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Com apenas Benevenuto de fora, Fortaleza se prepara para o jogo de volta da Copa do Brasil

A equipe tricolor perde um dos titulares do elenco, porém é a única baixa do time cearense contra o CRB
13:32 | Ago. 02, 2021
Autor - Horácio Neto
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- Horácio Neto Autor
Tipo Notícia

Após a derrota no Clássico-Rei pelo Campeonato Brasileiro, o Fortaleza volta suas atenções para o confronto decisivo contra o CRB, nas oitavas de final da Copa do Brasil. Com a vantagem do empate, o Leão não terá o zagueiro Marcelo Benevenuto, que já atuou com a camisa do Botafogo na competição, e o goleiro Max Walef, segue em recuperação da lesão no cotovelo.

Sem nenhum atleta suspenso, dentre os titulares, Juan Pablo Vojvoda só não poderá contar com Marcelo Benevenuto. No primeiro confronto, Jackson foi o defensor escolhido para começar na zaga. O treinador argentino pode repetir a decisão ou preferir por Quintero para a função.

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Apesar de não haver suspensos, três jogarão pendurados, dois deles titulares. David, Pikachu e Igor Torres estão a um cartão amarelo de não poderem ser relacionado para as quartas de final da Copa do Brasil, em caso de classificação do Tricolor.

No departamento médico, apenas o goleiro Max Walef segue se recuperando de uma lesão. O atleta tricolor teve um edema articular após a contusão no cotovelo esquerdo. Com Felipe Alves 100%, inclusive, já tendo atuado no Clássico-Rei do último domingo, 1º, não deve haver dúvidas no gol do Leão.

Com exceção de Marcelo, Vojvoda terá o elenco completo para o duelo de volta da Copa do Brasil. O Fortaleza entra em campo na quarta, 4, às 16h30min, no Estádio Rei Pelé, pelas oitavas de final do torneio nacional. O Tricolor tem a vantagem do empate após ter vencido o primeiro confronto por 2 a 1, na semana passada, 29, na Arena Castelão.

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Vojvoda diz que derrota no Clássico-Rei é dolorosa, elogia primeiro tempo do Leão e pede foco no CRB

Coletiva
2021-08-02 00:49:00
Autor Brenno Rebouças
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Tipo Noticia

Apesar da derrota do Fortaleza por 3 a 1 no Clássico-Rei deste domingo, 1º, o técnico do Leão, Juan Pablo Vojvoda, ressaltou que o Ceará não foi superior na partida. Para o argentino, houve um equilíbrio no duelo no segundo tempo e o time alvinegro soube aproveitar melhor as chances que criou.

“No primeiro tempo o Fortaleza jogou bem, principalmente nos 25 minutos iniciais. Fez um jogo com posse de bola, de criação de jogadas para gol, teve muita concentração. Acho que nos primeiros 45 minutos o Fortaleza foi superior ao adversário. Baixou (a intensidade) por dez minutos, coisa normal e nesse tempo foi um jogo controlado, mas o adversário conseguiu fazer o gol numa jogada mais clara, porém, não criavam (antes) problemas ao Fortaleza. No segundo tempo, é verdade que nivelaram o jogo, mas sem ser superior. Encontraram o gol em um momento importante”, analisou Vojvoda.

+"Resultado não diz o que foi o jogo", avalia Matheus Jussa após derrota do Fortaleza no Clássico-Rei

Sobre a queda de ritmo do Tricolor no segundo tempo, o treinador não quis apontar um só problema. Para ele, muitas variantes interferem na mudança de cenário de um jogo, inclusive situações que partem do time que se enfrenta.

"Acho que futebol é todo um conjunto. Interferem fatores físicos, emocionais, táticos, técnicos, dos jogadores, tem muitos fatores, não um só. Se é uma alteração tática do adversário, se é uma resposta física da nossa parte [...] No primeiro tempo, acho que o Fortaleza demonstrou superioridade, mas no segundo o adversário teve melhor jogo e converteu em gol. O Fortaleza teve situações para converter e não fez, nessa partida não convertemos", admite.

