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Felipe Baxola diz que espera novas chances para retomar titularidade

Em coletiva, o meia afirmou que jogaria até de zagueiro se necessário para contribuir com o time

18:19 | 11/09/2019
Baxola jogou sete partidas pelo Ceará, após última lesão
Baxola jogou sete partidas pelo Ceará, após última lesão(Foto: Cerasc/Divulgação)

Sem titularidade desde a derrota do Ceará para o Internacional por 1 a 0, em julho deste ano, o meia Felipe Silva, o Baxola, disse aguardar por sequência de jogos para voltar crescer. Em coletiva na tarde desta quarta-feira, 11, Baxola relembrou os momentos da lesão, em abril, na Copa do Brasil, contra o Corinthians, e o retorno fora de tempo no primeiro jogo da final do Campeonato Cearense. Depois desses episódios, o atleta acredita que precisou ter paciência para, após recuperado, voltar a buscar espaço em campo.

“A lesão acaba atrapalhando muito o atleta, fiquei um mês e meio fora. É difícil readquirir a confiança dentro de campo, a confiança da comissão pra poder mostrar que eles podem contar comigo”, comentou. O então técnico do Alvinegro, Lisca criticou o departamento médico pela liberação.

Depois do segundo momento de lesão, Baxola jogou em sete jogos do Brasileirão. Entrou como titular contra o Palmeiras (derrota por 2 a 0) e contra o Internacional. Nos outros cinco jogos, Baxola entrou sempre entre os seis e os três minutos finais do tempo regulamentar da partida. O meia não marcou ainda na Série A deste ano e tem quatro gols na temporada. “Creio que se eu não tivesse machucado estaria numa situação diferente. Mas faz parte, e a gente que trabalha com futebol corre esse risco”, pondera.

Sobre a espera por novas oportunidade tanto de jogar mais tento como de novamente tentar uma titularidade, Baxola brincou e disse que, para jogar, ele entraria “até de zagueiro”. “Futebol é dinâmico, hoje isso é cobrado,quem vai precisa voltar para ajudar na marcação”, apontou. Mas, pressionado para indicar em que posições gostaria de atuar, o meia indicou o posicionamento de Lima e de Thiago Galhardo como o de concorrência direta.

“Têm muitos atletas na minha posição com condições de jogar. As posições do Lima por fora (pela esquerda) flutuando também e do Galhardo por dentro são as funções que costumo jogar”, detalhou. O atleta disse entender como funciona o esquema e as opções de jogo do treinador Enderson e disse não se sentir preterido.

Sobre o duelo contra o Botafogo, no sábado, 14, às 21 horas, na Arena Castelão, o meia reforçou a importância de ganhar dentro de casa. “A gente tem de ser sempre um adversário forte aqui e sempre pontuar. Antes do empate, nós viemos de três derrotas, mas a gente construiu antes bons resultados (contra Palmeiras, Fortaleza e Palmeira) e a gente ainda continua numa situação boa. Mas poderia estar melhor, claro”, analisou.

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