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Keno Machado perde nas quartas de final no boxe e dá adeus a Tóquio 2020

Brasileiro Keno Marley Machado perdeu para o britânico Benjamin Whittaker
01:45 | Jul. 30, 2021 Autor - Wanderson Trindade Tipo Notícia

O brasileiro Keno Marley Machado perdeu para o britânico Benjamin Whittaker nas quartas de final em Tóquio 2020. Com a derrota, ele deu adeus à disputa dos Jogos Olímpicos do Japão.

O duelo entre Keno e Benjamin foi bem equilibrado, mas os árbitros deram a vitória ao europeu. São cinco avaliadores, dos quais apenas dois deram vitória para o brasileiro.

 

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Rafael Silva perde nas quartas de final em Tóquio 2020; brasileiro ainda briga pelo bronze

Jogos Olímpicos
2021-07-30 01:05:00 Autor Wanderson Trindade Tipo Notícia

O judoca Rafael Silva perdeu para Guram Tushishvili, atleta da Geórgia, nas quartas de final no judô categoria acima de 100kg. O brasileiro, no entanto, disputará ainda a repescagem e ainda poderá conquistar a medalha de bronze.

Na disputa pelo terceiro lugar no pódio será contra o francês Teddy Riner, uma das lendas do esporte mundial.

 

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Maria Suelen Altheman se machuca e perde nas quartas de final em Tóquio 2020

Jogos Olímpicos
2021-07-30 00:58:00 Autor Wanderson Trindade Tipo Notícia

A judoca Maria Suelen Altheman perdeu para a francesa Romane Dicko, nas quartas de final do judô feminino acima de 78kg, nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

O confronto foi encerrado pouco depois de Romane aplicar um wazari na brasileira, que no momento em que sofreu o golpe, machucou o joelho.

Ela disputaria a repescagem, mas como se contundiu, sua participação nos Jogos do Japão foi abreviada.

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Baile de favela em Tóquio: Rebeca Andrade conquista medalha história na ginástica

Olimpíada de Tóquio
2021-07-30 00:30:00 Autor André Bloc Tipo Notícia

"Essa medalha não é só minha, é de todo mundo. Todo mundo sabe da minha trajetória, de tudo que passei. Se eu não tivesse cada pessoa dessa na minha vida, isso hoje não teria acontecido". Na manhã desta quinta-feira, 29, a ginasta Rebeca Andrade levou a imensa geração brasileira da ginástica artística feminina a um patamar nunca antes atingido: o de medalhista olímpica. 

Ao vencer a prata no individual geral da Olimpíada de Tóquio-2020, Rebeca coroou a si e a todas que a antecederam. Desde Luísa Parente, competidora solitária em Seul-1988 e Barcelona-1992, à geração de Daniele Hypólito, que em 2001 conquistou o primeiro pódio nacional da modalidade em Mundiais. Em 2003, foi de Daiane dos Santos o primeiro ouro — naquele "Brasileirinho" no solo que marcou a história da ginástica. Vieram também nomes como Laís Souza, Jade Barbosa, Flávia Saraiva.

Os meninos cresceram junto e, em Londres-2012, a modalidade "medalhou" com o ouro de Arthur Zanetti nas argolas. O ginasta também subiu ao pódio na Rio-2016, bem como Arthur Nory e Diego Hypólito. Mas faltava a medalha das meninas, que começaram a "tradição" nacional da ginástica desde que o ucraniano Oleg Ostapenko, que morreu no início deste mês, assumiu a seleção brasileira em 2001. A prata veio e não podia ser mais simbólica.

Na transmissão da Globo, Daiane dos Santos quase não conseguia falar. Na do SporTV, Jade Barbosa e Daniele Hypólito cumpriam expediente de lágrimas. Porque, como disse a vice-campeã olímpica de ginástica artística no individual geral, a conquista é coletiva.

Em 2003, Daiane dos Santos foi a primeira mulher negra a ganhar um ouro em mundial. Dançando no solo o orgulho de ser brasileira. A ex-ginasta, em entrevista recente, corajosamente narrou episódios de racismo das quais foi vítima na carreira. Rebeca Andrade, que no início da carreira era chamada de "Daianinha de Guarulhos", carrega essa tocha de campeã.

“A primeira medalha (de ouro) do Brasil num Mundial de Ginástica foi negra. A primeira medalha do Brasil na ginástica feminina foi negra. Isso é muito importante. Diziam que a gente não podia estar nesses lugares”, resumiu Daiane.

Na final, que não contou com a multicampeã e favorita Simone Biles — outra ginasta negra que carrega a tocha de Daiane e que apareceu vibrando na arquibancada durante a performance da "Daianinha" —, Rebeca fez duelo nota a nota com a norte-americana Sunisa Lee e as russas Angelina Melnikova e Vladislava Urazova. A brasileira foi a melhor no salto sobre a mesa, com 15,300, mas a norte-americana foi dominante nas barras assimétricas, com a mesma nota. 

Na trave, Urazova foi destaque, enquanto no solo, a japonesa Mai Murakami foi a única a chegar aos 14,000 pontos. No fim, Lee foi a mais regular, com Rebeca perdendo pontos preciosos no solo — dois passos que sobraram para fora do tablado na performance marcante do funk "Baile de Favela", do MC João. A norte-americana terminou com o ouro, com 57,433; a brasileira com a prata, 57,298 e Melnikova com o bronze, 57,199.

A prata só veio graças ao trabalho coletivo. A ação rápida de Chico, treinador dela, que pediu revisão da nota de Rebeca na trave, penúltimo aparelho em que competiu, acabou por mudar a cor da medalha. Após a solicitação, os juízes deram 0,1 ponto a mais para a brasileira, que ficaria 0,099 acima da rival do Comitê Olímpico Russo.