O treinador tricolor não escondeu o incômodo de perder o Clássico-Rei, mas frisou que o Fortaleza se portou bem por um período considerável da partida e defendeu que a equipe deve seguir pelo mesmo caminho.

"É doloroso, é um clássico. Nós fizemos um bom primeiro tempo, mas no segundo tempo, repito, foi igual, no entanto o adversário conseguiu o gol. Nós temos que seguir pelo caminho que estamos seguindo, de trabalho, de humildade e de funcionamento da equipe, Hoje mesmo, apesar de ter perdido, acho que o funcionamento durante 30 ou 40 minutos foi bom. Futebol tem resultados e hoje perdemos", disse.

O Clássico-Rei, porém, já ficou para trás. A partir desta segunda-feira, quando o time se apresenta, o foco se volta novamente para a Copa do Brasil. "Trabalharemos em recuperação, principalmente para os jogadores que atuaram hoje; também trabalhamos parte emocional, psicológica, porém, psicologicamente, tem que digerir rápido essa dolorosa derrota e pensar já amanhã (segunda-feira) no jogo do CRB, que é muito importante para nós, define passagem para a próxima fase da Copa do Brasil. Será um jogo disputado e teremos que fazer uma boa partida", prega.

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Guto Ferreira quebra jejum e vence Vojvoda pela primeira vez em 2021

DUELO TÁTICO
2021-08-02 00:37:00
Autor Mateus Moura
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Além de vencer o Clássico-Rei por 3 a 1 e engatar uma sequência invicta de 10 jogos na Série A do Campeonato Brasileiro, Guto Ferreira encerrou um incômodo jejum neste ano. Nos quatro primeiros encontros entre o treinador alvinegro e o argentino Juan Pablo Vojvoda, o comandante do Vovô não havia vencido nenhum duelo, com duas derrotas e dois empates.

No duelo tático entre os treinadores, Guto tentou surpreender na escalação inicial, promovendo o volante Willian Oliveira e o polivalente Kelvyn à equipe titular. O comandante do Vovô também modificou a posição de alguns jogadores. Fernando Sobral, volante de origem, iniciou a partida como lateral-direito, enquanto o meia-campista Vina atuou de forma centralizada, como um falso nove.

Vojvoda, por sua vez, utilizou a mesma estratégia que o fez ter sucesso nos clássicos anteriores. Distribuído em um 3-5-2, com Tinga formando a linha de zaga ao lado de Titi e Benevenuto, o Leão fez um primeiro tempo intenso, com muitas finalizações e domínio da partida. Apesar de sair na frente do placar, logo no início do jogo, a equipe comandada pelo argentino não conseguiu manter o ritmo.

Kelvyn, aposta de Guto, foi o autor do gol de empate do Ceará, no fim do primeiro tempo, igualando a partida em 1 a 1. Na etapa final, foi o Ceará quem comandou as ações. O treinador alvinegro fez duas trocas que mudaram o rumo da partida: Cléber e Rick, responsáveis pelos gols da virada. O resultado colocou fim a invencibilidade de 19 jogos do Fortaleza jogando na Arena Castelão.

Treinador mais longevo do Brasileirão, Guto completou 92 jogos à frente do Vovô. São 40 vitórias, 28 empates e 24 derrotas, com 53,6% de aproveitamento. Foram 132 gols marcados e 92 gols sofridos. Durante este período, em clássicos disputados na Série A, o comandante alvinegro venceu todos, dois em 2020 e um neste ano.

SÉRIE A: Gols de Ceará 3 x 1 Fortaleza

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De virada, Ceará vence Fortaleza, mantém invencibilidade e quebra sequências do rival

Clássico-Rei
2021-08-02 00:30:00
Autor Brenno Rebouças
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Brenno Rebouças Autor
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Tipo Notícia

O Ceará matou a fome de vitória sobre o maior rival ontem à noite, ao bater o Fortaleza por 3 a 1, pela 14ª rodada da Série A do Brasileiro. Além de interromper o hiato de cinco Clássicos-Rei sem triunfo, o Alvinegro quebrou a sequência invicta do Tricolor no Castelão, que já durava 19 partidas. Para completar, o Vovô chegou a dez jogos consecutivos no certame sem derrotas.

