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Covid: Para Ministério da Saúde, melhora no cenário epidemiológico é resultado da vacinação

A média de óbitos dos últimos 14 dias chegou a 1,03 mil, sendo considerado o número mais baixo desde o dia 29 de janeiro. Apesar da melhora, o país já soma 558.432 óbitos acumulados e 1.209 nas últimas 24 horas.
Autor - Levi Aguiar
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O Ministério da Saúde (MS) informou na última terça-feira, 4, que a média móvel de casos e mortes por Covid-19 chegou ao número mais baixo desde janeiro deste ano. As quedas nas notificações foram registradas no dia 2 de agosto. A média de óbitos dos últimos 14 dias chegou a 1,03 mil, sendo considerado o número mais baixo desde o dia 29 de janeiro.

Os números de novos casos também diminuíram, a média móvel está em 40,12 mil. É o menor número registrado desde 8 de janeiro. Os dados estão disponíveis na plataforma LocalizaSUS. Apesar da melhora, o País já soma 558.432 óbitos acumulados e 1.209 nas últimas 24 horas. 

O Ministério reconhece que a melhora no cenário epidemiológico do Brasil é consequência da vacinação contra a Covid-19. Com cerca de 160 milhões de brasileiros acima de 18 anos, o País tem 101 milhões de pessoas com a primeira dose, 63% do total. A segunda dose ou a vacina de dose única, já chegou a 41,5 milhões de pessoas, equivalente a 25% do público-alvo da campanha.

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A média móvel de mortes é calculada somando as mortes confirmadas nas últimas 24 horas com as que foram registradas nos seis dias anteriores. Com atualizações recorrentes, a média móvel de casos ajuda os especialistas a avaliarem a situação da pandemia, apontando para o aumento ou a estabilização dos números.

O MS afirma que a redução no número de casos e óbitos já é observada nas últimas semanas, de forma progressiva. De 25 de junho a 25 de julho, a média móvel de casos teve queda de 40%. Já quanto ao número de óbitos, a redução foi de 42%. Nos últimos 4 meses, houve uma queda 46% na média móvel de casos e de 65% na de óbitos pela Covid-19.

*Com informações do Ministério da Saúde e das secretarias de saúde dos estados brasileiros.

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CPI: Coronel mostra áudios de negociação de vacina; senadores veem atividade ilegal

Comissão
12:12 | Ago. 04, 2021
Autor Filipe Pereira
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O tenente-coronel Marcelo Blanco apresentou, durante sua oitiva na CPI da Covid, nesta quarta-feira, 4, uma série de mensagens trocadas com o policial militar Luiz Paulo Dominghetti, que se apresentou à CPI como um vendedor de vacinas por intermédio da Davati. O conteúdo foi apresentado enquanto Blanco tentava explicar a sua participação na negociação de compra de vacinas da AstraZeneca. 

Os áudios e mensagens mostram Blanco, já fora departamento de Logística do Ministério da Saúde, tratando de negociação de venda de vacinas para a iniciativa privada. As conversas se deram no mês de fevereiro, entre os dias 9 e 22.

Porém, a compra de vacinas pela iniciativa privada apenas foi sancionada no dia 11 de março. As datas fizeram com que os membros da CPI constatassem que a compra tratava-se de uma atividade ilegal, uma vez que a legislação que autorizava sua efetivação no momento.

“A primeira menção a se ter uma lei é do dia 18 de fevereiro. A primeira reunião ocorre no dia 21 de fevereiro, eu participei, sob a resistência do governo [ao projeto de lei]”, disse o vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues.

Segundo o parlamentar, a legislação sancionada permite a compra por iniciativa privada apenas após a vacinação de todos os grupos prioritários pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). O projeto de lei que previa a compra imediata por iniciativa privada só viria a ser apresentado e aprovado pela Câmara em março. A proposta acabou engavetada no Senado.

Em defesa, o coronel aformou que estava apenas se adiantando e "construir um modelo de negócio” antes da aprovação da lei. “A gente vem acompanhando [o debate] no que é público. E eu falei para ele [Dominghetti] ‘precisamos desenhar uma estratégia almejando esse mercado’. Eu gostaria de ter algo já desenhado”, disse Blanco.

