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90 municípios no Ceará não registraram novos casos de Covid em setembro; veja lista

Balanço do IntegraSUS, plataforma da Secretaria da Saúde, considera novas confirmações do vírus relativas às duas últimas semanas
21:32 | Set. 14, 2021
Autor Ana Rute Ramires
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Ana Rute Ramires Jornal
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Desde o início do mês de setembro, 90 municípios cearenses não registram novos casos de Covid-19. Os dados são do IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Estado, atualizado às 19h04min desta terça-feira, 14. Diminuição nos diagnósticos no Estado é observada em momento de maior controle no aspecto epidemiológico e assistencial desde o início da pandemia.

Segundo a plataforma de transparência estadual, 30 municípios tiveram apenas um diagnóstico durante os dias 1º e 14 deste mês, cada. Outros 11 somaram dois casos no período, e 14 tiveram três confirmações. 

Sayonara Cidade, presidente doConselho das Secretarias Municipais de Saúde do Ceará (Cosems/CE), atribui a diminuição dos novos casos ao avanço da imunização contra o vírus no Estado."Acredito que isso se dá pelo trabalho que tem sido feito para a vacinação, pelo trabalho epidemiológico do Estado em trabalhar à luz da ciência", pontua.

Fortaleza registrou a maior quantidade de diagnósticos no período: 209. Além da Capital, Ipueiras (120), Nova Russas (66), Juazeiro do Norte (37) e Mombaça (20) foram os municípios com mais casos confirmados nas duas últimas semanas.

Desde o início da pandemia, Ceará já registrou 935.273 casos confirmados da Covid-19. Desse total, 24.144 pessoas morreram vítimas da infecção. O Estado tem 658.887 pessoas já recuperadas da doença e 25.386 pessoas com suspeita de infecção. 


 

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35,4% das UTIs adulto no Ceará estão ocupadas por pacientes com Covid-19

Coronavírus
21:05 | Set. 14, 2021
Autor Lara Vieira
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O Estado do Ceará tem 35,41% das suas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) ocupadas por pacientes com Covid-19, conforme dados divulgados na plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), às 19h04min desta terça-feira, 14. A ocupação de UTIs se mantém abaixo de 40% pelo menos desde o dia 20 de agosto.

O monitoramento considera unidades médicas públicas e particulares. Em análise mais detalhada, é possível perceber que a ala da UTI que registra a maior ocupação é a infantil, com índice de 52.17%. Nas enfermarias do Estado, a média geral de ocupação é de 21,32%. Nesse tipo de equipamento, a parte voltada ao atendimento de crianças é também a que está mais ocupada, com percentual de ocupação em 43.93%.

No Hospital Leonardo da Vinci (HELV), 27 leitos de UTI adulto estão ativos, estando 14 deles ocupados. Já na enfermaria adulto do equipamento, 27 leitos estão disponíveis. Desses, 13 aparecem ocupados. A entidade foi adquirida pelo Governo do Estado no inicio da pandemia e se mantém como referência no atendimento a pacientes com Covid-19 na Unidade Federativa.

Em todo o Ceará, 20 pessoas esperam na fila por leitos específicos para tratamento da doença. Conforme dados divulgados às 18h32min desta terça, 14, também pela plataforma IntegraSUS. Desses pacientes, 13 esperam por um leito de enfermaria e sete aguardam para serem transferidos a uma UTI.

Dados da plataforma, consolidados às 14h14min de hoje, mostram ainda que o Estado acumula 935.273 casos de Covid-19 e 24.144 óbitos em decorrência da doença. Até o período analisado havia, ainda, 658.063 pessoas recuperadas da patologia e 25.386 com suspeita de infecção.

