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Anvisa analisa nova vacina de dose única contra Covid-19

Pedido de uso emergencial da vacina Convidecia, fabricada por empresa chinesa, foi apresentado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pelo laboratório Biomm nessa segunda-feira, 8
20:55 | Nov. 11, 2021
Autor Marília Serpa
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Tipo Notícia

Um pedido de uso emergencial da vacina Convidecia, contra a Covid-19, desenvolvida pela empresa chinesa CanSino, foi apresentado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pelo laboratório brasileiro Biomm. O processo chegou à agência nessa segunda-feira, 8, onde a análise foi aberta pela área técnica nessa quarta-feira, 10.

De acordo com o portal do Folha de S.Paulo, um trecho da nota emitida pela Anvisa consta que "as primeiras 24 horas são dedicadas a uma triagem do processo para verificar se os documentos necessários estão disponíveis. Se houver informações importantes faltando, a agência pode solicitar as informações adicionais ao laboratório". A CanSino possui acordo para importar e produzir a vacina de dose única no País. 

Após o período de triagem, que deve se encerrar nesta quinta-feira, 11, a Anvisa tem sete dias úteis para emitir um parecer sobre o uso emergencial. Quando alguma alguma informação adicional é pedida ao laboratório, o prazo é suspenso. Assim, os cinco diretores da agência decidem pela liberação do uso emergencial da vacina por meio de uma reunião colegiada.

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Convidecia

De acordo com o Folha de S.Paulo, a vacina da CanSino, Convidecia, utiliza um adenovírus para ensinar o sistema imune humano a identificar e combater a Covid-19. O mesmo acontece com a vacina Covishield, da AstraZeneca/Osford, que já é utilizada no Brasil. A conservação do imunizante se dá em geladeira comum, de 2º C a 8 C, o que acaba por facilitar a logistica do uso. 

Em 24 de fevereiro deste ano, a empresa chinesa divulgou que a vacina de dose única tem eficácia superior a 65% contra todos os casos sintomáticos da doença. Para aprovação do uso emergencial, a Anvisa avalia se os benefícios do imunizante superam riscos e incertezas, onde o tipo de autorização é provisório e destinado, principalmente, para aplicação pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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