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TSE vai investigar se atos pró-Bolsonaro no 7 de Setembro foram financiados

Justiça Eleitoral quer saber se houve pagamento de transporte e diárias para manifestantes, quem foram os organizadores e se houve propaganda eleitoral antecipada
13:12 | Set. 15, 2021
Autor Vítor Magalhães
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Vítor Magalhães Jornal
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai investigar se os atos a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) do último dia 7 de Setembro foram financiados. A decisão é do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Luís Felipe Salomão, que decidiu ampliar a investigação. Caso a suspeita de financiamento se concretize, o tribunal quer saber ainda quem pagou pela realização de atos nos quais Bolsonaro realizou discurso golpista e antidemocrático.

Salomão quer saber se houve pagamento de transporte e diárias para manifestantes e os nomes daqueles que organizaram o evento. Além disso, o corregedor pretende investigar se os atos configuram propaganda eleitoral antecipada, já que o presidente, ministros e políticos apoiadores participaram das manifestações. A informação é da GloboNews.

A investigação é considerada o primeiro desdobramento relevante após os atos do último feriado de Independência. O objetivo da apuração é investigar se nos atos houve: abuso de poder econômico e político; uso indevido de meios de comunicação social; corrupção; fraude; condutas vedadas a agentes públicos e propaganda antecipada.

Veja também: Qual o saldo do 7 de setembro para Bolsonaro?

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Senado vai se concentrar em Correios, reformas e mudanças eleitorais, diz Pacheco

ECONOMIA
13:07 | Set. 15, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou que a pauta do Senado nos próximos dias vai se concentrar na privatização dos Correios, nos projetos relativos à reforma tributária, na reforma administrativa e nas mudanças eleitorais para 2022. A agenda foi citada durante entrevista em um evento com prefeitos em Goiânia, capital de Goiás.
O governo do presidente da República, Jair Bolsonaro, tenta destravar a pauta econômica no Senado, após o acirramento da crise política entre os Poderes. Pacheco sinalizou que os senadores vão apreciar as propostas.
Nos últimos dias, o governo vem sofrendo derrotas na Casa, tanto pela rejeição de propostas quanto pela alteração de medidas estratégicas.
No tema tributário, Pacheco cobrou a votação na Câmara do novo Refis, aprovado anteriormente pelos senadores.
"É muito esperado pelo setor empresarial, pelas pessoas que precisam se regularizar tributariamente", disse o senador.

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Representantes de 15 partidos devem participar de "Vigília da democracia" em São Paulo

Política
13:02 | Set. 15, 2021
Autor Vítor Magalhães
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Membros de pelo menos 15 partidos, de variados espectros políticos, devem participar nesta quarta-feira, 15, de um ato intitulado “Em vigília da democracia brasileira”, em São Paulo. Entre os confirmados, estão lideranças como Gleisi Hoffmann (PT) e Luiz Henrique Mandetta (DEM), o deputado federal Alessandro Molon (PSB) e a senadora Simone Tebet (MDB).

O vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL), também deve participar. Integrantes de outras legendas, como PDT, PSD, Psol, Podemos, PSDB, PV, PSL, Rede, PCdoB, PL e Cidadania devem participar do evento promovido pelo movimento Direitos Já! e marcado para iniciar às 18 horas. A informação é da coluna Radar, da Veja

O ato terá transmissão nas redes sociais e acesso limitado, contando apenas com lideranças políticas e a imprensa para fins de divulgação.

Veja quem deve participar do ato desta quarta-feira:

Alessandro Molon (PSB), líder da oposição na Câmara dos Deputados
Gleisi Hoffmann (PT), presidente nacional do partido e deputada federal
Luiz Henrique Mandetta (DEM), ex-ministro da Saúde e presidenciável
Marcelo Ramos (PL), vice-presidente da Câmara dos Deputados
Simone Tebet (MDB), senadora cotada como pré-candidata à Presidência
Antonio Neto (PDT), presidente municipal do partido em São Paulo
José Aníbal (PSDB), senador
José Luiz Penna (PV), presidente nacional da legenda
Roberto Freire (Cidadania), presidente nacional do partido
Luciana Santos (PCdoB), vice-governadora de Pernambuco
Igor Soares (Podemos), prefeito de Itapevi (SP)
Fernanda Melchionna (Psol), deputada federal
Junior Bozzella (PSL), deputado federal
Fabio Trad (PSD), deputado federal
Heloísa Helena (Rede), ex-senadora

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Presidente do São Paulo garante permanência de Crespo em caso de eliminação contra o Fortaleza

12:59 | Set. 15, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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O São Paulo não vive bom momento na temporada. Já eliminado da Libertadores, o time está a apenas um ponto da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Nesta quarta-feira, o Tricolor visita o Fortaleza, pela partida de volta das quartas de final da Copa do Brasil. Julio Casares, presidente do clube, garantiu a permanência do técnico Hernán Crespo, mesmo em eventual eliminação no torneio.

“Para afastar de vez qualquer infeliz especulação, reafirmo que independente de resultados, o técnico Hernan Crespo seguirá normalmente o nosso planejamento no comando técnico da nossa equipe. Seguiremos a nossa convicção profissional e o que foi traçado com o departamento de futebol”, escreveu em suas redes sociais.