Já medalhista, Rebeca tem mais duas chances de subir ao pódio. Ela está classificada em duas finais por aparelho: salto sobre a mesa (na qual foi a melhor no individual geral) e solo. Outra brasileira, Flávia Saraiva, compete na trave. No masculino, Arthur Zanetti tenta a terceira medalha olímpica nas argolas, enquanto Caio Souza é representante no salto.

Calendário das provas restantes da ginástica artística

Domingo, 1º, às 5h45min - Individual por aparelhos: Salto – Rebeca Andrade

Segunda-feira, 2, às 5 horas - Individual por aparelhos: Argolas – Arthur Zanetti

Segunda-feira, 2, às 5h45min- Individual por aparelhos: Solo – Rebeca Andrade

Segunda-feira, 2, às 6h54min - Individual por aparelhos: Salto – Caio Souza

Terça-feira, 3, às 5h48min - Individual por aparelhos: Trave – Flávia Saraiva

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Com bronze em Tóquio, Mayra Aguiar é a primeira brasileira com três medalhas individuais

Olimpíadas
2021-07-30 00:30:00 Autor Agência Estado Tipo Notícia

A judoca Mayra Aguiar fez história ontem ao conquistar em Tóquio a terceira medalha em três edições consecutivas de Jogos Olímpicos. Bronze em Londres-2012 e Rio-2016, a gaúcha de 29 anos repetiu o feito agora no Japão, na categoria até 78 kg, e se tornou a primeira atleta do País a faturar três medalhas em esportes individuais na Olimpíada.

Na luta que lhe garantiu o lugar no pódio, Mayra Aguiar bateu a sul-coreana Hyunji Yoon com um ippon. Assim, confirmou o porquê de ser uma das judocas mais fortes e experientes do Time Brasil. "Estou bem emocionada. Acho que é a conquista mais importante pra mim", resumiu ela, aos prantos, após o combate.

O bronze de Mayra tem a marca da superação. Não à toa, ela chorou muito sobre o tatame. Na reta final de preparação para a Olimpíada de Tóquio, a judoca teve uma séria lesão ligamentar no joelho esquerdo e precisou ser operada. Havia o risco de ela ficar de fora da Olimpíada, mas a judoca voltou a tempo de garantir sua presença nos Jogos.

Mayra recuperou o ritmo perdido por causa da lesão e conseguiu mostrar o talento que já a levou a ser bicampeã mundial.

O caminho de Mayra rumo ao pódio nos Jogos Olímpicos de Tóquio começou com um ippon contra a israelense Inbar Lanir. Ela estreou direto nas oitavas de final por ser uma das cabeças de chave. Na luta seguinte, no entanto, ela acabou perdendo para a atual campeão mundial e número 3 do mundo, Anna-Maria Wagner, da Alemanha, em um duelo muito truncado, decidido no golden score (a "morte súbita" do judô).

A disputa da repescagem contra Aleksandra Babintseva, do Comitê Olímpico Russo, foi bastante equilibrada também. A adversária, porém, recebe três shidos (punições) por fugir do combate e Mayra foi declarada vencedora.

Foi o segundo bronze do judô brasileiro nos Jogos de Tóquio. Antes, Daniel Cargnin subiu ao pódio na categoria até 66 kg.

Logo após conquistar a terceira medalha consecutiva em Olimpíadas, nesta quinta-feira, Mayra admitiu ter sofrido com medo e angústia durante a preparação para chegar a Tóquio. 

"Desculpa, não estou conseguindo falar, estou emocionada. Acho que é a conquista mais importante para mim. Foram difíceis os últimos tempos, bem difíceis, tem que superar, superar de novo e de novo. Não aguentava mais fazer cirurgia, ainda mais no momento que vivemos (pandemia), tive medo, angústia. Mas continuei", disse Mayra, em entrevista para a TV Globo.

A primeira judoca a conquistar três medalhas consecutivas em Jogos Olímpicos agradeceu ao apoio de amigos e familiares. "Dar o nosso melhor vale a pena. Estou bem emocionada. Muito importante para mim. Não conseguiria nada sem minha família, me apoiaram em tudo e estavam comigo nos momentos mais complicadas. Obrigada por me apoiar, por me aguentar, eu sou bem chata, às vezes. Energia boa. TPM, cansada, com dor, estava comigo."

A judoca também lembrou dos treinos no solo que a ajudaram na vitória decisiva para a conquista do bronze — que contou ainda com movimentos treinados do jiu-jitsu brasileiro. "Agradeço meus técnicos, pelo apoio, todos. Que me faz levantar todos os dias. Obrigada por estarem ali. Beijo para o seu Moacir. Me fez amar luta no chão. Pensei: 'Não vou soltar, tenho potencial para ganhar essa luta'. Beijão a todos. Obrigada de coração."

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Esperança de medalha, Maria Suelen Altheman estreia com vitória no judô feminino em Tóquio 2020

No tatame
2021-07-30 00:18:00 Autor Wanderson Trindade Tipo Notícia

A judoca Maria Suelen Altheman estreou com vitória no judô feminino acima de 78kg, nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Nessa primeira luta, ela enfrentou Anamari Velenek, da Eslovênia.

Maria Suelen Altheman estreou diante da atleta Anamari Velenek, da Eslovênia
Maria Suelen Altheman estreou diante da atleta Anamari Velenek, da Eslovênia (Foto: Instagram / susu_altheman)

O confronto foi resolvido após a eslovena sofrer três punições e ser automaticamente eliminada da competição. Com o resultado, Maria Suelen avançou para as quartas de final dos Jogos no Japão.

Ela é uma das esperanças do Brasil de conquistar medalha e caso passe da próxima fase, ficará a uma vitória para subir ao pódio.

 

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