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Políticos e autoridades da esquerda e da direita celebram o Dia da Bandeira nas redes sociais

Nos últimos anos, a bandeira brasileira tornou-se alvo de disputa e apropriação por parte de grupos políticos
12:02 | Nov. 19, 2021
Autor Vítor Magalhães
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Vítor Magalhães Repórter de Política
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Tipo Notícia

Políticos e autoridades, da esquerda à direita, celebram o Dia da Bandeira comemorado nesta sexta-feira, 19 de novembro. Dentre os que já se manifestaram estão os deputados federais José Guimarães (PT-CE) e Marcelo Freixo (PSB-RJ), o senador Flavio Bolsonaro (Patriota-RJ) e o ministro Marcelo Queiroga (Saúde).

“Hoje é Dia da Bandeira. Dia de reafirmar que nossas cores e símbolos não podem ser usados para dividir o nosso povo e promover o ódio entre os brasileiros. Dia de reafirmar que queremos um Brasil justo, fraterno e democrático”, escreveu Freixo, enquanto o petista José Guimarães reforçou que a “nossa bandeira jamais será do ódio!”.

O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), também lembrou a data com uma frase famosa na campanha eleitoral de 2018 e reproduzida até hoje pela sua família. "A Nossa bandeira jamais será vermelha" destacou o parlamentar.

Já o ministro da Saúde Marcelo Queiroga lembrou a data com a seguinte citação: “Sobre a imensa Nação Brasileira, nos momentos de festa ou de dor, paira sempre sagrada bandeira, Pavilhão da justiça e do amor! Feliz Dia da Bandeira!”, pontuou em publicação na qual aparece em foto ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com a imagem de uma bandeira brasileira ao fundo.

O empresário bolsonarista e pré-candidato ao Senado Luciano Hang também lembrou a data em seu perfil no Twitter. “Hoje é o Dia da Bandeira Nacional. Considero um dos símbolos mais lindos. As cores ressaltam o desejo pela paz (...) Faça como eu, tenha orgulho da bandeira, coloque na sua casa e vista o verde e amarelo”, disse.

Nos últimos anos, a bandeira brasileira tornou-se alvo de disputa e apropriação por parte de grupos políticos, sobretudo de extrema direita, que tomaram como seus alguns dos símbolos nacionais. O fenômeno aconteceu em outros países como Estados Unidos e Alemanha.

Em conversa com o O POVO, a cientista política Monalisa Torres, avaliou que existem símbolos que são apropriados tanto pela esquerda quanto pela direita, para criar uma identidade com o público e com o eleitor e destacou que os símbolos são passíveis de ressignificação ao longo do tempo.

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