Se tudo isso já não fosse o bastante, o Ceará construiu o placar de virada e para quem tinha sofrido uma pressão enorme no primeiro tempo, reverter a situação foi ainda mais saboroso. No fim das contas, a eficiência deu a vitória. O Alvinegro finalizou menos da metade de vezes que o adversário, mandando apenas quatro chutes na meta, mas converteu três em gols. Ao Tricolor, faltou justamente aproveitar as oportunidades criadas.

E olha que não foram poucas. O Fortaleza teve 28 conclusões, sendo oito no gol, enquanto o Ceará chutou 11 vezes ao todo. Só nos primeiros dez minutos, o Leão já tinha feito cinco arremates, tendo duas intervenções do goleiro Richard, um desvio na zaga, uma bola para fora — que levou perigo — e o gol de Tinga, na marca dos 10. Ele aproveitou o rebote que Richard deu após defender cabeçada de Benevenuto, depois de cobrança de escanteio. Na grande área, apenas chutou forte para abrir o placar.

À frente no marcador, o Tricolor continuava chutando bolas ao gol do Ceará. O Vovô só tinha escapado duas vezes, primeiro com Vina, que nem chegou a concluir a jogada, e depois com Lima, em cobrança de falta que gerou escanteio. Por fim, em esquinado que ele bateu fechado e Felipe Alves espalmou.

A pressão do Leão, porém, não se convertia em gols e em paralelo a isso, o Ceará começou a ficar mais tempo com a bola. O problema é que o jogo coletivo do Vovô não funcionava. A solução foi uma jogada individual. Aos 36, Lima invadiu a grade área adversária pela direita e protegeu a bola da marcação, conseguiu um drible e partiu para a linha de fundo. De lá, cruzou rasteiro e a bola passou na pequena área, sem que Felipe Alves conseguisse afastar, mesmo tocando na bola. Nas costas do goleiro, Kelvyn vinha fechando e desviou para a rede.

O gol de empate foi o sinal de que o Clássico-Rei não seria tão fácil como estava parecendo. Assim, para a segunda etapa, o técnico Guto Ferreira voltou com Cléber na vaga Kelvyn, escolha que se provaria acertada.

A etapa complementar, porém, ainda começou com o Fortaleza pressionando. Pikachu e David, arriscando de fora da área, e Benevenuto, em cabeçada, fizeram o goleiro Richard trabalhar. Pouco a pouco, porém, a intensidade foi diminuindo e o Ceará foi ganhando espaço no meio de campo. As investidas do Vovô aconteciam principalmente em velocidade. O treinador alvinegro, então, apostou em Rick.

Antes do jogo mudar por completo, o Leão teve uma última chance, com David, aos 28, recebendo bola na grande área e finalizando. Richard espalmou.

Depois disso, o Ceará emendou sequência de ataques. Rick tentou chute colocado de fora da área, Felipe Alves defendeu. Pouco depois, aos 35 minutos, após uma cobrança de escanteio, a defesa do Fortaleza não conseguiu afastar e Cléber disputou com Wellington Paulista, subindo mais alto e mandando para o gol. O árbitro interpretou o lance como falta, mas foi ao monitor do VAR, reviu o lance e validou o tento.

O Tricolor sentiu o gol. A pressa na construção das jogadas resultava na perda da bola ou chutes para qualquer direção. O Alvinegro notou e passou a se aproveitar dos espaços que o adversário oferecia. Num desses, aos 40, Rick partiu para cima de Crispim e Jussa, passando em velocidade no meio dos dois, invadiu a grande área e foi à linha de fundo. Ele chutou rasteiro, a bola passou por debaixo das pernas de Felipe Alves e cruzou a linha do gol.

O triunfo não alterou as posições de Ceará e Fortaleza na classificação, mas o Vovô está a um ponto do G-6 — e reduziu para 4 a margem do rival. Já o Tricolor viu Atlético-MG e Palmeiras abrirem mais de três ponto de distância, além de RB Bragantino e Flamengo-RJ terem encostado.

