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Ceará recebe lote com 61.600 doses da vacina CoronaVac

Segundo informações divulgadas nas redes sociais pelo governador Camilo Santana (PT), o carregamento será utilizado para aplicação da primeira dose( D1) e da segunda dose (D2)
Autor - Gabriela Almeida
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- Gabriela Almeida Repórter O POVO
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O Ceará recebeu, no início da tarde desta quarta-feira, 4, um total de 61.600 doses do imunizante da CoronaVac contra Covid-19. Segundo informações divulgadas nas redes sociais do governador Camilo Santana (PT), o carregamento será utilizado para aplicação da primeira dose (D1) e da segunda dose (D2). 

Além desse carregamento, mais 114.600 doses da vacina da Pfizer devem chegar ao Estado hoje. "Lembro que todos devem estar atentos ao cadastro na Sesa e às listas de vacinação em seus municípios", alertou ainda o petista na publicação.

O carregamento que chegou no inicio desta tarde foi encaminhado para a Central de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadim), da Secretaria da Saúde (Sesa). De lá, as doses devem ser distribuídas para os municípios, contribuindo para o avanço da imunização contra a doença pandêmica.

A campanha de vacinação no Estado segue contemplando a população geral, com idade entre 18 a 59 anos, em ordem decrescente. No último fim de semana, Ceará recebeu 316.360 doses, sendo 143.200 da CoronaVac e 173.160 da Pfizer. 

Embora o lote tenha chegado com um quantitativo menor do que o previsto pelo Ministério da Saúde (MS) no período, as doses contribuíram para avançar a vacinação em Fortaleza- que chegou a paralisar a aplicação da D1 por falta de estoque. O Município já contempla os nascidos até fevereiro de 1996.

 

Veja imagens da chegada do carregamento:

 


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Bolsonaro diz que Rogério Marinho e Fábio Faria querem o mesmo cargo no RN

POLÍTICA
14:02 | Ago. 04, 2021
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O presidente Jair Bolsonaro revelou, nesta quarta-feira (4), que os ministros das Comunicações, Fábio Faria, e do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disputam seu apoio para candidatura ao governo do Rio Grande do Norte. "Ele (Fábio Faria) quer uma coisa no Estado e o Rogério Marinho parece que quer a mesma coisa. Não podem os dois. Sei que vão chegar em um bom entendimento", minimizou em entrevista à Rádio 96 FM, de Natal (RN).
Os chefes das duas pastas estão entre os mais próximos ao presidente dentro do governo e desejam disputar cargos no Executivo com a anuência de Bolsonaro, que recentemente estimou que um terço de seus ministros deve concorrer a cargos eletivos.
Ainda sem partido definido para a disputa da reeleição em 2022, o chefe do Executivo reiterou que pretende escolher em breve uma sigla, pois deseja escolher nomes para concorrer a cadeiras no Legislativo e, assim, evitar desentendimentos e cisão com parlamentares da base aliada, como ocorreu com integrantes do PSL.
O Progressistas, legenda com a qual vinha negociando filiação para candidatura, tem resistência a aceitar o projeto de Bolsonaro, que deseja assumir controle da máquina partidária.
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'Nós vamos chegar a no mínimo R$ 300', diz Bolsonaro sobre novo Bolsa Família

ECONOMIA
13:52 | Ago. 04, 2021
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O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse, nesta quarta-feira, 4, que o benefício do novo Bolsa Família deve atingir valor entre R$ 300 e R$ 400, com reajuste mínimo de 50%. "Novo valor do Bolsa Família será implantado em novembro, dezembro deste ano. Nós vamos chegar a no mínimo R$ 300, porque houve, sim, uma inflação. O ideal seria R$ 400 o novo valor", afirmou em entrevista à Rádio 96 FM, de Natal (RN). "Nós gastamos com o auxílio emergencial o equivalente a 13 anos de Bolsa Família", destacou.
O chefe do Executivo também aventou a possibilidade de o governo utilizar cerca de R$ 3 bilhões de fundo da Petrobras para subsidiar compra de um botijão de gás a cada dois meses por famílias inscritas no programa social. "Ideia é dar um bujão de gás a cada dois meses para o pessoal do Bolsa Família. Depende de pequenos acertos, porque a Petrobras não é minha, tem que combinar com a parte privada", ressalvou.
O financiamento do reajuste do benefício do Bolsa Família é matéria de disputas internas no governo. Em reunião com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu o parcelamento dos precatórios para abrir espaço no Orçamento.
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Opas: com variantes, pode ser necessário 90% de vacinados para controlar covid