CPI da Covid ao vivo: Coronel que esteve em jantar onde houve suposto pedido de propina depõe nesta quarta-fera, 4:

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À PF, Luis Miranda diz que Pazuello relatou pressão e ameaça de Arthur Lira

POLÍTICA
07:26 | Ago. 04, 2021
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Em depoimento à Polícia Federal na semana passada, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) disse que o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, relatou ter sofrido pressão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para liberar recursos da pasta. A informação é do O GLOBO, que teve acesso ao vídeo da oitiva do parlamentar.

Procurado pela imprensa, Lira não se manifestou sobre o assunto. Miranda conta que teve uma conversa com o ex-ministro da Saúde no dia 21 de março; um dia após o seu encontro com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), onde ele e o irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, apontaram suspeita de irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin.

Miranda sustentou que após relatar ao presidente a suposta fraude no contrato da Covaxin, avisou a Pazuello que o Ministério era palco de "sacanagem", quando o general da reserva detalhou a pressão.

“Eu disse: ‘Pazuello, tá tendo sacanagem no teu ministério. Tem que agir, mermão’. Aí ele falou: ‘Sacanagem tem desde que eu entrei’. Com aquele jeitão carioca dele. "Inclusive, ontem, eu (Miranda) fui no presidente e entreguei um negócio pra ele. É um absurdo. Se estiver acontecendo de verdade, é um absurdo. Você (Pazuello) precisa cuidar disso”, narrou o deputado.

A demissão de Pazuello, no entanto, foi publicada no Diário Oficial da União no dia 15 de março, uma semana antes do dia da suposta conversa com Miranda. Em seu discurso de despedida do Ministério, no dia 24 daquele mês, o militar ligou a sua saída a um complô político.

Miranda prosseguiu o depoimento contando o que Pazuello teria respondido: “O Pazuello olha pra mim e diz assim: ‘Deputado, posso falar a verdade? Eu passei seis horas andando de helicóptero com ele (Bolsonaro) e consegui dez minutos de atenção dele. Eu não consigo. Eu tenho coisas pra resolver com ele e, porra, no final do ano eu levei uma pressão tão grande que eu não sei exatamente como resolver. Uma pressão... um cara”.


Questionado pelo deputado sobre quem seria esse tal cara, Pazuello teria completado: “O Arthur Lira colocou o dedo na minha cara e disse: ‘Eu vou te tirar dessa cadeira’. (Isso) porque eu não quis liberar a grana pra listinha que ele me deu dos municípios que ele queria que recebesse. Ele bota o dedo na minha cara”.

Em depoimento à PF, o ex-ministro, por sua vez, afirmou que não se lembrava do teor da conversa com Miranda. Ambos foram ouvidos num inquérito aberto para investigar se Bolsonaro prevaricou, ou seja, não tomou providências ao ser informado sobre as supostas ilegalidades na aquisição do imunizante.

 

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Covid-19: Brasil registra 557,2 mil mortes e 19,95 milhões de casos

Saúde
19:53 | Ago. 02, 2021
Autor Agência Brasil
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As mortes em consequência da covid-19 chegaram a 557.223 no Brasil. Nas últimas 24 horas, autoridades de saúde registraram 389 novos óbitos por causa da doença. Ontem (1), a soma de pessoas que não resistiram à covid-19 estava em 556.834.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado pela pasta nesta segunda-feira (2). A atualização consolida os registros levantados pelas secretarias estaduais de Saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19.

A quantidade de pessoas infectadas com a covid-19 desde o início da pandemia alcançou 19.953.501. Entre ontem e hoje, foram confirmados 15.143 novos casos da covid-19. Ontem, o painel do Ministério da Saúde trazia 19.938.358 casos acumulados.

Ainda há 709.075 casos em acompanhamento, que são pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 18.687.203.

