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Coronavírus
NOTÍCIA

Avião com 90 toneladas de equipamentos de proteção e testes de coronavírus chega a Fortaleza

O titular da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), Dr. Cabeto, esteve no Aeroporto para receber os materiais

Matheus Facundo
13:12 | 26/04/2020
Materiais chegaram ao Aeroporto de Fortaleza neste domingo, 26 e serão distribuídos a hospitais e UPAs da Capital e do Interior (Foto: JÚLIO CAESAR/O POVO)
Materiais chegaram ao Aeroporto de Fortaleza neste domingo, 26 e serão distribuídos a hospitais e UPAs da Capital e do Interior (Foto: JÚLIO CAESAR/O POVO)

Aeronave com 90 toneladas de kits de testagem para o coronavírus e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para profissionais de saúde chegou ao Aeroporto Internacional de Fortaleza no começo da tarde deste domingo, 26. O avião veio da China, pela companhia aérea Ethiopian, e trouxe materiais adquiridos pelo Governo do Estado do Ceará. A chegada foi anunciada pelo governador Camilo Santana (PT) nesse sábado, 25.

O titular da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), Dr. Cabeto, esteve no Aeroporto para receber os materiais. Lote de insumos médicos será destinado às unidades de saúde do Estado que atua no combate ao novo coronavírus, que já tem 5.833 casos confirmados e 327 mortes no Ceará. A letalidade da doença está em 5.6%. Nesse sábado, o número de casos estava em 5.667, enquanto os óbitos eram 326. De sexta-feira, 24, para sábado, 25, o Estado teve o maior salto de mortes em 24 horas, com 33 novas vítimas confirmadas pela Sesa. 

Avião veio da China e fez uma parada em Addis Ababa, capital da Etiópia, para abastecimento e depois seguiu direto para Fortaleza, "para que tivesse a garantia que chegasse o mais rápido possível", segundo Dr. Cabeto.

Os testes, de pesquisa viral direta, serão distribuídos entre a Capital e municípios de Interior, que já apresentam avanço do número de casos e óbitos. Os kits estarão em hospitais municipais, estaduais e também em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs)."Vamos centralizar primeiro os hospitais, para os profissionais de saúde e também de segurança, e nos casos suspeitos para aqueles que tenham mais de cinco dias de sintomas", afirma o titular da Sesa.

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Os insumos devem suprir a rede hospitalar do Estado por três meses, de acordo com o secretário da Saúde. "Nunca se faz um planejamento desse por curto prazo. Temos uma enorme dificuldade de compra. Acho que quase nenhum outro estado conseguiu trazer um carregamento dessa dimensão", pontua Dr. Cabeto

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