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Vacinação em Fortaleza: confira lista de agendados para quarta, (04/08), e quinta (05/08)

A expectativa da Prefeitura é imunizar 59 mil pessoas nos dois dias. Na quarta, Fortaleza retoma a aplicação da D1 contra a Covid-19 para a população em geral, em pessoas nascidas até fevereiro de 1996
17:05 | Ago. 03, 2021
Autor - Mirla Nobre
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Tipo Noticia

Fortaleza retoma a aplicação da primeira dose (D1) contra a Covid-19 para a população em geral, em pessoas nascidas até fevereiro de 1996, a partir desta quarta-feira, 4. A Prefeitura de Fortaleza divulgou novas listas de agendados para receber o imunizante, com agendamentos até a próxima quinta-feira, 5.

Além da população em geral, gestantes e puérperas e pessoas para receber a segunda dose (D2) serão contempladas para receber o imunizante amanhã. Na quinta-feira, apenas população em geral e aplicação da D2. A expectativa da Prefeitura é imunizar 59 mil pessoas nos dois dias.

Agendados: quarta-feira (04/08)


>> Confira lista da população em geral para esta quarta-feira (04/08):

>> Confira lista de agendados para a (D2) quarta-feira (04/08):

>> Confira lista de gestantes e puérperas (D1) agendadas para esta quarta-feira (04/08):

Agendados: quinta-feira (05/08)


>> Confira lista da população em geral para esta quinta-feira (05/08):

>> Confira lista de agendados para a (D2) quinta-feira (05/08):

Devido à falta de imunizantes, a aplicação da D1 tinha sido paralisada desde o último fim de semana na Capital. No mesmo período, o Ceará recebeu um total de 316.360 doses de vacinas contra a Covid-19, sendo 143.200 da CoronaVac e 173.160 da Pfizer. No entanto, o lote recebido é menor do que o previsto pelo Ministério da Saúde, cuja previsão era de entregar 319.960 doses.

Até quarta-feira, 28, 502.357 fortalezenses completaram o esquema vacinal contra a Covid-19, por meio da aplicação de duas doses, e garantiram uma maior proteção da doença. Com pelo menos uma das doses, o total vacinado é de cerca de 1,4 milhão de pessoas. As informações foram divulgadas na plataforma Vacinômetro, da Prefeitura de Fortaleza.

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Covid-19: DF começa a agendar vacinação de adolescentes

Saúde
07:12 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
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O agendamento de vacinação contra a covid-19 para adolescentes começa hoje (4) no Distrito Federal. Nessa primeira etapa, poderão fazer a marcação pessoas com idade de 12 a 17 anos que tenham Síndrome de Down ou autismo. Também podem agendar adolescentes com deficiência.

No caso de pessoas com Síndrome de Down, não é preciso levar laudo médico. Já para adolescentes com autismo, será necessário apresentar laudo apenas se a pessoa não tiver feito algum atendimento na rede pública do DF nos últimos 12 meses.

Quem tiver dificuldade de acesso à internet para fazer o cadastramento e agendamento pode procurar uma Unidade Básica de Saúde.

A imunização desse grupo foi anunciada pelo governo do Distrito Federal na segunda-feira (2), em entrevista coletiva. Os representantes do GDF informaram que serão vacinados adolescentes com comorbidades e com autismo. Ainda não foram anunciadas as próximas fases da imunização dessa faixa etária.

Trinta anos 

Ontem começou a imunização das faixas etárias a partir de 30 anos. Foram disponibilizadas 170 mil doses, que estão sendo aplicadas em 79 pontos de vacinação, cuja localização é disponibilizada no site da Secretaria de Saúde

Também estão disponíveis vacinas da “repescagem” para professores. O GDF tem disponibilizado doses para a categoria em razão do retorno das aulas presenciais, a partir dessa segunda-feira, no caso da rede pública.

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Casos de Covid na China aumentam e medidas de prevenção são retomadas

Variante Delta
00:30 | Ago. 04, 2021
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A China voltou a lidar com a preocupação de combater o surto de Covid-19 em seu território. Entidades ligadas ao governo chinês avaliam que o principal fator por trás do aumento no número de infecções está relacionado à transmissão da variante delta. O país asiático, embora possua um número total de casos em índices baixos em relação a outros países, apresenta uma ampla e rápida disseminação do vírus. De segunda até essa terça, 3, a Comissão Nacional de Saúde registrou mais de 90 casos de Covid-19, em 31 províncias (incluindo regiões autónomas e cidades).