 

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Com avanço da vacinação, ocupação das UTIs Covid-19 no Ceará chega a 37%

COVID-19
23:54 | Set. 13, 2021
Autor Luciano Cesário
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Com o avanço da vacinação e queda progressiva nos indicadores de transmissão da Covid-19, a taxa de ocupação das UTIs para pacientes com o novo coronavírus segue em queda no Ceará. Conforme dados da plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), o índice atual é de 37%. Nas enfermarias, o percentual é ainda menor, chegando a 20%. A média geral está abaixo de 50% desde o dia 19 de julho, cenário que contrasta com os meses de março e abril deste ano, quando o Estado atingiu 100% de ocupação durante o pico da onda de infecções. O monitoramento foi atualizado às 23h03min desta segunda-feira, 13, e considera tanto os hospitais públicos como os particulares localizados na Capital e no Interior.

Dentre as cinco macrorregiões de Saúde do Estado, o Sertão Central é a única com mais da metade da oferta de leitos ocupados (55%). Na sequência aparece a Região Metropolitana de Fortaleza (45%), seguida pelas regiões Norte (28%) e Cariri (28%). No Litoral Leste/Jaguaribe, não há mais leitos de UTI ativos, segundo a plataforma. Já em relação às enfermarias, os 29 leitos em oferta estão vazios. 

LEIA MAIS | Perdeu data da segunda dose da vacina contra Covid? Saiba onde ser imunizado

Na contramão dos leitos adultos, nas UTIS pediátricas a média de ocupação tem oscilado para cima. Nos últimos sete dias, o indicador foi de 44% para 72%. Por outro lado, não há nenhum recém-nascido hospitalizado em UTI ou enfermaria por causa da Covid-19 no Ceará, conforme os índices da plataforma. 

A queda na demanda por leitos é acompanhada por redução de casos e mortes em decorrência da infecção. Nos primeiros 13 dias de setembro, o média de novos casos positivos foi 81% menor em relação ao mesmo período do mês anterior. Durante o intervalo, o total de casos passou de 3.921 para 717. Houve queda também no número de óbitos, que passou de 79 para 27. 

A pandemia perde força ao mesmo tempo em que a vacinação avança em todos os municípios cearenses. Considerando dados da ferramenta Vacinômetro, da Sesa, o percentual da população adulta que já tomou ao menos uma dose do imunizante contra a Covid-19 chega no Ceará chega a 63%. Foram 5,8 milhões de vacinas aplicadas para um universo de 9,2 milhões de habitantes em todo o Estado, segundo estimativa mais recente do IBGE. Já os vacinados com segunda dose (2,7 milhões), representam 29% do total de moradores.

Fila por leitos

Apesar da queda nos indicadores de ocupação na rede hospitalar do Estado, de forma geral, ainda há pacientes na fila de espera por leitos. Até a última atualização do IntegraSUS, dez pessoas estavam à espera por uma vaga no sistema de regulação da Sesa. Dessas, 2 aguardavam para serem transferidas a uma UTI e o mesmo número para leito de enfermaria.

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Ceará apresenta cenário de maior controle desde o início da pandemia, diz Sesa

Coronavírus
17:45 | Set. 12, 2021
Autor Ana Rute Ramires
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Ana Rute Ramires Autor
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No 19º mês da pandemia, Ceará apresenta cenário epidemiológico e assistencial de maior controle da pandemia. A análise é da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa). Conforme o titular da pasta, Marcos Gadelha, os indicadores da Covid-19 no Ceará se mostram favoráveis para a "evolução de um processo de retomada gradual, progressiva e responsável no Estado".

A pasta frisa a manutenção das medidas relativas ao convívio social dos cearenses e às atividades econômicas. "O momento exige atenção e engajamento da sociedade para evitar nova alta de casos", frisa a secretaria por meio de nota. 

Em setembro de 2021 os casos diários confirmados de Covid-19 não superam 100. Número consideravelmente menor do que durante o pior período da Covid-19 no Estado. No dia 5 de abril deste ano, o número de confirmações foi de 6.418.

Quanto aos óbitos, no mês atual, o maior registro diário foi de seis mortes, de acordo com a Sesa. Em abril, pior período da segunda onda da pandemia, houve dias com mais de 150 óbitos provocados pela doença, compara a secretaria.

