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Covid-19: mortes aumentam 67,1% em uma semana no Ceará 

Todas as cinco macrorregiões de saúde apresentam aumento de óbitos em decorrência da Covid-19 na semana de 14 a 20 de fevereiro com relação à semana anterior
00:15 | Fev. 27, 2021
Autor Ana Rute Ramires
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A segunda onda da Covid-19 apresenta agravamento rápido e em todas as regiões do Estado. O número de mortes aumentou 67,1% no intervalo de uma semana no Ceará. O aumento de casos nesse período foi de 16,1%. Foram confirmados 4.497 novos casos e 122 óbitos na semana epidemiológica 7 (14 a 20 de fevereiro). A comparação leva em conta os números dessa semana com relação à semana anterior (7 a 13 de fevereiro). 

As informações são do boletim epidemiológico semanal publicado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), na tarde desta sexta-feira, 26. Conforme o documento, todas as cinco macrorregiões de saúde apresentam aumento de óbitos em decorrência da Covid-19. 

Na Região de Saúde de Fortaleza foram confirmados 4.112 casos novos (aumento de 19,6%) e 95 óbitos (aumento de 86,3%). Na região Norte, 510 casos (redução de 0,2%) e 7 óbitos (aumento de 75%). No Cariri, foram 408 casos (aumento de 15,6%) e 12 óbitos (aumento de 9,1%). No Litoral Leste, 224 casos (redução de 24,3%) e 7 óbitos (aumento de 40%). No Sertão Central, 175 casos (aumento de 6,7%) e 1 óbito.

Em 2021, até 20 de fevereiro, foram registrados 16,3 óbitos em decorrência da Covid-19 por dia, em média. A primeira quinzena de fevereiro apresentou um aumento de 18,8% na média móvel de óbitos, segundo o boletim. A maioria das mortes foi de pessoas de 60 anos ou mais (73,6%) e do sexo masculino (54,9%), 77,3% apresentavam doenças crônicas pré-existentes, uma (0,1%) gestante e nenhuma puérpera. 

Nessa quinta-feira, 25, a Sesa expediu ofício para as secretarias da saúde de 170 municípios cearenses que estão sob nível de alerta "risco alto" ou "risco altíssimo" recomendando medidas específicas para enfrentar a epidemia simultânea. 

 

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Estado de São Paulo libera eventos, museus e feiras a partir de hoje

Saúde
09:44 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Brasil
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A partir de hoje (17) o governo de São Paulo permitirá a retomada de eventos sociais, feiras corporativas e reabertura de museus, que estavam proibidos desde o início da pandemia de covid-19. No entanto, a liberação segue condicionada ao controle de público e ao uso obrigatório de máscara.

Esses eventos também não podem gerar aglomeração. Para o comércio e os serviços não haverá mais limitação de público ou de horário de funcionamento.

Eventos que provoquem aglomeração, como shows, casas noturnas e competições esportivas com público, por exemplo, continuam proibidos no estado.

“A partir de 17 agosto teremos toda a população [adulta do estado de São Paulo] com acesso à primeira dose [de vacina contra a covid-19]. Com isso, eventos sociais, corporativos, culturais e esportivos passam a ser permitidos em um modelo onde não há restrição de ocupação, mas permanece a restrição de distanciamento. Então, o cálculo de ocupação precisa ser realizado, porque não pode haver aglomeração, e as pessoas precisam estar distanciadas. O uso de máscaras permanece”, disse a secretária de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen.

A liberação de atividades começa em um momento em que o estado vem apresentando queda no número de óbitos e de internações por covid-19, graças ao avanço da vacinação. No entanto, isso não significa que a pandemia esteja controlada.

Na semana passada, o estado voltou a apresentar um crescimento no número de casos. Além disso, o número de casos pela variante Delta (inicialmente identificada na Índia) já vem crescendo no estado e pode se tornar prevalente. A variante Delta foi responsável pelo aumento do número de casos em diversos países do mundo, inclusive na Europa e nos Estados Unidos.

Segundo a secretária, os shows com público em pé, torcidas e pistas de dança vão continuar proibidos no estado até o dia 1º de novembro, quando o governo espera que pelo menos 90% dos adultos de São Paulo tenham concluído o seu esquema vacinal contra a covid-19.

