de 29 atletas. Os 18 saltadores com as maiores pontuações avançaram à semifinal.

Kawan fez um primeiro salto muito bom, porém teve uma queda de rendimento nas três tentativas seguidas. O brasileiro se recuperou nos dois últimos saltos e somou 371.65 pontos no total, terminando na 17ª colocação e garantindo sua vaga na próxima fase.

Depois de um bom primeiro salto, Isaac não foi feliz nas três tentativas seguidas, caindo na tabela. Por mais que tenha feito dois últimos bons saltos, o brasileiro somou 339.30 pontos no total e ficou na 20ª posição.

O grande destaque da fase classificatória foi o chinês Jian Yang, que somou 546.90 pontos com seus seis saltos, 17.60 pontos a mais do que o segundo colocado e também chinês Yuan Cao.

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Erica Sena é punida na última volta e perde pódio na marcha atlética

06:51 | Ago. 06, 2021
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A experiente Erica Sena perdeu uma chance incrível de garantir uma medalha nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Nesta sexta-feira, a brasileira estava em terceiro lugar nos 20km da marcha atlética e, na última volta, sofreu uma punição dos árbitros, que a deixou parada dois minutos. Assim, ela cruzou apenas em 11° lugar.

Cada atleta pode receber apenas duas advertências por não cumprir o movimento obrigatório da marcha. Erica tomou a terceira punição no trecho final da prova, quando estava em terceiro lugar, com possibilidade até de buscar a prata olímpica. Enquanto estava parada cumprindo a pena, ela não segurou a emoção e chorou muito.

A medalha de ouro ficou para a italiana Antonella Palmisano, da Itália. Completaram o pódio a colombiana Sandra Arenas, com a prata, e a chinesa Hong Liu, com o bronze.

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Abner Teixeira recebe medalha de bronze e admite ansiedade com espera de três dias

06:45 | Ago. 06, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Derrotado na semifinal da categoria dos pesados do boxe, Abner Teixeira precisou exercitar sua paciência até a participação nesta sexta-feira do pódio nos Jogos Olímpicos. Ele esperou três dias para receber a sua medalha de bronze - a modalidade não tem disputa do terceiro lugar.

"Finalmente com a medalha no peito. São três dias que pareceram três meses. Agora eu senti o peso dela, é pesada. Mas a sensação é de dever cumprido. O que a gente se propôs a fazer, fui lá e fiz. Vou curtir a medalha agora, mas aproveitei esses dias para deixar a ficha cair", avisou o pugilista, derrotado pelo cubano Julio La Cruz, ganhador do ouro.

A experiência de Abner em Tóquio não ficou restrita ao desempenho no ringue. O brasileiro revela que procurou aproveitar tudo de precioso que a Olimpíada oferece aos atletas.

"Foi uma experiência surreal, minha melhor performance na vida por todas as circunstâncias, fiz grandes lutas, vi grandes atletas, tudo numa proporção extraordinária. Essa medalha me inspira pra estar nos Jogos Olímpicos de novo, conseguir mais uma medalha no peito e mudar a cor dela se possível. Estou muito feliz e dedico essa medalha para minha mãe Izaudite, não tem outra pessoa", comemorou.

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"Eu quero a dourada", diz Bia Ferreira, finalista no boxe feminino em Tóquio

03:18 | Ago. 05, 2021
Autor Lucas Mota
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Bia Ferreira bateu a finlandesa Mira Potkonen e garantiu vaga na final da categoria peso-leve do boxe, na Olimpíada de Tóquio. A pugilista disputará a medalha de ouro contra a irlandesa Kellie Harrington no próximo domingo, 8. Após a classificação, a baiana comentou sobre o desejo pela medalha de ouro e comemorou o resultado positivo.

+ Olimpíadas ao vivo: tempo real de resultado dos Jogos hoje, 4, e quinta

"Eu quero a dourada. Vou brigar até o fim. Eu sou capaz. Consegui, acreditei e tive as melhores pessoas do meu lado para chegar até aqui. Vamos subir no pódio, ficar no lugar mais alto e escutar o nosso hino", disse Bia em entrevista ao canal SporTV.

 

Poucos minutos depois de derrotar a finlandesa Potkonen na semifinal, a brasileira mostrou o foco e a obsessão pelo lugar mais alto do pódio para fazer história no boxe feminino. "É acreditar e brigar até o fim. Vai ser difícil tirar ela (medalha de ouro) de mim. O foco é esse, imaginei o tempo todo e treinei o tempo todo."

