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Covid: teste rápido desenvolvido pela Uece possibilita resultado em 5 minutos

Feito a partir da coleta de saliva ou secreções nasais, o exame possibilita um resultado em até cinco minutos
19:30 | Ago. 04, 2021
Autor - Gabriela Almeida
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- Gabriela Almeida Repórter O POVO
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Tipo Noticia

O Laboratório de Biotecnologia e Biologia Molecular da Universidade Estadual do Ceará (LBB/Uece) desenvolveu um teste rápido e de baixo custo para diagnóstico da SARS-CoV-2, o vírus causador da Covid-19. Feito a partir da coleta de saliva ou secreções nasais, o exame possibilita um resultado em até cinco minutos. Informações foram divulgadas no site da Uece, nesta quarta-feira, 4.

De acordo com a publicação, o teste é tão eficaz quanto o RT-PCR, exame que apresenta um custo elevado. “O teste desenvolvido na Uece poderá ser aplicado em crianças ou em pessoas, inclusive, à beira do leito. Basta pegar uma gotinha de saliva para fazer o teste. O método também é ideal para fazer triagem e monitoramento em grandes eventos, como as Olimpíadas, por exemplo", explicou em publicação a coordenadora do LBBM/Uece, Izabel Florindo Guedes.

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Ainda conforme postagem, a ideia do exame veio durante a realização de outras pesquisas, que analisam a "prevalência da Covid-19 em crianças, adolescentes e adultos em situação de educação remota pela rede municipal de ensino em Fortaleza". Isso porque foi realizando essas análises que os pesquisadores ouviram dos participantes reclamações sobre o preço dos testes de identificação da doença.

Além do valor, as famílias que participaram das pesquisas afirmaram que os testes eram "incômodos" e os resultados "demoravam muito" para sair. Os integrantes do LBB ouviram os relatos e decidiram criar um teste mais rápido, que tivesse um custo baixo e fosse mais confortável que os demais.

Fase final de elaboração

Sem exigir "mão de obra extremamente qualificada", o teste criado pela instituição poderá ainda ser utilizado em locais como escolas - não sendo dessas forma usado apenas em laboratórios. Luiz Francisco Wemmenson, pesquisador do LBBM falou na postagem sobre a fase em que a criação se encontra.

“Foi feita a maioria dos testes em bancada. Infere-se, dessa avaliação, o fato de que o modelo se mostrou de alta sensibilidade e elevada especificidade. Já estamos em fase final de elaboração da redação para pedido de patente e, no momento, estamos escrevendo projeto para conseguir financiamento e aprovação do Comitê de Ética para validação clínica", destacou o representante.

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Ministério da Saúde fala sobre distribuição de vacinas para SP

Saúde
18:11 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
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O Ministério da Saúde concede entrevista coletiva à imprensa nesta quarta-feira (4) sobre a distribuição de doses da vacina covid-19 ao Estado de São Paulo.

Na manhã de hoje, o governo de São Paulo divulgou que encaminhou ofício ao Ministério da Saúde informando ter recebido apenas metade das vacinas da Pfizer/BioNTech às quais o estado teria direito. Segundo o governo, São Paulo recebeu apenas 228 mil doses do imunizante, que chegaram nesta semana ao país, e o estado teria direito a 456 mil doses.

A distribuição de vacinas aos estados pelo Ministério da Saúde é proporcional ao quantitativo populacional. Estados mais populosos costumam receber mais doses de vacina. Como a população de São Paulo é composta por cerca de 46,3 milhões de pessoas, o estado costuma receber 22% do total de vacinas distribuídas pelo Ministério da Saúde.

Acompanhe a entrevista:

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Butantan lança laboratório móvel para sequenciar variantes em SP

Saúde
17:41 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
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O Instituto Butantan lançou, nesta quarta-feira (4), o projeto de laboratório itinerante Lab Móvel, que tem o objetivo de acelerar o processo de testagem dos casos suspeitos de covid-19 e o sequenciamento das variantes do vírus SARS-CoV-2 que circulam no estado.

Segundo o Butantan, com as análises realizadas neste laboratório móvel, será possível obter o resultado em até 24 horas e, então, começar o sequenciamento, que pode durar de três a seis dias. Atualmente todo o processo, entre a testagem e o sequenciamento de variantes, leva de 10 a 12 dias, informou o instituto.