No total, desde o início da pandemia, a China possui 105.242 casos confirmados e 4.848 casos de óbitos. Os novos casos confirmados, só na última semana, somam 529, conforme a Universidade de Johns Hopkins, que baseia seus dados em fontes como departamentos locais de saúde e sites que agregam dados.

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Incêndio na Cinemateca Brasileira: entenda o caso e a repercussão

Em Wuhan, capital da província de Hubei, houve sete casos confirmados de Covid-19 na segunda. A cidade não reportou nenhuma infecção local desde junho de 2020. Wuhan é conhecida como "marco zero da pandemia do coronavírus", onde o primeiro caso de transmissão do vírus Sars-CoV-2 em humanos foi detectado.

Pelo menos 31 regiões de nível provincial já alertaram contra viagens desnecessárias em meio a infecções pela variantes delta, na última segunda. A medida tem o intuito de evitar a disseminação do vírus. O País pretende evitar altos índices de contaminação por Covid-19, através do isolamento social, intensificação das testagem em massa e restrição para viagens.

Pequim, capital chinesa, bloqueou a entrada de turistas na cidade durante as férias de verão, e no último domingo, 1º, autoridades pediram aos moradores que não saíssem a menos que seja essencial. Além disso, cidades como Zhuzhou e Zhangjiajie determinaram confinamento por pelo menos três dias.

Transmissão

 

A versão relatada é que a transmissão pode estar associada a um voo da Rússia identificado como a fonte das infecções, em Nanjing. No momento, funcionários do aeroporto foram infectados durante a limpeza da cabine. Desde então, acredita-se que a variante delta tenha se espalhado por outras províncias e cidades.

Wang Guangfa, um especialista em respiração do Peking University First Hospital, ouvido pela Global Times, disse que os aeroportos ou portos deveriam aumentar a frequência dos testes diários das pessoas cujo trabalho envolve conexões próximas com casos importados.

A China informa que 1,6 bilhão de doses foram aplicadas até agora. Conforme os dados das próprias farmacêuticas produtoras dos imunizantes contra o coronavírus, nenhuma vacina até agora tem 100% de eficácia para prevenir a infecção. No entanto, todas têm bons índices de eficácia contra formas graves da doença que levam a internações e mortes.

Ensaios clínicos das vacinas Sinovac e Sinopharm mostraram que os imunizantes são de 50% a 79% eficazes na prevenção da infecção sintomática, mas são altamente eficazes na prevenção de hospitalizações e mortes.

*Com informações da Comissão Nacional de Saúde da República Popular da China (National Health Commission of the People's Republic of China), jornal Global Times, vinculado ao Partido Comunista Chinês, e Universidade Johns Hopkins.

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22 mil alunos abandonaram ensino fundamental no Ceará

Jornal
23:51 | Ago. 03, 2021
Autor Alice Sousa
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De 2019 até maio de 2021, 22.193 estudantes abandonaram o ensino fundamental municipal no Ceará. O número é da plataforma de Busca Ativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e reflete em grande parte o impacto da pandemia de Covid-19. Como parte das estratégias para conter a pandemia do novo coronavírus, autoridades sanitárias pelo mundo orientaram a suspensão de aulas presenciais, o que criou dificuldades para continuidade dos estudos sobretudo de crianças e adolescentes mais pobres e sem acesso a recursos tecnológicos.

Destes mais de 22 mil estudantes, 12.001 estão sendo acompanhados pelas escolas. Juazeiro do Norte, Itapipoca e Caucaia apresentam os maiores números. São 2.018, 1.054 e 1.042 alunos fora da escola em cada um desses municípios, respectivamente.

A plataforma de Busca Ativa permite que os promotores do Ministério Público Estadual (MPCE) e os conselheiros tutelares, além dos gestores, acompanhem a situação de evasão escolar. A falta não justificada resulta em alerta aos gestores escolares, conselheiros tutelares e promotores de Justiça.

O motivo mais comum apontado para a evasão é por a escola ou os estudos serem considerados desinteressantes. Mudanças frequentes de domicílio, viagem ou deslocamentos são outra das razões. O fato de crianças ou adolescentes estarem em situação de rua é outra razão apontada para milhares estarem fora da escola no Ceará, de acordo com a plataforma.

Estarem em conflito com a lei, terem doença ou alguma deficiência física, mental, intelectual ou sensorial são outras razões elencadas. Dependência química, sofrerem abuso, gravidez na adolescência, trabalho infantil e violência na família, na escola ou no território onde vivem também são fatores. E há crianças que deixam de frequentar escola por falta de documentação ou de transporte escolar.

