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Covid-19: terceira dose da vacina será aplicada a partir de setembro

A decisão pela aplicação da terceira dose foi tomada de forma conjunta na noite de ontem, 24
11:54 | Ago. 25, 2021
Autor Agência Brasil
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O Ministério da Saúde informou que iniciará, na segunda quinzena de setembro, a aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19 a “todos os indivíduos imunossuprimidos após 28 dias da segunda dose e para as pessoas acima de 70 anos vacinados há 6 meses”.

A decisão pela aplicação da terceira dose foi tomada de forma conjunta na noite de ontem, 24, em reunião da pasta com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass),o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems) e a Câmara Técnica Assessora de Imunização Covid-19 (Cetai)

Um estudo britânico mostrou que a proteção contra o coronavírus concedida pelas vacinas Pfizer/BioNtech e Oxford/AstraZeneca registra queda significativa após seis meses. Os autores defendem as doses de reforço.

Um mês depois da segunda dose, a eficácia da vacina da Pfizer é de 88%, mas a proteção contra eventuais contágios cai para 74% entre cinco e seis meses depois da injeção, de acordo com a análise mais recente do estudo Zoe Covid.

Para a vacina da AstraZeneca, a eficácia passa de 77% um mês depois da segunda dose para 67% entre quatro e seis meses após a aplicação.

O estudo foi elaborado a partir de dados de quase um milhão de usuários do aplicativo Zoe, criado por um grupo privado de mesmo nome.

Cientistas do King's College de Londres e da equipe da Zoe analisaram os dados dos contágios ocorridos entre 26 de maio e 31 de julho de 2021 em pessoas vacinadas que fizeram o download do aplicativo entre 8 de dezembro de 2020 e 3 de julho de 2021.

A campanha de vacinação britânica, que já aplicou a segunda dose em 77% das pessoas com mais de 16 anos, priorizou os idosos e pessoas com comorbidades, assim como os profissionais da saúde.

Para os cientistas do King's College, a proteção diminuiu mais nestes grupos.

Vários países estudam administrar uma dose de reforço, incluindo o Reino Unido, que deseja oferecê-la às pessoas com comorbidades a partir de setembro, apesar das reticências da Organização Mundial da Saúde (OMS).

com Redação O POVO e informações da AFP


 

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Proteção de vacinas contra covid diminui após 6 meses, mostra estudo

Internacional
10:54 | Ago. 25, 2021
Autor Agência Brasil
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A proteção contra a covid-19 oferecida por duas doses das vacinas da Pfizer/BioNTech e da Oxford/AstraZeneca começa a diminuir dentro de seis meses, o que mostra a necessidade de doses de reforço, informa estudo feito por pesquisadores do Reino Unido.

O estudo britânico ZOE Covid apontou que, no caso da vacina Pfizer/BioNTech, a eficácia um mês após a segunda dose, que é de 88%, cai para 74% passados cinco ou seis meses. Para o imunizante da AstraZeneca, a eficácia caiu de 77%, um mês depois, para 67% após quatro ou cinco meses.

O estudo se baseou em dados de mais de 1 milhão de usuários de um aplicativo, comparando infecções relatadas pelos próprios participantes vacinados com casos em um grupo de controle não vacinado.

Dados de pessoas mais jovens, no entanto, são necessários, porque os participantes vacinados até seis meses atrás tendem a ser idosos, já que essa faixa etária foi priorizada quando as primeiras vacinas foram aprovadas, disseram os autores do estudo.

A ZOE Ltd foi fundada há três anos para oferecer orientações de nutrição personalizadas, com base em conjuntos de exames. O aplicativo ZOE Covid Symptom Study da empresa é uma iniciativa sem fins lucrativos, em colaboração com o King’s College de Londres e financiada pelo Departamento de Saúde e Assistência Social.

Em uma projeção da pior situação futura, a proteção pode cair para menos de 50% para pessoas mais velhas e profissionais de saúde até o inverno, disse Tim Spector, cofundador da ZOE Ltd e principal autor do estudo.

"Ele está chamando a atenção para a necessidade de alguma ação. Não podemos só esperar para ver a proteção diminuir lentamente, enquanto os casos ainda estão altos e a chance de infecção também ainda está alta", disse Spector à BBC.

O Reino Unido e outras nações europeias estão planejando uma campanha de reforço de vacina contra covid-19 no final deste ano, desde que especialistas disseram que pode ser necessário administrar a terceira dose aos idosos e aos mais vulneráveis a partir de setembro.