Ceará 3 x 1 Fortaleza

Ceará
4-3-3: Richard; F. Sobral, Messias, Gabriel Lacerda e Bruno Pacheco; William Oliveira (Fabinho), Marlon (Buiú) e Vina (Jorginho); Lima, Kelvyn (Cléber) e Mendoza (Rick). Técnico: Guto Ferreira

Fortaleza
3-5-2: Felipe Alves; Tinga, Marcelo Benevenuto e Titi (Torres); Yago Pikachu, Matheus Jussa, Éderson (Felipe), Matheus Vargas (Romarinho) e Lucas Crispim; David (Luiz Henrique) e Robson (W. Paulista). Técnico: Juan Pablo Vojvoda

Local: Castelão, em Fortaleza-CE
Data: 1º/8/2021
Árbitro: Denis da Silva Serafim-AL
Assistentes: Esdras Mariano de Lima Albuquerque-AL e Brígida Cirilo Ferreira-FIFA/AL
VAR: Rafael Traci-FIFA/SC
Cartões amarelos: M. Vargas, David, Titi (FOR) Marlon, Lacerda (CEA)
Renda e público: não houve, devido a pandemia do novo coronavírus
Gols: 10min/1T - Tinga; 36min/1T - Kelvyn; 35min/2T - Cléber; 40min/2T - Rick

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ATÉ QUE ENFIM...

Opinião
2021-08-02 00:30:00
Autor Alan Neto
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Tipo Opinião

- CINCO Clássicos-Rei sem perder do Fortaleza, há muito estavam atravessados na garganta do Ceará. Precisava dar um jeito de vencer, ao menos uma, antes que virasse complexo de inferioridade ou o tradicional freguês de caderno, como o torcedor costuma chamar em suas gozações.

- ENFIM, aconteceu ontem à noite, pleno domingo um tanto tarde da noite, quando o Alvinegro finalmente logrou uma vitória (3 a 1). Veio um pouco tarde, mas veio, para alivio da sua torcida, já espantada com outro fiasco.

- ALIÁS, até podia ter acontecido no primeiro tempo, quando o Fortaleza foi o senhor das ações, dominou inteiramente, mas acabou perdendo uma série de ótimas chances de balançar as redes. Só o atacante Robson perdeu no mínimo duas. Por ruindade, bem entendido.

PRATO CHEIO

- FORTALEZA propôs o jogo, diante de um Ceará acovardado, naquela de entrar em campo pra não perder só pensando em empatar. Foi um prato cheio para o adversário, que se mandou para o ataque em busca do gol.

- TANTO que aconteceu logo aos 10 minutos, através de Tinga, que saiu da sua área, atravessou o campo, aproveitou o rebote do goleiro Richard num lance de outro zagueiro, o Benevenuto. O Ceará estava aparvalhado.

- A PARTIR daí, o Fortaleza dominou o campo de jogo, atacando em massa. Menos mal que a bola só entrou naquele gol do Tinga, caso contrário o vexame podia ser repetido.

- CEARÁ parece não se emendar, quando não busca alternativas pra se tornar uma equipe aguda, ofensiva e ágil. Explica-se: Guto adora o rame-rame dele.

MUDANÇA DOS VENTOS

- CANSADO de perder chances, o Fortaleza resolveu recolher as armas, permitindo que o maior rival conseguisse, com algumas mudanças, mudar o rumo dos ventos.

- POR exemplo. Entrada de Cléber, colocado de frente para o gol, como atacante referência, foi o caminho da mina. Não só este. As boas atuações de Kelvyn e principalmente Rick, deram novo alento ao Alvinegro na busca de ao menos empatar. Foi, isto sim, compensado com três gols, virando o jogo.

- CEARÁ precisava desta vitória pra aliviar a barra do seu treinador. Uma derrota ontem à noite, Guto Ferreira já não estaria no Ceará. Não tem torcedor que consiga engolir seis clássicos sem triunfo.