De acordo com a procuradora de Justiça e secretária executiva do Centro de Apoio Operacional da Educação do MPCE, Elizabeth Almeida, o órgão tem se reunido com gestores municipais e conselheiros tutelares para treinamentos sobre o uso da plataforma.

O aluno detectado fora da escola passa a ser acompanhado por um ano pelos profissionais da escola. Durante esse ano, o desenvolvimento desses alunos é acompanhado, assim como nível de aprendizagem. Na rede municipal de ensino de Fortaleza, foram identificados 525 alunos em situação de evasão.

"Essas crianças que abandonaram e não retornaram são a grande preocupação que a gente tem. Nossa meta é que as crianças que não concluíram em 2020, retornem em 2021 e que as que estão em 2021 não abandonem a escola e que todas que estavam fora da escola até 2019 sejam localizadas", pontua Rui Aguiar, representante do Unicef no Ceará.

Ele acrescenta que a previsão é que uma quantidade muito grande de alunos tenha abandonado a sala de aula durante a pandemia. Segundo dados preliminares, com base no Sistema de Gestão Educacional da Secretaria Municipal de Educação (SME) de Fortaleza, em 2020, os dados referentes ao abandono caíram para 0,1%. Em 2019, esse número era de 0,4%.

A SME informou, por nota, que foi assinado termo de cooperação técnica que tem por objeto a implementação de ações conjuntas entre a pasta, a Secretaria Municipal da Saúde, Secretaria Municipal de Direitos Humanos e do Desenvolvimento Social e Secretaria Estadual da Educação (Seduc) para que assegurem, de forma permanente, a Busca Ativa de crianças e jovens fora da escola na rede municipal e na rede estadual em Fortaleza, e promovam os encaminhamentos e atendimentos pertinentes a cada instituição, com o acompanhamento do Ministério Público do Ceará.

A SME ressalta que, em 2020, a Prefeitura identificou 196 alunos fora da escola, dos quais 174 encontram-se matriculados em 2021, 18 foram transferidos para outras redes e 4 não foram matriculados. As principais causas do abandono, conforme levantamento da SME, são questões econômicas, conflitos sociais e familiares e gravidez na adolescência.

 

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O que as escolas públicas precisam para o retorno às aulas presenciais

JORNAL
23:51 | Ago. 03, 2021
Autor Alice Sousa
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Desde 20 de março de 2020, as aulas da rede pública de ensino no Ceará ocorrem de forma remota. O retorno de forma híbrida é projetado para este segundo semestre, como já ocorre em escolas particulares desde o primeiro semestre. Desde março de 2020, cerca de 48 milhões de estudantes deixaram de frequentar as atividades presenciais nas mais de 180 mil escolas de educação básica espalhadas pelo Brasil, como forma de prevenção adotada pelos governos para restringir a propagação do coronavírus, como mostram os dados do último Censo Escolar produzidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

Para haver aulas presenciais, as escolas precisam ter estrutura para acomodar estudantes em sala de aula, assegurado o distanciamento, além de disponibilizar equipamentos de proteção individual (EPIs) tanto para professores quanto funcionários e alunos.

De acordo com o Ministério Público Estadual (MPCE), dos 184 municípios cearenses, 119 enviaram o Plano de Retomada das Aulas Presenciais. Dentre as respostas, 110 cidades (59,78%) encaminharam ao Ministério Público o Plano de Retomada, seis informaram que o referido Plano está em elaboração (3,26%) e três informaram outras providências (1,63%), sem mencionar o Plano. Outros 65 municípios não responderam ao Ofício do MPCE (35,33%). Os planos seguem as diretrizes disponibilizadas pela Seduc e abordam a governança, que leva em consideração a realidade múltipla dos alunos; infraestrutura, diretrizes pedagógicas e sanitárias e gestão de pessoas.

O checklist para a inspeção em escolas públicas, disponível no site do MPCE, inclui como requisitos, além dos totens de álcool em gel, tapete sanitizante e aferição de temperatura, a adaptação dos bebedouros para encher garrafas individuais, banheiros bem estruturados, sinalização no piso para distanciamento, proteção acrílica onde não é possível realizar distanciamento e arborização do local. Ao todo são 20 requisitos.

Em Fortaleza, 581 unidades foram analisadas e passaram ou estão passando por adequação para adaptação da infraestrutura, de acordo com o protocolo sanitário de prevenção à Covid-19. Entre as adaptações estão a instalação de lavatórios e abertura de passagem e melhor circulação de ar. Outras 43 unidades passam por adequações mais complexas, dentro do pacote de requalificação das unidades escolares.

