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Omicron: com nome de variante do coronavírus, criptomoeda dispara

Criptomoeda chamada Omicron (OMIC) apresentou uma guinada após a OMS ter denominado, na sexta-feira, 26, a cepa B.1.1.529 do coronavírus de Ômicron. A moeda surgiu em novembro; saiba mais
21:58 | Nov. 29, 2021
Autor Mateus Brisa
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Mateus Brisa Estagiário
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Tipo Notícia

Uma criptomoeda chamada Omicron (OMIC) teve significativa valorização durante o fim de semana, após a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter denominado, na sexta-feira, 26, a cepa B.1.1.529 do coronavírus de Ômicron. A moeda era negociada ao equivalente a R$ 393 na madrugada da sexta; no domingo, seu valor estava em R$ 3,9 mil, segundo dados do CoinGecko, agregador de dados sobre o assunto.

Hoje, segunda-feira, 29, a criptomoeda apresentou valor de negociação de R$ 2,08 mil, menor que no domingo, mas ainda representando um pulo significativo em relação à última semana. Não há razão aparente para a repentina guinada do criptoativo, com exceção de seu nome homônimo à variante do coronavírus.

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Criptomoeda Omicron surgiu em novembro

A criptomoeda Omicron foi lançada em novembro e seu nome provavelmente foi escolhido em alusão à 15ª letra do alfabeto grego, que também nomeia as variantes do vírus. Até o último fim de semana, a moeda não era conhecida por um público amplo. Seus primeiros registros de negociações apareceram no CoinGecko em 8 de novembro.

Segundo o site, 62% de seus usuários recomendam a Omicron como uma boa opção de investimento, mesmo com um mercado ainda em crescimento. Atualmente, há pouco mais de US$ 671 mil (equivalente a R$ 3 milhões) depositados nos protocolos da moeda. Sua negociação acontece através de títulos tokenizados.

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