O primeiro destino, nesta sexta-feira (6), será Aparecida do Norte, no interior paulista, onde o veículo deve permanecer inicialmente por uma semana, com previsão de realizar o diagnóstico de cerca de 500 amostras. “O projeto começa agora, mas não tem data para acabar. O objetivo é sermos mais ágeis e assertivos para entender quais regiões precisam de mais atenção”, disse a diretora do Centro de Desenvolvimento Científico do Butantan, Sandra Coccuzzo.

Além disso, os moradores das cidades que receberão o laboratório itinerante poderão acompanhar de perto os trabalhos dos pesquisadores do Butantan, já que a estrutura do veículo tem uma parte de vidro pela qual é possível observar os procedimentos executados pelos cientistas. Com isso, será possível também aproximar a população da ciência.

Com mais de 12 metros (m) comprimento e quase 3 m de altura, o veículo dispõe de três sequenciadores genéticos, centrífuga, seladora, geladeira e freezer para armazenamento de amostras, entre outros. O investimento total foi de R$ 3 milhões.

O Butantan informou que os municípios que manifestarem interesse em receber o Lab Móvel se responsabilizarão pela coleta de amostras nas unidades básicas de saúde (UBSs) e pelo encaminhamento destas ao veículo itinerante.

No Lab Móvel, os especialistas farão o diagnóstico e separarão as amostras positivas para iniciar o sequenciamento e identificar as variantes. “O sequenciamento é necessário porque os vírus sofrem mutações, ou seja, alterações em seus códigos genéticos, gerando variantes”, explicou o instituto.

O Butantan coordena a Rede de Alertas das Variantes do SARS-CoV-2 e recebe dados dos demais parceiros da rede: Hemocentro de Ribeirão Preto/FMRP-USP, FZEA-USP/Pirassununga, Centro de Genômica Funcional Esalq-USP/Piracicaba, Faculdade de Ciências Agronômicas Unesp/Botucatu, Famerp São José do Rio Preto e Mendelics.

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Pandemia teve forte impacto na renda da população do Nordeste, MG e ES

Efeitos da pandemia
17:09 | Ago. 04, 2021
Autor Rede Nordeste
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A Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) divulgou, nesta terça-feira, 3, o resultado da pesquisa sobre os efeitos da pandemia de Covid-19 em sua área de atuação, que inclui os nove estados do Nordeste, além de parte de Minas Gerais e do Espírito Santo. Realizado pela Datamétrica Pesquisa e Consultoria Ltda., o levantamento tem objetivo de avaliar os impactos da crise sanitária e econômica na Região. O trabalho foi feito com quatro grupos: governos, categorias profissionais, setor produtivo e população.

Na pesquisa com a população, foram analisados fatores como renda, emprego, acesso a programas sociais, hábitos de consumo, saúde e educação. A pandemia da Covid-19 afetou negativamente a renda de 59% dos entrevistados. O impacto negativo foi maior entre os jovens adultos entre 31 e 40 anos (67%), com instrução até nível médio (60%) e renda até 1 salário mínimo (60%). Considerando os resultados por unidade da federação, os moradores do Piauí (79%), Ceará (65%) e Espírito Santo (64%) foram os que mais indicaram ter perdido renda por conta da pandemia. Mas outros estados também tiveram forte efeito como Pernambuco (34%), na Paraíba (28%) e na Bahia (28%), com perda na renda entre 75% e 100%.

Período da retomada

Na avaliação de 30% dos entrevistados, será necessário um período superior a um ano para retornar a renda pessoal semelhante ao que tinha antes da pandemia. Adultos de 31 a 40 anos de idade (37%), pessoas com instrução até nível fundamental (32%) e com renda até um salário mínimo (33%) foram os que mais citaram esse tempo de retomada. Entre os estados, os moradores que mais contribuíram para o índice de 79 foram os do Piauí (93%), Alagoas (87%) e Ceará (83%).

Foi avaliado também o impacto da pandemia na necessidade de aprender novas habilidades para continuar trabalhando, cujo indicador atingiu o resultado de 73 (impacto negativo elevado). 73% das pessoas entrevistadas afirmam que tiveram que aprender alguma habilidade nova. Pessoas de até 30 anos (87%), aquelas com nível superior (82%) e os que possuem renda superior a cinco salários mínimos (83%) foram os que mais afirmaram ter aprendido novas habilidades para seguir trabalhando durante a pandemia. A população de Minas Gerais (97%), Espirito Santo (84%), Piauí (82%) Rio Grande do Norte (80%) e Alagoas (80%) foram os que mais desenvolveram novas habilidades.

