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"Tatuagem eletrônica" capta ondas cerebrais

Atuando de forma pouco invasiva e perceptível aos olhos, o dispositivo é feito de poliéster plástico medindo 0,1 milímetro de espessura, possuindo boa durabilidade e ajuste em relação à pele

14:46 | 28/02/2013
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Uma "tatuagem" com fins medicinais foi desenvolvida pelo professor norte-americano de bioengenharia Todd Coleman, da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos.

A chamada "tatuagem eletrônica" é capaz de monitorar os sinais cerebrais dos pacientes, para evitar a realização de exames futuros, como o eletroencefalograma. O mecanismo consiste em sensores ultrafinos e flexíveis que podem ser colocados na pele temporariamente.

Atuando de forma pouco invasiva e perceptível aos olhos, o dispositivo é feito de poliéster plástico medindo 0,1 milímetro de espessura, possuindo boa durabilidade e ajuste em relação à pele.

A "tatuagem" funciona da seguinte forma: um circuito com células solares presente no dispositivo, capta os sinais elétricos das ondas do cérebro. Sensores térmicos, para monitorar a temperatura do organismo e detectores de luz, para analisar os níveis de oxigênio no sangue também são presentes.

O criador do dispositivo afirma que o projeto pretende expandir a interface cerebral para fora dos laboratórios. De acordo com o potencial do mecanismo, é provável que ele possa ser usado futuramente para interagir e operar máquinas com o poder da mente.

Redação O POVO Online

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