Carlos Belmonte, diretor de futebol, também saiu em defesa do argentino.

"Crespo continua e continuará técnico do São Paulo após a partida de hoje contra o Fortaleza. Essa é uma decisão da Diretoria de Futebol e que tem total apoio do presidente Júlio Casares. Seguiremos com a convicção que temos no trabalho", publicou.

No confronto de ida, no Morumbi, a partida terminou empatada em 2 a 2. Os anfitriões chegaram a abrir uma vantagem de dois gols no marcador, mas cederam o empate na reta final do jogo.

Crespo foi contratado em fevereiro deste ano e, logo de cara, conquistou o Paulistão, dando fim a um jejum de nove anos sem títulos do Tricolor. Contudo, os jogadores do São Paulo sofreram com diversas lesões, o que resultou numa queda de rendimento da equipe.

 

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Choques ambientais e climáticos podem afetar inflação, diz presidente do BC

ECONOMIA
12:58 | Set. 15, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, avaliou nesta quarta-feira que as questões relacionadas à sustentabilidade têm potencial para afetar as principais missões dos bancos centrais. "Os choques ambientais e climáticos podem afetar a taxa inflação são difíceis de prever. Esses choques afetam oferta e assim são mais difíceis para a política monetária. Todos nós estamos vivendo os efeitos de choques ambientais, tivemos uma onda de calor, depois geadas e agora a crise hídrica. Não faltam exemplos", afirmou.
No longo prazo, esses choques podem ter efeitos duradouros, afetando a produtividade e o crescimento e, portanto, a taxa de juros neutra", completou Campos Neto.
A autoridade monetária divulgou nesta quarta o Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticas e a regulamentação de medidas do Pilar de Sustentabilidade da Agenda BC#, correspondentes às consultas públicas 82, 85 e 86.
Campos Neto afirmou que os bancos centrais precisam avaliar as vulnerabilidades do sistema financeiro em relação aos choques climáticos, que podem levar a uma reavaliação dos preços dos ativos e perdas para o sistema.
"A questão ambiental e climática que há muito tempo é tema de grande importância na agenda internacional, ganhou impulso ainda mais significativo após a pandemia de covid-19. A sociedade demanda cada vez mais que a recuperação seja sustentável e inclusiva", completou o presidente do BC.

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Deputado quer denominar de Paulo Freire sede da Secretaria da Educação do Ceará

Assembleia
12:43 | Set. 15, 2021
Autor Filipe Pereira
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Começou a tramitar nesta quarta-feira, 15, na Assembleia Legislativa do Ceará (AL-CE), um projeto de lei que denomina de Paulo Freire  (1921-1997) a sede da Secretaria da Educação do Estado (Seduc-CE). De autoria do deputado estadual Elmano de Freitas (PT), a proposta defende que o educador brasileiro "propôs respostas que se apresentem sobre a prática pedagógica que se desenvolve na escola pública, deixando mensagem concreta com importante legado". 

Freire foi uma figura de destaque na pedagogia crítica do século XX. O trabalho do educador propõe um método dialógico de alfabetização que fomenta a participação em lutas políticas. De acordo com um estudo de 2016, "Pedagogia do Oprimido" foi o terceiro livro mais citado nas Ciências Sociais. 

O professor tornou-se uma inspiração para gerações de professores, especialmente na América Latina e na África. Como escritor, ajudou a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos.

Em 1964, os militares brasileiros derrubaram o governo de Goulart em um golpe de Estado e prenderam Freire. Segundo Moacir Gadotti, o governo militar considerava Freire um "subversivo internacional" e "um traidor de Cristo e do povo brasileiro.

Quando Freire voltou ao Brasil, em 1980, tornou-se um dos membros fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT). Ele supervisionou muitos dos projetos de alfabetização de adultos do PT e atuou como secretário municipal de educação em São Paulo entre 1989 e 1991. Sob a liderança do co-fundador do PT de Freire, Luiz Inácio Lula da Silva, o partido venceu as eleições gerais de 2002.

A conexão com a esquerda ainda é usada pela direita brasileira e, ainda hoje, o legado de Freire continua sendo um tema polêmico no Brasil. A direita e extrema-direita retratam o educador como um perigoso subversivo que planejava doutrinar a juventude. Em seu governo, o presidente Jair Bolsonaro defendeu esse tipo de discurso ao questionar os métodos utilizados na educação pública.

Em discursos e entrevistas, Bolsonaro e seus aliados descrevem Freire como uma espécie de "bicho-papão esquerdista", cuja influência precisa ser expurgada do sistema educacional brasileiro. Durante sua campanha eleitoral, Bolsonaro prometeu a seus partidários que entraria no Ministério da Educação com um "lança-chamas" para remover Paulo Freire.

O agora ex-ministro da Educação de Bolsonaro, Abraham Weintraub, culpou Freire pela baixa classificação educacional do Brasil, e comparou a pedagogia freireana a um "vodu sem comprovação científica". Da mesma forma, o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, conhecido como "guru" de Bolsonaro, destaca Freire como um "militante pseudo-intelectual" que produziu "uma coleção de truques para reduzir a educação à doutrinação sectária".

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