UNHAS & DENTES

- CLARO que as mudanças feitas o ajudaram, aliadas à queda de produção do Fortaleza, como por encanto. Talvez imaginasse que aquele 1 a 0 já bastasse, o que não foi bem assim. Havia do outro lado um adversário que, com unhas e dentes, buscava reverter a situação.

- GUTO andou acertando, não só com as entradas de Cléber, mesmo não sendo esses balaios, mas preferível ele, que atua centralizado, do que improvisar o Vina, quebrando a bola e não é de agora. Se tivesse público no Castelão, ele seria vaiado o tempo todo.

CORRIDA DE PRADO

- AS mudanças surtiram efeitos, somado ao cansaço do time tricolor, pois não é fácil jogar o tempo todo com intensidade, como se uma partida de futebol fosse uma corrida de prado. Não é bem assim, nunca foi, jamais será.

- ALIE-SE a isso o fato de mudanças feitas na defesa, com Fernando Sobral, mesmo improvisado na lateral direita, porém com a missão de barrar as arrancadas de Crispim pelo setor. Só teria de fazer isso. Como é ótimo marcador, missão cumprida. Crispim não fez nada.

- OUTRA boa modificação, que também surtiu efeito, foi a escalação de William Oliveira na cabeça da área. Tipo pau puro, a bola passa, mas o adversário fica. Não esquecer Marlon voltar a sua posição de origem, na meia, onde sempre jogou no Sampaio Corrêa, formando com William Oliveira e Fernando Sobral um trio de ouro.

EGO & VAIDADE

- GUTO escalou os três ontem à noite. Devia ser sempre assim. No futebol não se inventa a roda, muito menos complica-se o óbvio. E por qual razão não faz sempre assim? Por teimosia, só pode. Técnico de futebol, quando começou a ser chamado de "professor", foi fatal para a sua imensa vaidade e seu monumental ego.

- QUANDO as peças se engrenaram o Ceará cresceu e o Fortaleza encolheu-se em campo. Talvez por cansaço, certamente surpreendido pela reação do rival maior. Foi cedendo terreno, enquanto o Ceará virou o jogo, acabou vencendo e bem por 3 a 1. Justamente via, Kelvyn, Cleber e Rick, da nova geração de Porangabuçu.

A CASA CAIU...

- FORTALEZA, como não muda seu figurino, atacar sempre, dá chance a que os adversários armem seus botes fatais. Ontem à noite, Guto acertou a mão. Mais por conta da atuação dos atletas em campo do que por estratégia receosa, de ter pavor a vencer. Mas ganhou e isso já satisfez seu ego, aliviou a barra da torcida alvinegra. Um dia a casa do Pici, cairia. E caiu...

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"Resultado não diz o que foi o jogo", avalia Matheus Jussa após derrota do Fortaleza no Clássico-Rei

SÉRIE A 2021
2021-08-01 23:53:53
Autor Iara Costa
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Iara Costa Autor
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Tipo Notícia

No primeiro Clássico-Rei da Série A do Brasileirão 2021, o Fortaleza saiu derrotado em 3 a 1 pelo Ceará. Em entrevista na saída do campo, o volante Matheus Jussa analisou o desempenho do Leão em campo, frisando que o time teve mais chance de gol que o Ceará. 

"O ritmo foi o mesmo (de sempre). A gente teve, desde o início, mais posse de bola, mais chance de gol. A chance maior criada foi nossa. Faltou caprichar na última finalização. Fomos superiores, mas o resultado não diz o que foi o jogo", destacou o jogador do Tricolor do Pici, que acrescentou ainda que o time comandado por Vojvoda vem numa crescente e que a derrota deste domingo, 1°, ocorreu por um descuido no intervalo de tempo em que o Vovô marcou os gols da virada. 

"Acho que a gente vem numa crescente. Foi um descuido de 10, 5 minutos, que caiu um pouco o rendimento, mas o time vem numa crescente e acho que é nesse ritmo que a gente tem que levar o resto do Brasileiro", falou. 

O Tricolor do Pici volta a entrar em campo nesta quarta-feira, 4, pela Copa do Brasil. Às 16h30min, a equipe enfrenta o CRB fora de casa.

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