"No entanto, ainda existe situação de alerta com a transmissão da variante Delta. Isso alerta para a necessidade da secretaria solicitar o engajamento população cearense no processo de vacinação, que é a principal estratégia no combate da pandemia", afirmou o secretário, em vídeo publicado pela Sesa na tarde desde domingo, 12. 

Vacinação é prioridade 

Para que a situação do Ceará com relação à pandemia seja mantida minimamente controlada é essencial a ampliação da cobertura vacinal e a adesão da população. A vacinação em massa é considerada a única medida eficaz para diminuir a circulação viral e o surgimento de novas variantes.

"Queria pedir que o cidadão convoque familiares e vizinhos para se engajar no processo de convencimento da necessidade de se vacinar. Quem não tomou a primeira dose, tome. Quem tomou a primeira e ainda não tomou a segunda, que tome", reiterou o secretário. 

Conforme o Vacinômetro, 5,66 milhões de pessoas receberam a primeira dose, o equivalente a 61,8% da população cearense. Já foram aplicadas 2,79 milhões de segundas doses ou doses únicas. Com isso, 30,4% da população está totalmente imunizada. Ao todo, 8,45 milhões de doses contra a Covid-19 já foram aplicadas.

"Alívio" nas internações 

Um dos indicadores mais relevantes para avaliação da situação da pandemia no Estado é a ocupação de leitos Covid. Atualmente, a taxa de ocupação de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) é de 34%. São 247 leitos disponíveis para pacientes com a infecção. 

A Sesa lembra que em abril deste ano, todo o Estado, contando com hospitais de administração pública, privada ou filantrópica, chegou a ter mais de 1.700 leitos de UTI Covid-19 ativos, com ocupação acima dos 95%. 

Durante o pico da segunda onda, em abril e maio de 2021, o Ceará registrou oferta de 5.200 acomodações, entre leitos de UTIs e de enfermaria para Covid-19.

Com a redução da demanda de infecção pelo coronavírus, as estruturas da Sesa na Capital e no Interior permanecem recebendo pacientes de outras especialidades médicas. Inclusive de cirurgias eletivas, que voltaram a ser realizadas em julho, após quatro meses de suspensão pelo agravamento da pandemia à época. 

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Regras sanitárias: Agefis interdita três bares no Benfica por 30 dias

Coronavírus
21:10 | Set. 11, 2021
Autor Ana Rute Ramires
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Três estabelecimentos localizados no bairro Benfica, na Capital, foram interditados pela Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) por descumprimento de regras sanitárias contra a Covid-19. Os bares devem ficar fechados por 30 dias corridos, devido à reincidência de infrações nos locais. Ação da Agefis ocorreu entre sexta-feira, 3, e sábado, 4. Conforme a Agência, os estabelecimentos interditados foram o Paraíba Bar, o Republic Bar & Bistrô e o Turebar.

LEIA TAMBÉM | Novo decreto: o que pode e o que não pode a partir desta segunda no Ceará

Na ação, os fiscais constataram infrações, como o desrespeito ao distanciamento social, o limite da capacidade do local e o uso obrigatório de máscaras. "O Decreto de combate à Covid não prevê a possibilidade de redução do prazo da interdição aplicada", acrescenta o órgão por meio de nota. Nessa sexta-feira, 10, a Agefis realizou ação de dispersão de aglomeração na Praça da Gentilândia, localizada nas proximidades dos locais interditados, no Benfica. 

O proprietário do Turebar, Ture Baba Cassama, de 33 anos, relata que na última fiscalização realizada pelos agentes, por volta das 22 horas da sexta-feira, 3, havia apenas outros cinco funcionários na área interna do bar, todos com máscaras. Ele considera a interdição como "seletiva", visto que o estabelecimento cumpria também outras medidas, como o distanciamento de mesas e o uso de álcool em gel. "Tirou o negócio de uma família, não tem nada que comprove que estava aglomerando", diz.

A preocupação do dono é relacionada ao prejuízo financeiro que será causado pelo tempo de inatividade. "Perdi as carnes, as frutas, não tenho como pagar fornecedores", explica. Ele afirma que a decisão causou indignação nos clientes, que continuam oferecendo apoio. "Não tem ninguém fazendo baderna, é um bar diversificado, traz identidade. Todo mundo olha para o meu bar como um projeto social", conta.