INTERNACIONAL
13:42 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Estado
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O gerente de Incidentes da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Sylvain Aldighieri, afirmou nesta quarta-feira que, diante do avanço de novas variantes do coronavírus, pode ser necessário uma cobertura vacinal de 90% da população para controlar a transmissão do vírus. Durante uma coletiva de imprensa, ele ponderou que os cientistas ainda não entraram em um consenso sobre os pré-requisitos para a imunidade coletiva no caso da covid-19.
Assim como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Opas disse que não há evidências que apoiem a necessidade de uma terceira dose do imunizante contra o coronavírus. Aldighieri considerou, contudo, que esse cenário pode mudar nos próximos meses.
Ao ser questionado sobre a variante lambda, identificada inicialmente no Peru, Aldighieri disse que a detecção da cepa tem sido esporádica na América Latina. Ainda segundo ele, não existe evidência concreta de que a lambda seja mais contagiosa, como a delta.
Especificamente sobre a delta, o gerente de Incidentes da Opas afirmou que é preciso mais estudos para se conhecer o real impacto nas hospitalizações e na gravidade da doença.
A diretora da entidade, Carissa Etienne, por sua vez, declarou que são necessárias mais vacinas "agora" para a América Latina e o Caribe. A autoridade também urgiu os países da região a aumentar a cobertura vacinal de comunidades indígenas.
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BNDES quer Correios e Eletrobras prontas para venda no 1º semestre de 2022

ECONOMIA
13:42 | Ago. 04, 2021
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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, voltou a estimar as operações de privatização da Eletrobras e dos Correios para o primeiro semestre de 2022, embora a concretização das vendas dependa do "apetite de mercado" para realizá-las no "preço correto".
"Esperamos ter os ativos disponíveis para realizar as operações no primeiro semestre do ano que vem", afirmou Montezano, em palestra durante o TAG Summit 2021, evento online promovido pela gestora TAG Investimentos.
O presidente do BNDES defendeu as duas privatizações. No caso da Eletrobras, mais importante do que os valores que o Tesouro Nacional levantará com a capitalização da companhia, será dar condições à empresa para voltar a investir no setor elétrico.
No caso dos Correios, Montezano disse esperar maior eficiência na logística interna. Segundo o executivo, o comércio eletrônico poderá sair ganhando, especialmente as pequenas empresas, já que os gigantes do setor têm investido em sistemas próprios de entrega. O Mercado Livre está investindo R$ 10 bilhões em logística, disse Montezano.
"O principal beneficiado com a privatização dos Correios é a pequena e média empresa que vende por comércio eletrônico", afirmou o presidente do BNDES.
Defesa de estratégia para carteira
Montezano voltou a defender a estratégia de vender a carteira de participações acionárias da instituição de fomento. Ele disse que encontrou o banco de fomento com uma carteira de R$ 120 bilhões, diante de um patrimônio de R$ 100 bilhões.
"Como vamos gerir um banco de desenvolvimento cuja carteira de ações é maior do que o patrimônio? É muito arriscado", afirmou Montezano.
Segundo o executivo, desde que assumiu o comando do BNDES, em julho de 2019, já foram vendidos de R$ 65 bilhões a R$ 70 bilhões da carteira de ações. Hoje, a carteira de ações está em cerca de R$ 70 bilhões, diante de um patrimônio de R$ 120 bilhões, informou Montezano.
"Ainda é elevado, mas o risco está mais mitigado", afirmou o presidente do BNDES.
A meta colocada pela gestão de Montezano, ainda em 2019, era reduzir a carteira de ações em 80% até o fim de 2022.
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CNI: proposta da reforma do IR eleva de 34% para 41,2% impostos totais de empresa

ECONOMIA
13:31 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Estado
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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) criticou nesta quarta-feira, em nota à imprensa, os termos da proposta de reforma do Imposto de Renda em tramitação na Câmara dos Deputados. De acordo com a entidade, o substitutivo do Projeto de Lei nº 2.337, relatado pelo deputado federal Celso Sabino (PSDB-PA), eleva de 34% para 41,2% os impostos totais cobrados de empresas.
De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, é preciso reavaliar as alíquotas propostas no texto e a tributação de lucros e dividendos, além de aperfeiçoar as regras para dedução de Juros sobre Capital Próprio.
Na nota, a CNI defendeu que "o aumento de tributação é provocado pela calibragem das alíquotas: 26,5% de IRPJ/CSLL sobre o lucro e 20% de IR-Retido na Fonte".
Conforme a entidade, "o substitutivo impõe o IR-Retido na Fonte a 20% a partir de 2022, sem redução do IRPJ, que cairá apenas 7,5 pontos porcentuais". "A redução adicional do IRPJ, que levaria a alíquota de IRPJ/CSLL para 21,5%, é incerta, pois depende do comportamento futuro da arrecadação do Imposto de Renda."
Andrade pontuou que é "inaceitável" imaginar que os empresários possam fazer investimentos sem saber exatamente a qual tributação estarão sujeitos no futuro. "A redução da alíquota do IRPJ para 20% deve ocorrer de forma incondicional independentemente do comportamento da arrecadação futura de Imposto de Renda", defendeu Andrade.
A CNI afirmou, por meio da nota, que ainda que "a alíquota de IRPJ/CSLL chegue a 21,5%, seria mantido o aumento de tributação total sobre os investimentos produtivos, pois a combinação dessa alíquota sobre o lucro com a alíquota de 20% de IR-Retido na Fonte na distribuição resulta em tributação total de 37,2%, acima dos atuais 34%".
A confederação defendeu que o substitutivo não seja diretamente apreciado pelo plenário da Câmara, antes de ser aprimorado.
Pela Ordem do Dia da Câmara desta quarta-feira, será apreciado um requerimento para que o PL nº 2.337 seja apreciado em regime de urgência.
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