De acordo com o representante do Unicef no Ceará, Rui Aguiar, a primeira condição para o retorno é que a escola tenha infraestrutura e equipamento básico. "O espaçamento na sala de aula e nos espaços de convivência, organização do recreio, da merenda escolar. Existe uma série de protocolos e o Unicef está levantando esse diagnóstico nas escolas. Estamos trabalhando muito forte para que as escolas se organizem para que em agosto tenham os equipamentos prontos", explicou.

Outro ponto que requer atenção são as condições do transporte escolar, mais usado pelas crianças do Interior do Estado. "Tem elementos também relacionados ao próprio fardamento, com condições na própria casa da criança para lavagem de roupa e higiene pessoal e isso é uma coisa importante, sobretudo em crianças da escola pública", frisou Rui.

A pesquisa "Voz dos Alunos", realizada pela ONG Visão Mundial, ouviu crianças de 7 a 11 anos, de comunidades vulneráveis e matriculadas na rede pública de ensino nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, inclusive em Fortaleza. Ela mostrou que 68% dos alunos relataram insegurança para o retorno presencial, sendo que 84% destes relataram medo da contaminação. Além disso, 42% das crianças entrevistadas disseram que não possuem todos os materiais suficientes para levar à escola diariamente e necessitam de apoio da escola para estar protegido.

Rui Aguiar explica que algumas ações que a Prefeitura desenvolveu durante a pandemia precisam ser continuadas, como a doação de cestas de alimentos, o auxílio que foi dado no cartão para crianças de 0 a 5 anos de complementação de renda familiar. "As escolas também devem estar organizadas para garantir que as crianças que não possam retornar continuem com a educação a distância. Toda essa estrutura de EAD da pandemia precisa ser mantida durante os próximos meses", acrescenta.

A pesquisa "A Voz dos Alunos", mostrou ainda que 6% das crianças entrevistadas não tiveram acesso às aulas remotas. Das crianças que não tiveram acesso às aulas, a maior parte está localizada em Recife (56%) e Fortaleza (44%). Entre as que tiveram acesso e relataram dificuldade, 59% relataram problemas de conexão com a internet, 34% relataram dificuldade no acesso ao material escolar, 22% relataram dificuldade no apoio para realização das tarefas e 11% relataram que a alimentação foi insuficiente.

 

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Dados não trazem dimensão da precariedade, mesmo com esforço dos professores

23:51 | Ago. 03, 2021
Autor Alice Sousa
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Reginaldo Silva, coordenador de Advocacy da ONG Visão Mundial, responsável pela pesquisa "A Voz dos Alunos"

O POVO - Como ter um retorno seguro às aulas presenciais na rede pública?

Reginaldo Silva - O retorno seguro depende muito do investimento público para isso. É preciso espaço adequado, que possibilite distanciamento social. Além do espaço físico, é necessário que haja suporte para as famílias adquirirem kits de proteção. Produtos de limpeza precisam estar na escola e nas casas dos alunos.

OP - Quais os impactos dos cortes orçamentários na educação, nesse cenário?

Reginaldo - Esse é um dos maiores impactos. Houve cortes na área da educação nesse período, com medidas relacionadas à pandemia, teto de gastos e reduziu um valor muito alto da educação. A gente precisa de investimento, não existe retorno seguro sem investimento público pra isso.

OP - De que forma a saúde mental das crianças é um desafio?

Reginaldo - As crianças estão muito preocupadas com o retorno das aulas. É preciso olhar de maneira integral para essa criança, reconhecendo um ser que foi altamente impactado pela pandemia. Crianças acostumadas com o convívio, brincadeira, relações com outras crianças. É preciso pensar a aprendizagem, mas também o apoio psicológico para essa volta ao convívio e essa ansiedade presente nessas crianças. Nós escutamos muitas crianças e elas disseram em sua maioria que tinha o acompanhamento dos professores, pelo Whatsapp, mas esse acompanhamento é precário. Ouvimos crianças que só tinham um celular em casa e para fazer as tarefas, assistir aula, tinham de esperar o pai voltar para casa à noite. Esses dados, quando são apenas números, não trazem a dimensão da precariedade desse ensino a distância, mesmo com todo esforço dos professores. A Prefeitura de Fortaleza tem ajudado com alimentação, mas não chega em todos, porque uma parte das crianças disseram na pesquisa que passaram fome. Quando a gente entrevistava, algumas crianças respondiam que estavam assistindo aula pelo Whatsapp. Não tem como fazer isso, principalmente, no caso de quem utiliza celular com conexão de dados. Esses dados acabam e esses alunos chegam a ficar 15 dias sem acesso. Outra coisa importante, é preciso dar atenção aos professores e capacitação para a utilização das ferramentas tecnológicas.

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