A partir daí, o governo espera liberar todos esses eventos, desde que continue havendo controle de público. “A partir de 1º de novembro será permitido eventos com controle de público, mas que possam ter pessoas em pé e pistas de dança. Lembrando que o distanciamento e o uso de máscara continuam obrigatórios”, afirmou.

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Roca Sanitários compra fábrica no Pecém mirando exportações a partir do Ceará

ECONOMIA
09:37 | Ago. 17, 2021
Autor Alan Magno
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Em um aceno para a consolidação do hub de logística e de exportação em desenvolvimento no Ceará, a empresa Roca Sanitários decidiu comprar uma linha de produção no Complexo do Pecém. O foco da companhia é atingir a máxima produção de 1,4 milhão de louças sanitárias e então criar rotas de exportação para toda América Central e América do Norte, a partir do Ceará

Com início imediato do fortalecimento da linha de produção adquirida, a empresa espera expandir a presença também no mercado nacional, atendendo clientes no Norte e Nordeste do País, que antes não era capaz de suprir totalmente. A estimativa é de que sejam gerados 270 novos postos de trabalho para atender a demanda de crescimento da produção em um curto espaço de tempo. 

O grupo espanhol responsável pela empresa atuava no Brasil possui quatro fábricas ativas, em Jundiaí (SP), Serra (ES), Santa Luzia (MG) e em Recipe (PE). Porém, conforme Sergio Melfi, diretor executivo da Roca Brasil, devido ao crescimento da demanda dos consumidores, e como parte do plano de expansão da multinacional, fez-se necessário a aquisição de uma nova linha de produção

"Nós seguimos super motivados e incansáveis nos nossos investimentos e esforços para melhorar cada vez mais nossos níveis de serviço e valorizar a confiança que nossos parceiros comerciais depositam em nós", afirma Sergio. 

As tratativas para compra da linha de produção no Pecém começaram ainda em 2020 e envolveram todas os núcleos operacionais da empresa no Brasil. A transação total da planta industrial instalada no Ceará para gestão da Roca foi concluída há cerca de quatro dias e divulgada em um vídeo institucional da empresa com propósito de exibir ao mercado a nova planta da multinacional no País. 


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Covid-19: DF começa a vacinar jovens a partir de 18 anos

Saúde
07:29 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Brasil
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O Distrito Federal (DF) começa nesta terça-feira (17) a vacinar contra a covid-19 jovens com idade a partir de 18 anos. A aplicação das doses estará disponível a partir do meio-dia. Essas faixas de idade poderão continuar recebendo a vacina, de acordo com a disponibilidade dos imunizantes.

O início da vacinação ao meio-dia ocorre pelo fato de o DF ter recebido o insumo necessário à vacina (diluente) na noite de ontem. Com isso, foi necessário um tempo para a preparação das doses.

Para esta nova fase da vacinação, foram recebidas 55.150 doses de CoronaVac e 60.840 doses do imunizante da Pfizer.

O plano do DF é avançar na imunização de adolescentes para o conjunto da faixa etária, e não somente para aqueles com comorbidades. Isso depende, no entanto, da entrega de mais doses, o que é esperado para esta semana.

Em entrevista coletiva nessa segunda-feira (16), o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, informou que mais de 75% dos moradores do DF com mais de 18 anos já receberam a primeira dose ou a dose única.

Considerando o conjunto da população, foram imunizados 60,25%. Quanto à segundo dose, o índice de imunização chega a 29,85% da população com mais de 18 anos e a 22,59% do total de moradores da capital.

Variante Delta

O secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, disse que já foram identificados 87 casos da variante Delta. Desse total, 53 são mulheres e 34, homens. As faixas etárias com mais casos são de pessoas entre 20 e 29 anos (21) e entre 50 e 59 anos (22).

Okumoto lembrou que cidades de outros países, como Nova York e Tel Aviv, voltaram a exigir o uso de máscaras em razão da retomada dos casos, especialmente da variante Delta. Ele reforçou a importância das medidas de prevenção.

