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Com "No Céu do Jardim", Orlângelo Leal vence o II Festival de Música da Casa

A apresentação da noite ficou por conta dos cantores Roberta Fiuza e Levi Castelo Branco

Bruna Forte
00:00 | 01/08/2020
O lançamento do single
O lançamento do single "Vontade de tu" será celebrado com Live musical no perfil do Instagram @orlangeloleal (Foto: Joelia Braga/Divulgação)

Com a faixa "No Céu do Jardim", Orlângelo Leal, cantor e compositor habitante de Itapipoca, foi o grande vencedor do II Festival de Música da Casa, realizado pela Assembleia Legislativa do Ceará (ALCE) entre 30 de julho e 1º de agosto. O evento concedeu os prêmios de R$ 25 mil para a composição vencedora; R$ 15 mil para a segunda colocada, "Amor, Ordem e Progresso”, de Victor Calíope"; e R$ 7 mil para a terceira, "Na Contramão", de Claudine Rodrigues de Albuquerque.

Victor Calíope também recebeu R$ 5 mil como melhor intérprete e, com 18,6% dos quase 16 mil votos do público, a canção “Pode bater tambor”, de autoria de Aparecida Silvino e Gilvandro Filho, ganhou na categoria júri popular. As 12 obras finalistas concorrentes neste sábado, 1°, integrarão um disco.

"O Festival foi lindo, as músicas eram belíssimas. Esse Festival foi tão especial, foi tanta superação de cada um. O pessoal da direção do Festival estava muito apaixonado pelo que estava fazendo... Foi um Festival maravilhoso, eu só sou super grata, principalmente a todas as pessoas que reconheceram o valor que a música tem, que premiaram a minha música pelo voto popular", acrescenta Aparecida Silvino.

A apresentação da noite ficou por conta dos cantores Roberta Fiuza e Levi Castelo Branco. Transmitido ao vivo pela TV Assembleia, rádio, site e redes sociais da casa legislativa, o festival de música contou com 364 canções inscritas. Nos dias 30 e 31 de julho, a partir das 19h30min, o público conheceu 24 composições selecionadas para a fase eliminatória:

“Amor”, Danilo Lima Guilherme; “Amor, Ordem e Progresso”, Marcos Victor de Holanda Calíope (finalista); “Asa”, Tiago Cavalcante Nogueira (finalista); “A Voz da Caatinga”, Pedro Frota Rodrigues; “Boi Mansinho”, Francisco de Assis Silvino da Silva (finalista); “Cabô”, Rafael Bruno Soares Sales (finalista); “Das Cores de Si”, Sebastião Lucas de Freitas e Marisol Senese; “Deixei uma Ave me Amanhecer”, Marcos Chaves Lessa de Castro (finalista); “Ela”, Paula Aragão de Carvalho; “Fazendo Serenata”, Paulo Roberto Pereira de Araújo (finalista); “Jangada de Papel”, Edgleryton Vasconcelos dos Santos (finalista); “Leve Brisa”, Davi Cardoso Cartaxo; “Língua Portuguesa”, Joaquim Ernesto Barreto Cavalcante e Horácio Dídimo (finalista); “Lua Vadia”, Francisco José Bizerra de Carvalho (finalista); “Meu Menino”, Roberto Flávio Almeida; “Minha Saudade”, Antônio Izaias Luciano da Silva e Ítalo Queiroz Mangueira; “Na Contramão”, Claudine Rodrigues de Albuquerque (finalista); “No Céu do Jardim”, Orlângelo Leal Martins (finalista); “Pode Bater o Tambor”, Maria Aparecida Silvino da Silva e Gilvandro Filho (finalista); “Purificação”, Maria Aparecida Olímpio do Nascimento; “Quase Nada”, João Sebastião Álcio Cordeiro Barroso; “Samba da Graça”, Hannah Scarlet Girão Carneiro; “Saudade”, Antônio Luiz Drummond Miranda; e “Tarsila”, Francisco Wesdley da Silva Vasconcelos.

Suspenso em virtude da pandemia de Covid-19, o festival foi retomado em novo formato: apresentações sem público, seguindo regras de distanciamento, com higienização de equipamentos e realização de testes-rápidos.