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Maioria concorda que não é o momento para realizar festas de Réveillon e Carnaval, aponta enquete

Segundo enquete do O POVO realizada nesta segunda-feira, 22, sem valor científico, 91% das pessoas concordaram com o governador Camilo Santana de que ainda não é o momento para a realização dos festejos
15:08 | Nov. 25, 2021
Autor Filipe Pereira
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Filipe Pereira Repórter de Política
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Tipo Notícia

Dados de uma enquete, sem valor científico, realizada pelo O POVO na última segunda-feira, 22, revelam que a maioria dos participantes concorda que este ainda não é o momento para a realização de festa dos Réveillon e Carnaval. Dos 2.291 votos apurados, um total de 91% (2.093) é a favor do discurso do governador Camilo Santana (PT) de adiar os festejos. Apenas 9%  (198) discordam da afirmação.

Enquete O POVO: Você concorda com o governador Camilo Santana que ainda não é o momento para a realização de festas de Réveillon e Carnaval? Vote aqui! 

Em publicação no Twitter e no Facebook, neste domingo, 21, Camilo escreveu que festas do tipo precisam de um "absoluto controle, com todas as pessoas comprovadamente vacinadas". O petista adiantou que o assunto será submetido ao Comitê da Pandemia, que deve analisar todos os dados epidemiológicos e os números da vacinação, além das propostas apresentadas para a realização de festas.

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Nesta terça-feira, 23, em entrevista à rádio O POVO CBN, o epidemiologista e gerente da Célula de Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde (SMS) de Fortaleza, Antônio Lima, chamou a atenção para a “pandemia de não vacinados” e uma nova onda de Covid-19 que vem se desenhando na Europa.

De acordo com os dados do Vacinômetro, atualizados às 20h32min desta quarta-feira, 24, pouco mais de 2 milhões de fortalezenses estão imunizados com a primeira dose. Já o número de pessoas com esquema vacinal completo é de aproximadamente 1,8 milhão. A Capital também já aplicou pouco mais de 229 mil doses de reforço, a D3.

A realização de festas de Réveillon e Carnaval no Ceará deve ser debatida na próxima reunião do Comitê Estadual de Enfrentamento à Pandemia. De acordo com o secretário da Saúde, Marcos Gadelha, a Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa) irá se posicionar contra a realização dos eventos durante a reunião.

 

 

 

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