Nas entrevistas com representantes de diversas categorias profissionais, foi relatado que os impactos foram heterogêneos, tendo sido mais negativo entre os empreendimentos que não conseguiram se reinventar. “Na agropecuária, por exemplo, empresas maiores tiveram aumento da renda: cadeias produtivas mais eficientes, câmbio favoreceu exportadores, acesso ao crédito mais fácil”. Por outro lado, o pequeno produtor esteve mais vulnerável em função de cadeias produtivas mais desorganizadas, menor fluxo de caixa, falta de crédito e informalidade.

Esse grupo de entrevistados afirma que a pandemia acelerou uma série de mudanças tecnológicas no setor produtivo da região, o que vem forçando alterações nos modelos de trabalho e no perfil dos trabalhadores exigidos pelo mercado. Para os entrevistados das áreas de comércio e serviços surgiram novas oportunidades que provocaram o crescimento na criação de MEIs, principalmente as que funcionam com base em plataformas digitais. Houve intensificação da migração do varejo convencional para plataformas digitais e crescimento dos negócios de base tecnológica e de oportunidades na área de logística, sobretudo voltadas à realização de entregas domiciliares.

Com relação as medidas de contenção dos impactos socioeconômicos da pandemia tomadas pelo Governo Federal, entre elas o auxílio emergencial e as medidas de proteção ao emprego, a percepção é de que elas foram essenciais no enfrentamento da crise econômica decorrente da crise sanitária. Entre as ações do Governo Federal, está a prorrogação das parcelas de financiamentos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), proposta construída pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), em parceria com bancos e superintendências regionais, entre elas a Sudene. Outra medida importante para a Região foi a linha de crédito emergencial do FNE, que fechou o ano de 2020 disponibilizando pouco mais de R$ 3 bilhões em crédito facilitado e a juros baixos para empreendedores de toda a área de atuação da Sudene. O FNE Emergencial foi criado em decorrência dos efeitos da pandemia do covid-19.

Projeção do futuro

Em relação ao futuro, os entrevistados esperam que as próximas medidas foquem, entre outras coisas, na redução tributária, subsídios à produção, redução de encargos, novas linhas de crédito, redução de tarifas de água e luz. Quando perguntados sobre o tempo que levará para que a situação se normalize, o final de 2021 vem sendo considerado um marco para a retomada positiva da economia e da vida de modo geral, mas um grupo de entrevistados acredita que a recuperação vai variar muito de setor para setor.

Nos grupos com representantes dos entes governamentais e associações municipalistas; instituições de categorias profissionais (representantes das Confederações e Federações estaduais de Agricultura e Pecuária, da Indústria, do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, e do Sistema S), foram avaliados os impactos financeiros, no mercado, nos processos organizacionais, no emprego e no acesso à programas de apoio. Esses grupos da pesquisa apontam que os que mais sofreram com os efeitos da pandemia foram mercados menos estruturados e menos regulamentados e setores que dependem do contato com o consumidor direto, afetando especialmente municípios menores, com economias mais frágeis. Esses municípios foram atingidos por perda de renda, desarticulação da cadeia produtiva da qual eles participam e aumento nas despesas públicas.

A lista dos que mais sofreram conta, ainda, com pequenos produtores, menos inseridos nas grandes cadeias produtivas, setor informal e comércio de varejo (principalmente aquele voltado para bens não essenciais) e o turismo. De uma forma geral, representantes da área de atuação da Sudene destacaram impacto negativo mais evidente nos setores de turismo, comércio e serviços.

A Bahia destaca, ainda, setor leiteiro e cacaueiro, enquanto o Espírito Santo cita a pesca. Segundo representantes de Alagoas, Pernambuco e Sergipe, a agricultura familiar também foi bastante afetada, especialmente em decorrência da suspensão por um período das feiras livres. O Maranhão chamou atenção para a perda na arrecadação própria e de transferência constitucional. Minas Gerais Informou que os municípios menores, com menos indústrias e mais focados no comércio sofreram mais. Paraíba ressaltou que setores representativos do estado, como couro, calçados, metalurgia e química também tiveram impacto negativo. Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte citaram, respectivamente, setor de eventos, comércio varejista; e laticínios e fruticultura.

A Coordenação-Geral de Estudos e Pesquisas, Tecnologia e Inovação (CGEP) da Diretoria de Planejamento da Sudene, responsável pela pesquisa, enfatiza a importância desse levantamento para o pós pandemia e informa que “embora haja alguns estudos e pesquisas que buscam aferir os efeitos decorrentes da pandemia da Covid-19 no Brasil, são escassos os estudos com recortes regionais mais abrangentes, como para a região Nordeste ou a área de atuação da Sudene, que, ao mesmo tempo, permitam obter um entendimento com maior precisão dos efeitos adversos da pandemia nos territórios e obter uma visão consolidada sobre os desafios do setor produtivo e o impacto social da crise”.