Os dados, em geral, são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras, os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (139.059), Rio de Janeiro (59.375), Minas Gerais (50.628), Paraná (35.275) e Rio Grande do Sul (33.365). No topo de baixo da lista estão Acre (1.802), Roraima (1.858), Amapá (1.913), Tocantins (3.529) e Alagoas (5.833).

Vacinação

Foram distribuídas até hoje 184,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, com a entrega de 166,6 milhões de doses aos estados.

Segundo os dados do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais de Saúde, foram aplicadas até hoje 142,5 milhões de doses, sendo 101 milhões da primeira dose e 41,5 milhões da segunda dose. Nas últimas 24 horas foram aplicadas 1,2 milhão de doses.

Quando considerados os dados já consolidados no sistema de informações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicados 135,8 milhões de doses, com 96,4 milhões da primeira dose e 39,3 milhões da segunda dose.

Ministério da Saúde divulga dados de casos e mortes por covid-19
Divulgação/Ministério da Saúde

 

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Vacinação Covid-19: Fortaleza alcança marca de 2 milhões de doses aplicadas

PRIMEIRA E SEGUNDA DOSES
12:05 | Ago. 02, 2021
Autor Lais Oliveira
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Fortaleza chegou na manhã desta segunda-feira, 2, à marca de 2 milhões de doses aplicadas contra a Covid-19. O dado considera aplicações de primeira (D1) e segunda dose (D2), bem como de dose única, e foi divulgado nas redes sociais do prefeito José Sarto (PDT).

"Um número que nos dá muita alegria e orgulho, pois significa renovação da esperança e fé em dias melhores. Muito obrigado a toda a equipe de saúde. A nossa população tem acompanhado todo esse esforço e, tenho certeza, agradece pelo empenho!", escreveu Sarto. 

O Vacinômetro da Capital, atualizado pela última vez na quarta-feira, 28, ainda contabiliza 1.927.202 doses aplicadas no total. Hoje e terça-feira, 3, os agendamentos em Fortaleza são para aplicação somente de segunda dose. A expectativa é imunizar 43 mil pessoas nos dois dias.

O fim de semana também não teve aplicação da primeira dose (D1). São quatro dias consecutivos sem novas pessoas imunizadas. Nas últimas semanas, a vacinação com D1 tem sido interrompida com frequência na Capital e no Interior. As remessas de vacina não são suficientes para a demanda populacional.  

Quase metade da população adulta do Ceará ainda não recebeu nenhuma dose da vacina contra Covid-19. A vacinação em ritmo lento provavelmente impossibilitará o alcance a meta da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa) de vacinar todos os maiores de 18 anos até o fim de agosto no Estado

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Mais 2,1 milhões de doses da vacina da Pfizer chegam ao Brasil

Saúde
13:57 | Ago. 01, 2021
Autor Agência Brasil
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Pousou na manhã de hoje, 1º, no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), um dos aviões que trazem a carga de 2,1 milhões de doses da vacina da Pfizer de combate ao coronavírus. Segundo o Ministério da Saúde, foram desembarcadas, esta manhã, 1,053 milhão de doses. Ainda esta tarde, está prevista achegada de outra aeronave com o restante da carga de imunizantes.

De  acordo com o balanço divulgado nesse sábado, 31, pelo ministério, o Programa Nacional de Imunizações já distribuiu 23,6 milhões de doses do imunizante da Pfizer a todo o País. O contrato com o Ministério da Saúde prevê a entrega de 100 milhões de doses até setembro e outras 100 milhões de doses entre outubro e dezembro deste ano.

Ontem, o Brasil atingiu a marca de 100 milhões de pessoas com ao menos a primeira dose da vacina contra o coronavírus, o que representa 62,5% do público-alvo, de pessoas com 18 anos ou mais. Já foram completamente imunizados, com as duas doses ou vacinas de dose única, 40 milhões de pessoas, 25% dos 160 milhões de brasileiros com idade a partir de 18 anos.

Além das doses da Pfizer, o PNI já distribuiu para todo o país 86,5 milhões de doses da vacina da AstraZEneca contra a convid-19; 69,5 milhões da Coronavac e 4,7 milhões da Janssen, totalizando 184 milhões de doses.

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