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EUA: governo pode recomendar nesta semana doses de reforço de vacina contra covid

INTERNACIONAL
07:24 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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O governo de Joe Biden deve anunciar que americanos que foram totalmente vacinados contra a covid-19 deveriam receber uma dose de reforço para garantir proteção contínua, de acordo com fontes familiarizadas com as discussões. A dose de reforço seria aplicada oito meses após a segunda dose da vacina, segundo as mesmas fontes.
Oficiais seniores da área de saúde do governo Biden têm discutido há semanas a possibilidade de recomendar as doses de reforço, e estão próximos a um acordo em torno do tema, segundo as fontes, que afirmaram ainda que uma decisão final não foi tomada. Um anúncio formal pode ser feito nesta semana.
O The Wall Street Journal informou neste mês que a gestão democrata preparava uma estratégia de reforço vacinal, e que as doses poderiam se tornar necessárias em poucas semanas para aqueles que foram os primeiros a se vacinar nos Estados Unidos.
A Pfizer e a BioNTech, que produzem uma das vacinas de duas doses contra a covid-19, buscam autorização da US Food and Drug Administration (FDA, o órgão regulador americano para medicamentos) para a aplicação de doses de reforço no público em geral. Se a FDA permitir a aplicação, as primeiras doses poderiam ser distribuídas em setembro, de acordo com fontes, período em que os primeiros americanos que foram vacinados contra a doença completarão a janela de oito meses.
A Pfizer é a mais avançada no pedido. A Moderna, que também produz uma vacina aplicada em duas doses, afirmou que planeja solicitar autorização para a aplicação de doses de reforço de seu imunizante no próximo mês. A Johnson & Johnson, que produz uma vacina aplicada em dose única, deve divulgar dados de eficácia da aplicação de duas doses do imunizante ainda neste mês.
As discussões sobre a necessidade de doses adicionais das vacinas contra a covid ganharam corpo em meio à alta nas infecções pela doença causadas pela variante delta. Embora casos em pessoas totalmente vacinadas sejam raros, alguns dados indicam que a imunidade trazida pelas vacinas cai ao longo do tempo. Fonte: Dow Jones Newswires.

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EUA podem recomendar terceira dose de vacina contra a Covid-19

Imunização
04:14 | Ago. 17, 2021
Autor Bemfica de Oliva
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O governo dos Estados Unidos pode passar a recomendar três doses de vacinas contra a Covid-19. Segundo a agência de notícias Associated Press, a orientação seria para pacientes que receberam imunizantes da Pfizer e da Moderna, entre seis e oito meses após a segunda aplicação.

De acordo com a agência, a recomendação está sendo estudada pela Food and Drug Administration (FDA), órgão estadunidense equivalente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O governo ainda não oficializou a nova medida, mas a Pfizer já submeteu ao órgão estudos científicos sobre a maior eficácia da imunização após uma terceira dose.

A aplicação adicional, neste caso, teria dois objetivos específicos. Com o aumento significativo da resposta imunológica após uma terceira dose, profissionais de saúde e pacientes idosos, grupos com maior risco de contaminação e taxa de mortalidade, seriam os primeiros a receber a dose extra. A segunda meta é reduzir a circulação da variante Delta da Covid-19, que já é predominante em vários locais, inclusive em estados brasileiros.

Terceira dose da vacina contra a Covid-19 é aplicada em alguns casos

Para certos grupos de pacientes, porém, já existe uma recomendação oficial do governo dos Estados Unidos para o uso de uma terceira dose. A orientação é que pacientes imunossuprimidos, como pessoas vivendo com HIV ou que façam tratamento contra doenças autoimunes, recebam uma aplicação adicional da vacina caso não produzam quantidade significativa de anticorpos com as duas doses regulares.

A recomendação foi publicada pela FDA na última quinta-feira, 12. Além destes grupos, pacientes que receberam transplante de órgãos recentemente também entram nas categorias elegíveis à terceira dose. No Brasil, o Ministério da Saúde estuda aplicar reforço do imunizante nas mesmas categorias de pacientes.

Alguns países têm aplicado doses adicionais na população em geral. No Uruguai, com dois terços da população totalmente imunizada, quem tomou vacina da CoronaVac pode se cadastrar para receber também doses da Pfizer.

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