De acordo com a CGEP, esse trabalho vai municiar a Sudene com informações estratégicas para que se construa uma maior compreensão do fenômeno e os desafios que estão postos para seu enfrentamento, no sentido do planejamento e articulação de políticas voltadas ao desenvolvimento includente e sustentável da região. A pesquisa ouviu cerca de 3.200 pessoas, entre os meses de janeiro e abril deste ano.

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Estudo diz que CoronaVac eleva resposta em pacientes imunossuprimidos

Saúde
16:55 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
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Um estudo conduzido por pesquisadores do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) com pacientes imunossuprimidos mostrou que a vacina contra o coronavírus CoronaVac foi bem sucedida ao aumentar os níveis de anticorpos contra a doença. A pesquisa foi publicada, em julho, na revista científica britânica Nature

Pacientes imunossuprimidos são aqueles cujos mecanismos normais de defesa contra infecção estão comprometidos.

A pesquisa, conduzida com 910 pacientes com doenças reumatológicas autoimunes, além de 182 pessoas em um grupo de controle, mostrou que a vacina é capaz de aumentar em 70,4% o percentual de anticorpos IgG que combatem o vírus. No grupo de controle, a elevação no número de anticorpos chegou a 95,5%.

Em relação aos anticorpos neutralizantes, o estudo indicou uma elevação de 56,3% entre os imunossuprimidos e de 79,3% no grupo de controle de adultos saudáveis.

A pesquisa destaca, ainda, que pessoas com doenças autoimunes, em que o sistema imunológico ataca o próprio organismo, são tratadas frequentemente com medicamentos que reduzem os níveis de anticorpos e, consequentemente, a capacidade de resposta do corpo à doença.

Reações adversas

Também não foram anotadas reações adversas moderadas ou graves após aplicação da vacina, produzida no Brasil em uma parceria entre o Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac. 

As reações mais relatadas foram dor no local da injeção, por 19,8% dos imunossuprimidos e 17% do grupo de controle, dores de cabeça (20,2% entre os imunossuprimidos e 11% no grupo de controle) e sonolência (13,6% nos imunossuprimidos e 10,4% no grupo de controle).

Os pesquisadores apontam, também, no texto da publicação científica, que o levantamento comprovou a capacidade da vacina de reduzir no curto prazo o número de casos sintomáticos de covid-19. No entanto, o grupo disse que os efeitos a longo prazo ainda estão sendo estudados, inclusive a necessidade de um reforço vacinal.

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CPI aponta contradições após Blanco negar que negociou vacinas com Ministério

POLÍTICA
16:34 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Estado
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid apontou contradições na versão do coronel Marcelo Blanco, ex-assessor do Ministério da Saúde, sobre os contatos com a empresa Davati, que tentou vender vacinas para o governo federal sem comprovar a capacidade de entregar doses.
Blanco afirmou que começou a conversar com o policial Luiz Paulo Dominghetti em fevereiro para viabilizar um negócio de venda de vacinas ao setor privado, e não ao governo. Foi o coronel quem levou Dominghetti para um jantar, no dia 25 de fevereiro, com o então diretor de Logística do ministério, Roberto Dias, acusado de pedir propina.
De acordo com documentação entregue na CPI, o representante da Davati no Brasil, Cristiano Carvalho, cobrou de Blanco respostas sobre a negociação com o Ministério da Saúde. Além disso, os senadores apontaram 64 vezes em que Blanco ligou para Dominghetti pelo WhatsApp. De acordo com o relator da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL), a versão de negociação apenas no setor privado é "imprecisa".
O senador Marcos Rogério (DEM-RR), aliado do presidente Jair Bolsonaro, criticou o relator por revelar as conversas, que foram protocoladas pela CPI como documentos sigilosos. Renan, no entanto, disse que a catalogação foi feita de forma equivocada e que as conversas foram entregues por Carvalho de forma pública. "É por isso que Vossa Excelência fica preocupado toda vez que essas bandalheiras vêm à tona", disse Renan a Marcos Rogério. O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que Blanco omitiu algumas conversas ao entregar seus documentos para a comissão. O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) também levantou suspeitas sobre a versão do coronel. "É muita cara de pau", declarou.
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