Luciana Gimenez se defende após menção no Caso Epstein

Luciana Gimenez se pronuncia após ter nome associado ao Caso Epstein

Transações milionárias para Luciana Gimenez aparece em documentos da investigação de Jeffrey Epstein; entenda relação da apresentadora com o caso
Atualizado às Autor Yasmin Louise Szezerbatz Tipo Notícia

O nome da apresentadora Luciana Gimenez foi citado em discussões nas redes sociais após aparecer em documentos oficiais do “Caso Epstein divulgados pela Justiça americana no final de janeiro. O debate gerou grande repercussão entre seus fãs.

O material do caso inclui e-mails, depoimentos e registros das investigações sobre a rede de tráfico sexual de Jeffrey Epstein, incluindo uma entrevista inédita com ele. As menções a brasileiros consistem, majoritariamente, em registros de viagens e transações, o que não prova envolvimento em crimes. Contudo, o Brasil também é citado em relação a possíveis vítimas.

Nessa segunda-feira, 9 de fevereiro, a apresentadora divulgou um comunicado explicando o suposto envolvimento com o magnata. Confira, abaixo, a defesa de Gimenes e entenda mais sobre o caso.

Luciana Gimenez e suposta ligação ao Caso Epstein

No documento havia registros de transferências financeiras milionárias feitas à apresentadora e brasileiros que acessaram o grande arquivo levantaram suposições. Um usuário do Twitter (antigo X), por exemplo, teorizou sobre um suposto acordo multimilionário. 

O remetente não é identificado, ou seja, não é possível saber se esse dinheiro saiu de uma conta de Epstein ou possui qualquer ligação direta com ele.

Em suas redes sociais, a apresentadora comunicou que nunca conheceu o magnata, jamais teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro com ele e reforça não compactuar com nenhuma prática ilícita e criminosa. Confira nota completa ao final da matéria.

Segundo o comunicado, Luciana entrou em contato com a instituição bancária Deutsche Bank Trust Company Americas, onde possuía a conta, para compreender como suas transações foram parar nos documentos do Caso Epstein.

“Inicialmente e conforme informações preliminares obtidas junto ao banco, o governo americano solicitou os registros à instituição financeira em determinados períodos, sem qualquer seleção individualizada dos dados ou vinculação específica. O conjunto completo de documentos foi encaminhado e publicado na plataforma oficial, sem apuração prévia do conteúdo e contexto”, escreveu sua equipe.

Documentos do Caso Epstein

A Justiça dos Estados Unidos autorizou o pedido de liberação dos documentos sobre as investigações dos abusos sexuais cometidos pelo bilionário feitas pelo Departamento de Justiça do governo Trump em 2025. No mesmo período, uma brasileira expôs suas experiências na mansão do empresário quando tinha 14 nos.

Maria Lacerda foi chamada de “vítima número um” durante as primeiras investigações feitas pelo FBI. Dez anos depois, em 2018, um juiz distrital da Florida alegou que o acordo feito durante a primeira acusação era ilegal e o caso foi retomado por novos procuradores.

Marina, então, foi ouvida pela segunda vez e forneceu informações que ajudaram a embasar a prisão de Epstein em 2019.

Um mês depois, em agosto de 2019, Epstein foi encontrado morto na prisão, enquanto aguardava pelo julgamento. A autópsia conclui que ele tirou sua própria vida.

Mesmo com sua morte, o Caso ainda é investigado e nomes como Trump, Bill Gates e Elon Musk vem à tona com relações sendo expostas pelos documentos.

Nota de Luciana Gimenez na íntegra 

“Luciana Gimenez esclarece que nunca conheceu Jeffrey Epstein e jamais teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro com ele.

A apresentadora reforça que nunca compactuou, nem compactuaria, com práticas ilícitas ou criminosas, repudiando de forma categórica qualquer tentativa de associar seu nome a essas situações.

Após identificar a menção a seu nome em documentos disponibilizados no site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Luciana entrou em contato com a instituição bancária Deutsche Bank Trust Company Americas, onde possuía conta, para compreender a razão dessa vinculação indevida e aguarda resposta.

Inicialmente e conforme informações preliminares obtidas junto ao banco, o governo americano solicitou os registros à instituição financeira em determinados períodos, sem qualquer seleção individualizada dos dados ou vinculação específica. O conjunto completo de documentos foi encaminhado e publicado na plataforma oficial, sem apuração prévia do conteúdo e contexto. Por isso, constam nos arquivos nomes de diversos clientes do banco, incluindo de Luciana, que nada têm a ver com o caso em questão e que também fizeram transações naquele período.

A priori, as movimentações citadas que envolvem a apresentadora referem-se exclusivamente a transferências de sua conta de investimentos para sua conta de pessoa física. Por se tratarem de dados antigos, o banco está trabalhando para compilar todas essas transações internas e comprovar que se tratam de transferências da própria Luciana para si mesma. Já foi explicado e compreendido que é esse o contexto das informações divulgadas.

A apresentadora permanece à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e pede cautela, seriedade e responsabilidade na divulgação das informações, a fim de evitar interpretações equivocadas e danos injustificados à sua reputação”.

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