Ture confirma que outros empreendimentos do bairro causam aglomerações semanalmente e descumprem os horários impostos, mas não são interditados pela fiscalização. "Eu fiquei indignado porque aqui no Benfica tem muita coisa lotada, mas estão fechando o meu".

O POVO tentou entrar em contato com o Republic Bar & Bistrô e o Paraíba Bar através de mensagens via Whatsapp e ligações realizadas neste sábado, 11, por volta das 19 horas, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.

Denúncias

A Prefeitura de Fortaleza destaca a importância do apoio da população para o cumprimento dos decretos estadual e municipal em vigor. Denúncias de irregularidades que podem ser feitas por meio do aplicativo Fiscalize Fortaleza (disponível para Android e IOS), do site http://denúncia.agefis.fortaleza.ce.gov.br  e do telefone 156. 

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Fortaleza registra queda de 75% na média móvel da Covid-19 em duas semanas

PANDEMIA
08:18 | Set. 11, 2021
Autor Luciano Cesário
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À medida que a vacinação contra a Covid-19 avança em Fortaleza, a pandemia perde cada vez mais força. Nos últimos 14 dias, a média móvel de casos confirmados do novo coronavírus na Capital despencou de 74,9 para 18,6, perfazendo redução percentual de 75%. Os números constam no boletim epidemiológico semanal divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) nesta sexta-feira, 10. A queda foi observada entre as semanas epidemiológicas 34-35 (de 22 de agosto a 04 de setembro) e 36 (de 05 a 10 de setembro).

A redução de casos reflete a baixa proporção de positividade das amostras de exames do tipo RT-PCR processadas entre os dias 3 e 9 de setembro, quando o índice ficou em 4,0%. Na prática, isso significa que a cada 100 testes realizados na rede pública durante o período analisado, somente quatro apresentavam resultado positivo para a Covid-19. No relatório, a SMS destaca que a cidade atravessa uma contínua redução dos novos registros diários da infecção, que se mantém, sem oscilações, desde maio último. Desde o início da pandemia, o maior número de casos (2.280) e a maior média móvel (1.646 casos) haviam sido registrados, respectivamente, nos dias 1 e 6 de março de 2021, no pico de contaminações da segunda onda.

Apesar da queda nos registros de infecção, houve uma pequena oscilação de alta na média móvel de óbitos, que passou de 0,9 para 1,1 nos últimos quatorze dias, segundo o boletim. Em termos percentuais, houve um aumento de 22% no índice. Apesar do aumento, o documento destaca que a cidade vive um cenário de baixa mortalidade em decorrência. ”Em períodos de baixa mortalidade, pequenas diferenças representam percentuais significativos sem que tenham necessariamente relevância epidemiológica”, justifica o relatório.

No acumulado de agosto, a média móvel da pandemia na Capital fechou em 1,2 caso, a menor desde o começo da pandemia. O mês também teve o mais baixo número de mortes (36). O boletim enfatiza que a melhora nos indicadores “é potencializada pela vacinação de um grande contingente populacional”.

Faixas etárias

Na distribuição dos casos e óbitos por grupo etário e sexo, os indicadores mostram que 73% dos casos e 27% das mortes foram confirmados na população de 20 a 59 anos. Já o grupo de pessoas com 60 anos ou mais responde por 19% dos casos e 73% das mortes. Em relação ao gênero, a maioria dos óbitos decorrentes da doença envolve vítimas do sexo masculino (55%).

Distribuição territorial 

Regional I
Casos: 19.023
Mortes: 1.414

Regional II
Casos: 40.392
Mortes: 1.668

Regional III
Casos: 22.263
Mortes: 1.419

Regional IV
Casos: 22.897
Mortes: 1.309

Regional V
Casos: 34.408
Mortes: 2.104

Regional VI
Casos: 38.905
Mortes: 1.720

Regional não identificada
Casos: 77.735

Total geral de casos: 255.623
Total geral de mortes: 9.634


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