A campanha de Bia em Tóquio tem três vitórias. Na estreia, ela venceu Wu Shih-yi, representante do Taipé Chinês. Nas quartas de final, a baiana superou a uzbeque Raykhona Kodirova antes de enfrentar a finlandesa.

A baiana é campeã mundial na categoria leve (60kg), lidera o ranking internacional e é a grande favorita na modalidade.

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Ana Marcela coloca o 4º ouro para o Brasil no quadro de Tóquio

12:29 | Ago. 04, 2021
Autor O Povo
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Uma das atletas mais vitoriosas da história da natação brasileira finalmente chegou a medalha olímpica e ainda ouro. Ana Marcela Cunha venceu a maratona aquática de 10km na noite de terça-feira. A baiana de 29 anos tinha na carreira uma coleção de medalhas: prata no mundial 2013, bronzes em 2015 e 2017. Foi 5º em 2019, além de títulos de temporadas do circuito mundial.

Faltava ir bem na Olimpíada. Em 2012 não conquistou a vaga. Em 2016 foi apenas 10º, ano em que Poliana Okimoto foi bronze. Na prova em Tóquio, Ana Marcela se manteve entre as líderes até o quilometro 9. No último quilômetro aumentou o ritmo das braçadas e chegou ao título.

Vamos ao resumo do Brasil nas demais modalidades:

Vôlei - Assim como a seleção masculina, a feminina também está classificada para as semifinais da Olimpíada de Tóquio. Após um 1º set muito ruim com derrota, o Brasil reagiu e bateu a Rússia por 3 a 1. As entradas da levantadora Macris e da ponteira Rosamaria mudaram o jogo a partir do 2º set. Na semifinal, o Brasil enfrentará a Coréia do Sul, contra quem já jogou na estreia e venceu com facilidade por 3 a 0. As sul-coreanas surpreenderam as turcas por 3 sets a 2. A outra semifinal terá Estados Unidos e Sérvia. No masculino, a seleção brasileira também enfrenta a Rússia, mas pelas semifinais na madrugada desta quinta-feira, a 1h. O vencedor pega na decisão França ou Argentina.

Vôlei de praia - Pela 1º vez, desde que a modalidade foi introduzido nos Jogos Olímpicos, em 1996, o Brasil sairá sem medalhas. Até então, 13 medalhas olímpicas nas areias. Na noite de terça, a última dupla foi eliminada. Alison e Alvaro perderam para os letões Plavins e Tocs por 2 sets a 0. Os mesmos letões haviam eliminado a outra dupla brasileira, Bruno e Evandro. Enquanto outros países definem as duplas para a Olimpíada, meses antes dos jogos, as brasileiras para a Olimpíada foram definidas no final de 2019, antes da pandemia. O ciclo apresentou muitas trocas entre as duplas, o que contribuiu para o resultado ruim. Em 2017, o Brasil venceu o mundial no masculino com Evandro/ André e foi bronze com Larissa e Talita. Já no mundial 2019, o Brasil saiu sem medalha, fato que voltou a ocorrer agora.

Skate park - Das 4 provas do skate, era a que o Brasil tinha menor expectativa de medalha. Dora Varela e Yndiara Asp chegaram a final mas terminaram em 7º e 8º lugares. Ouro para a japonesa Sakura Yosozumi. Nesta noite de quarta ocorre a prova masculina, com chances de pódio do Brasil com Pedro Barros e Luiz Francisco

Vela - terminou a participação brasileira com a regata da medalha da classe 470. Fernanda Oliveira/ Ana Barbachan acabaram em 9º lugar. Ouro as britânicas Hanna Mills e Eilidh McIntyre. Nas 10 classes disputadas em Tóquio, a Grã-Bretanha faturou 3 ouros, Austrália 2; Holanda, China, Brasil, Dinamarca e Itália 1 ouro.

Saltos ornamentais - Ingrid Oliveira foi apenas 24º entre 30 atletas na plataforma individual feminina. Ela brigava para avançar entre as 18 melhores até o 3º salto, mas teve duas notas muito ruins nos 2 últimos e ficou fora.

Hipismo - na final individual de saltos, Yuri Mansur cometeu duas faltas e terminou em 20º lugar entre 30 competidores. Ouro para o britânico Ben Maher. Em 2018 e 2019 ele venceu a temporada do Global Champions Tour, a F-1 do hipismo.

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