O governo dos Estados Unidos está se preparando para oferecer terceiras doses de reforço, a partir de meados de setembro, aos norte-americanos que receberam suas doses iniciais há mais de oito meses..

"Isso é um lembrete de que não podemos contar só com as vacinas para evitar a disseminação da covid-19", disse Simon Clarke, professor-associado de Microbiologia Celular da Universidade de Reading, que não se envolveu com o estudo.

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Especialistas estão mais otimistas com a economia após avanço da vacinação

ECONOMIA
10:46 | Ago. 25, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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As perspectivas para o cenário econômico nacional estão mais otimistas após o avanço da vacinação no Brasil. 

 

O levantamento é da 44ª edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE), referente aos meses de julho e agosto, realizada em parceria entre a Fecomércio-CE e o Conselho Regional de Economia (Corecon-CE).

Conforme o resultado, o número de variáveis analisadas com otimismo foi maior que o da pesquisa anterior. 

Para entender a pesquisa, há uma pontuação dos fatores avaliados que vai de 0 a 200 pontos. Assim, abaixo de 100 pontos configura-se situação de pessimismo e acima desse valor já é considerado otimismo.

Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral.

Neste cenário, os índices de percepção geral (97,4 pontos) e presente (86,6 pontos) apresentaram redução no pessimismo enquanto o índice de percepção futura (108,1 pontos) registrou otimismo.

Ao todo, foram cinco variáveis analisadas com otimismo: cenário internacional (170,3 pontos); evolução do PIB (169,3 pontos); nível de emprego (129,7 pontos); oferta de crédito (126,2 pontos) e taxa de câmbio (107,4 pontos).

Por outro lado, o número de variáveis percebidas com pessimismo foi inferior ao da pesquisa anterior, totalizando quatro: gastos públicos (51,5 pontos); salários reais (51,5 pontos); taxa de inflação (41,6 pontos) e taxa de juros (28,7 pontos).

Em relação à soma das variáveis, o índice de percepção geral passou de 77,3 pontos para 97,4 pontos, uma redução de 26% no pessimismo em relação à pesquisa anterior.

Sobre o comportamento futuro das variáveis, o levantamento mostra melhora nas expectativas, com o índice entrando na zona do otimismo, alcançando 108,1 pontos. Vale reforçar que a percepção sobre o desempenho presente mostrou redução no pessimismo, de 38,0%, alcançando 86,6 pontos.

Na conclusão da pesquisa, avalia-se que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras.

Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um apenas tempo causa e consequência do comportamento econômico.

Entenda o levantamento

De periodicidade bimestral, a pesquisa colheu de julho a agosto as expectativas de 103 especialistas em economia.

A amostra reúne profissionais de diferentes setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços.

São economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas que dão suas percepções sobre a economia nacional e seu andamento.

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Dose de reforço? Estudo mostra redução de proteção das vacinas após seis meses da aplicação

HTH
09:01 | Ago. 25, 2021
Autor AFP
Tipo Notícia

A proteção contra o coronavírus concedida pelas vacinas Pfizer/BioNtech e Oxford/AstraZeneca registra queda significativa após seis meses, informa um estudo britânico, cujos autores defendem as doses de reforço.

 

Um mês depois da segunda dose, a eficácia da vacina da Pfizer é de 88%, mas a proteção contra eventuais contágios cai para 74% entre cinco e seis meses depois da injeção, de acordo com a análise mais recente do estudo Zoe Covid.

 

Para a vacina da AstraZeneca, a eficácia passa de 77% um mês depois da segunda dose para 67% entre quatro e seis meses após a aplicação.

 

O estudo foi elaborado a partir de dados de quase um milhão de usuários do aplicativo Zoe, criado por um grupo privado de mesmo nome.

 

Cientistas do King's College de Londres e da equipe da Zoe analisaram os dados dos contágios ocorridos entre 26 de maio e 31 de julho de 2021 em pessoas vacinadas que fizeram o download do aplicativo entre 8 de dezembro de 2020 e 3 de julho de 2021.

 

A campanha de vacinação britânica, que já aplicou a segunda dose em 77% das pessoas com mais de 16 anos, priorizou os idosos e pessoas com comorbidades, assim como os profissionais da saúde.

