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Veja como será a função de "reagir" a mensagens no WhatsApp

De acordo com informações de site especializados em vazamentos do Whatsapp, os usuários poderão reagir a mensagens com qualquer emoji; as reações não serão anônimas
09:44 | Set. 04, 2021
Autor Isabela Queiroz Especial para O POVO
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Isabela Queiroz Especial para O POVO Jornal
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Na última quarta-feira, 25, o site WABetaInfo vazou a informação de que o WhatsApp ganharia, nas próximas semanas, a nova função de reagir a mensagens. Hoje, 3, site especializado em vazamentos do aplicativo mostrou imagens de como seria a funcionalidade.

A imagem mostra que uma mensagem contém 7 reações e, segundo o WABetaInfo, por enquanto, é possível reagir usando qualquer emoji. As reações não são anônimas, então, no caso de grupos, todos os participantes poderão ver quem reagiu a uma mensagem específica.

É possível que o recurso passe por mudanças antes do lançamento. A nova funcionalidade está sendo desenvolvida tanto para Android quanto iOS.

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WhatsApp lança figurinhas oficiais de "La Casa de Papel"; confira

Marketing
22:07 | Set. 03, 2021
Autor Mateus Brisa
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Mateus Brisa Autor
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Com quinta temporada programada para estrear nesta sexta-feira, 3, a série “La Casa de Papel” chegou às figurinhas do WhatsApp. Seja em dispositivos Android ou iOS, os usuários do aplicativo agora têm acesso a um pacote de adesivos oficial da série, intitulado “Sticker Heist” (em referência ao título em inglês “Money Heist”, isto é, “roubo de dinheiro” em português).

Assinadas pelo artista Mucho Pixels, as ilustrações das figurinhas são pixeladas. Alguns dos personagens da série aparecem no pacote, como Rio, Tóquio, Professor e Nairóbi, além da famosa canção “Bella Ciao”.

Figurinhas de “La Casa de Papel” no WhatsApp: como baixar

Para ter acesso ao pacote gratuito de adesivos, basta clicar aqui. O atalho será aberto automaticamente no WhatsApp. Outra opção é encontrar diretamente no ícone de “+” no canto direito do painel de figurinhas do aplicativo.

La Casa de Papel: onde assistir online a última temporada

Com episódios gravados na Espanha, em Portugal e na Dinamarca, a última temporada da série foi dividida em duas partes: o primeiro volume estreia amanhã, 3, e o segundo em 3 de dezembro. Diante das muitas reviravoltas que marcam o enredo, o Vida&Arte recupera hoje os acontecimentos da temporada anterior, que constrói as bases para o fim dessa narrativa.

É possível assistir todas as quintas temporadas da série no serviço de streaming Netflix online.

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Regulador da Irlanda multa WhatsApp por compartilhar dados com Facebook

INTERNACIONAL
12:44 | Set. 02, 2021
Autor Agência Estado
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A Comissão de Proteção de Dados (DPC) da Irlanda aplicou uma multa de 225 milhões de euros ao WhatsApp, acusado de ter violado a legislação europeia ao não informar aos usuários quais informações pessoais seriam compartilhadas com o Facebook, dono do aplicativo.
Segundo o regulador, a decisão é resultado de uma investigação iniciada em dezembro de 2018, em que ficou definido que a plataforma de mensagens desconsiderou as obrigações de transparência previstas na lei europeia.
A penalidade marca mais um capítulo do cerco de autoridades da União Europeia contra práticas de compartilhamento de dados de gigantes do setor de tecnologia.
Em julho, a Amazon foi alvo de uma multa de 746 milhões de euros em um caso semelhante ao do WhatsApp.

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STJ: vazar conversas de WhatsApp gera dever de indenizar

Justiça
16:03 | Set. 01, 2021
Autor Agência Brasil
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A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, que divulgar conversas de Whatsapp sem o consentimento dos participantes ou autorização judicial gera o dever de indenizar sempre que for constatado dano.

O entendimento foi alcançado no julgamento do recurso de um homem que fez captura de tela de conversa de um grupo do qual participava no WhatsApp e divulgou as imagens. Ele já havia sido condenado nas instâncias inferiores a pagar R$ 5 mil para um dos participantes que se sentiu ofendido.

O caso ocorreu em 2015 e envolve um ex-diretor do Coritiba. Na época, o vazamento provocou uma crise interna ao divulgar conversas com críticas à então administração do clube de futebol. Para tentar reverter o dever de indenizar no STJ, ele argumentou que o conteúdo das mensagens era de interesse público, e que não seria ilegal registrá-las.

Votos

Relatora do caso, a ministra Nancy Andrighi concordou que o simples registro de uma conversa por um dos participantes, seja por meio de uma gravação ou de um print screen (termo inglês para captura de tela), não constitui, em si, um ato ilícito, mesmo que outros participantes do diálogo não tenham conhecimento. O problema encontra-se na divulgação de tais registros, frisou a magistrada.

Isso porque as conversas via aplicativos de mensagem estão protegidas pelo sigilo das comunicações, destacou a ministra. “Em consequência, terceiros somente podem ter acesso às conversas de WhatsApp mediante consentimento dos participantes ou autorização judicial”, afirmou.

A relatora disse em seu voto que “ao enviar mensagem a determinado ou a determinados destinatários via WhatsApp, o emissor tem a expectativa de que ela não será lida por terceiros, quanto menos divulgada ao público, seja por meio de rede social ou da mídia”.

“Assim, ao levar a conhecimento público conversa privada, além da quebra da confidencialidade, estará configurada a violação à legítima expectativa, bem como à privacidade e à intimidade do emissor, sendo possível a responsabilização daquele que procedeu à divulgação se configurado o dano”, afirmou a ministra.

Ela foi acompanhada integralmente pelos outros quatro ministros da Terceira Turma – Paulo de Tarso Sanseverino, Ricardo Villas Bôas Cueva, Marco Aurélio Bellizze e Moura Ribeiro.

A única exceção, nesses casos, é quando a exposição das mensagens visa resguardar um direito próprio de um dos participantes da conversa, num exercício de autodefesa, decidiram os ministros do STJ. Tal análise, no entanto, deverá ser feita caso a caso pelo juiz. No caso julgado pela Terceira Turma, foi mantida a condenação à indenização.

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Para STJ, divulgar prints de conversas pelo WhatsApp pode gerar indenização

JUSTIÇA
23:29 | Ago. 31, 2021
Autor Isabela Queiroz Especial para O POVO
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Isabela Queiroz Especial para O POVO Autor
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Divulgar conversas realizadas por meio do aplicativo WhatsApp sem o consentimento dos participantes ou por autorização judicial é passível de indenização, caso configurado dano. A decisão, por unanimidade, foi da terceira turma do Supremo Tribunal de Justiça (STJ). Segundo os ministros, as mensagens eletrônicas estão protegidas pelo sigilo em razão de o seu conteúdo ser privado, ou seja, restrito aos participantes.

Além disso, ao enviar mensagem a determinado ou determinados destinatários via WhatsApp, o emissor tem a expectativa de que ela não será lida por terceiros, quanto menos divulgada ao público, ressalta o órgão. A partir desse entendimento, o STJ negou um recurso especial para um ex-diretor de futebol do Coritiba, no Paraná. Ele divulgou, sem o consentimento dos participantes, uma captura de tela (print) de conversas de um grupo do qual fazia parte, em 2015. Ele foi processado por oito integrantes do grupo.

O autor das capturas de tela da conversa foi condenado pelas instâncias ordinárias a pagar indenização de R$ 5 mil a um dos integrantes do grupo. A vítima alegou no tribunal que a divulgação das capturas afetou sua imagem e honra. Ele ainda alega ter perdido o cargo que ocupava por causa do fato.

Em trecho da decisão, o STJ conclui que “a divulgação pública de mensagens privadas pelo recorrente não teve por objetivo a defesa de direito próprio, mas sim a exposição das opiniões manifestadas pelo recorrido”. Sendo assim, segundo os ministros, a publicação das conversas causou dano à imagem e à honra do recorrido.

Leia decisão na íntegra aqui.

 

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"Golpe da terceira dose" é aplicado por criminosos para clonar celular

WhatsApp
21:06 | Ago. 29, 2021
Autor Marília Serpa
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Marília Serpa Autor
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A possibilidade de uma terceira dose (D3) da vacina contra a Covid-19 tem sido usada como forma de aplicar golpes. Por meio de mensagens enviadas pelo WhatsApp, criminosos no interior de São Pualo e outros estados fingem ser do Ministério da Saúde e informam que o destinatário foi sorteado para receber uma dose de reforço do imunizante. O falso remetente diz que é possível escolher a marca do fabricante por meio de um link de cadastramento. Quando o link é acessado, a vítima tem o celular clonado.

A ação criminosa já foi praticada contra moradores de Campinas, Atibaia e Piracicaba, cidades do interior de São Paulo. De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, as mensagens recebidas trazem o logotipo do Conecte SUS, aplicativo que registra o atendimento de pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS). O link de cadastro apresenta um número aleatório do cartão do SUS como se fosse o da vítima, aproveitando-se do fato de que poucas pessoas decoram o número correto. Estados como Cuiabá, Mato Grosso e Minas Gerais também já registaram incidência da manobra criminosa.

A terceira dose do imunizante, no entanto, ainda não está sendo aplicada no País. Com previsão para iniciar o reforço da vacinação por idosos e imunossuprimidos, o Ministério da Saúde pretende começar a aplicação a partir da segunda quinzena de setembro. Em São Paulo, estado com maior incidência de prática do golpe, o reforço do imunizante foi anunciado pelo governo local para iniciar a partir do dia 6 de setembro em idosos com 60 anos ou mais.

O Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) emitiu, em Campinas, um alerta sobre a circulação do golpe. A prefeitura de Atibaia também alertou sobre a mesma ação criminosa, pois moradores da região já haviam sofrido a tentativa de golpe em abril. 

O Ministério da Saúde informou ter alertado sobre o golpe. De acordo com a pasta, não há agendamentos para a aplicação da D3. Ainda, o órgão não pede dados à população e nem envia códigos para usuários do sistema de saúde.

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