 

Para os cientistas do King's College, a proteção diminuiu mais nestes grupos.

 

O professor Tim Spector, cientista que liderou o projeto, advertiu que a proteção pode ser "inferior a 50% em idosos e profissionais da saúde para o inverno" (hemisfério norte, verão no Brasil).

 

Se este número se refere aos contágios e não às formas graves, isto poderia implicar "um aumento das hospitalizações e das mortes", se o país enfrentar níveis elevados de infecção e uma variante altamente contagiosa.

 

O pesquisador considera "urgente prever doses de reforço", assim como estudar se é conveniente imunizar os menores com as vacinas disponíveis.

 

Vários países estudam administrar uma dose de reforço, incluindo o Reino Unido, que deseja oferecê-la às pessoas com comorbidades a partir de setembro, apesar das reticências da Organização Mundial da Saúde (OMS).

 


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Covid-19: Rio começa a aplicar terceira dose em idosos em setembro

Saúde
07:54 | Ago. 25, 2021
Autor Agência Brasil
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O município do Rio de Janeiro anunciou que começará a aplicar a terceira dose da vacina contra covid-19 em idosos a partir de setembro. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, os primeiros a receber o reforço da imunização serão aqueles que moram em asilos ou abrigos e que tenham tomado a segunda dose há seis meses ou mais.

A vacinação dessas pessoas será feita de 1º a 10 de setembro. O reforço será dado independentemente do tipo de imunizante utilizado nas duas primeiras doses.

Adolescentes

A secretaria também informou que iniciará a vacinação de adolescentes sem deficiência amanhã (26), segundo o calendário: meninas com 17 anos (dia 26), meninos com 17 anos (dia 27), repescagem para quem tem 17 anos ou mais (dia 28), meninas de 16 anos (dia 30), meninos de 16 anos (dia 31), repescagem para quem tem 16 anos ou mais (dia 1º de setembro), meninas de 15 anos (dia 2) e meninos de 15 anos (dia 3).

Continuam sendo imunizadas também as pessoas com deficiência, gestantes, puérperas e lactantes com 12 anos ou mais.

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Omissão não é política pública

00:00 | Ago. 25, 2021
Autor Eliziane Colares
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A negligência do Governo Federal na gestão da pandemia continua engrossando as estatísticas mórbidas que nos chocam todos os dias. A imunização completa no país não alcançou nem 30% da população e a média móvel diária de mortos ainda é assustadora.

No total, já ultrapassamos a marca de mais de 570 mil vidas perdidas. É um número absurdo que nos posiciona no quinto lugar entre os países com mais mortes por milhão de habitantes no mundo e no segundo em números absolutos.

Asfixiados pela necessidade de tocar a vida, vamos nos adaptando à realidade de respirar sob um risco constante. A ameaça da variante Delta já ensaia o impulsionamento de uma nova onda que pode frustrar a tendência de queda nas contaminações.

Desemprego alto, inflação, desvalorização da moeda, crise energética e nenhum plano consistente para salvar a economia. Só bravatas, ameaças à democracia, motociatas, discursos de ódio e nenhuma mensagem de pesar pelas vidas perdidas.

Enquanto o país acumula mortes e problemas, o presidente se ocupa de estimular o caos e alimentar sua base de seguidores fanáticos.

As revelações da CPI da Pandemia no Senado Federal, iniciada em abril deste ano, descortinou a vergonhosa corrupção do Ministério da Saúde na compra de vacinas e acumulou depoimentos e investigações que comprovam que as mortes evitáveis têm responsáveis. Mas, cabe ao Ministério Público Federal processar todos os envolvidos.

A organização global Anistia Internacional está liderando um movimento para cobrar do Procurador-Geral da República, Augusto Aras, que processe os possíveis responsáveis apontados na CPI da Covid.

A campanha "Omissão não é Política Pública" (https://anistia.org.br/peticao/omissao-nao-e-politica-publica/) está arrecadando assinaturas de apoio e reforça que "o discurso negacionista, a insistência no tratamento precoce e em repostas sem base em evidências científicas, o colapso do sistema de saúde por falta de planejamento e coordenação, assim como a falta de ação para garantir o acesso à vacinação em massa, indicam a possibilidade de existirem responsáveis pelo quadro de total colapso em que estamos vivendo."

Cada vida perdida merece nossa solidariedade e nossa cobrança pela punição exemplar de todos os envolvidos. Não seremos omissos.

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