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"Esquerda e direita têm medo de mim", diz Ciro Gomes

Ênfase no distanciamento de ambos os lados reforça tentativa do pedetista de se firmar como nome da chamada terceira via eleitoral para 2022
14:45 | Ago. 02, 2021
Autor - Vítor Magalhães
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O ex-ministro e provável presidenciável Ciro Gomes (PDT) divulgou vídeo nesta segunda-feira, 2, nas redes sociais, onde reforçou seu distanciamento da esquerda e da direita no País. Criticando ambos os espectros políticos que, segundo ele, tentam impedi-lo de se tornar presidente, Ciro alegou que ambos “têm medo” do seu projeto político.

“Há muito tempo tentam impedir que eu chegue à presidência. Me colocam todo tipo de armadilha e eu mesmo caminhei ingenuamente para alguma delas. Por que fazem isso?”, questiona, já respondendo na sequência: “Porque tanto a extrema direita quanto a extrema esquerda temem meu projeto. Esquerda e direita têm medo de mim”.

Na peça, Gomes diz ainda que os grupos não conseguem acusá-lo de três coisas: ser “corrupto”, “incompetente” e de “não ter propostas” de governo. “A esquerda e a direita sabem que, se eleito, minha forma de governar vai mudar a régua estreita que mede as velhas ideologias”.

A ênfase no distanciamento de ambos os lados reforça tentativa do pedetista de se firmar como nome da chamada terceira via eleitoral para 2022. Concorrendo a esse posto estão ainda nomes do PSDB, como os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS).

Ciro Gomes vem postando ao longo deste ano diversas peças com críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os dois melhores colocados, até então, nas pesquisas eleitorais sobre a eleição presidencial do ano que vem.

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Bolsonaro: "Eu sempre fui do centrão. É o que eu tenho para governar"

PRESIDENTE
2021-08-02 14:44:00
Autor Filipe Pereira
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) retomou sua defesa a sua aliança com o centrão nesta segunda-feira, 2. O pronunciamento foi dado ao comentar a última reforma ministerial, que teve, entre as primeiras mudanças, a nomeação do senador Ciro Nogueira (PP-PI) para a Casa Civil.

“É fácil, de forma pejorativa, acusar o centrão. E outra: eu sempre fui do centrão, eu sempre fui do PP, raramente estive fora de partido fora dessa sigla. Agora, não podemos simplesmente aceitar que o centrão está fora do destino do Brasil. Então, é o que eu tenho para governar. Eu tenho me dado muito bem com essas pessoas. Ou querem que vá procurar o apoio do PT, do PCdoB, do PSol, da Rede, do Cidadania? É fácil falar, né?", disse Bolsonaro em entrevista à Rádio ABC, de Novo Hamburgo (RS).

Formado por partidos de centro e centro direita, o centrão foi alvo de críticas de Bolsonaro e seus assessores durante a campanha eleitoral em 2018. No mesmo ano, o presidente disse que dirigentes do Centrão representavam a "alta nata de tudo o que não presta no Brasil”. Agora, na tentativa de emplacar sua candidatura, o mandatário busca apoio do bloco.

LEIA MAIS l Relembre declarações de Bolsonaro e aliados sobre Centrão antes das eleições

Nesta segunda, Bolsonaro destacou que a busca pelo centrão deve-se pelo objetivo de, por exemplo, promover uma reformulação no Bolsa Família. O objetivo é que o valor médio do benefício seja ampliado, passando de R$ 192 para R$ 300. A estratégia e uma das já visadas para sua companha de reeleição em 2022.

“Em 90% do que eu quero fazer em Brasília, eu dependo do Parlamento, como, por exemplo, agora eu preciso corrigir o Bolsa Família. A média está em R$ 192. Como eu vou corrigir? Porque a inflação está aí, disse o presidente. 

O chefe do Executivo nacional reiterou ainda não ser possível aprovar projetos no Congresso Nacional sem os votos dos políticos do bloco parlamentar. Ele defendeu que as mudanças implantadas nos ministérios visam ao “melhor funcionamento do Poder Executivo”. “Olha, senta na minha cadeira aqui e governe sem o voto de mais metade dos parlamentares, que estão aí do dito centrão. Governe sem eles”, disse.

 

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CPI da Covid avalia pedido de quebra de sigilo bancário da Jovem Pan

Política
2021-08-02 14:37:00
Autor Vítor Magalhães
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid pode votar, nesta semana de retomada dos trabalhos, requerimento feito pelo relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB), que pede a quebra do sigilo bancário do grupo Jovem Pan por considerá-lo um “grande disseminador de fake news” sobre a pandemia no País.

O requerimento pede os dados bancários da empresa, desde o início de 2018, e comparação dos valores nas contas antes e depois da pandemia. A Jovem Pan disse que “pedidos do gênero são injustificáveis” e divulgou nota de repúdio. A assessoria de Calheiros afirmou que o pedido foi feito por técnicos do grupo de trabalho da CPI.

“Estranhamente, o requerimento estabelece que as investigações sejam feitas a partir de 2018. Segundo o documento que justificou a sua criação, a comissão foi instaurada com o objetivo de 'apurar as ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Brasil' (...) A acusação de Calheiros, portanto, não se enquadra no fato determinado para a criação da CPI”, posicionou-se a Jovem Pan em nota.

E seguiu: “Os profissionais da Jovem Pan divulgam fatos e os analisam segundo diferentes pontos de vista. O autor do pedido não especifica quais profissionais disseminaram notícias mentirosas. Fica claro, portanto, que se trata de uma acusação genérica que tem por única finalidade cercear a liberdade de imprensa no Brasil”, encerra.

Os senadores ainda vão definir se votam o requerimento ou não. Dados da Agência Senado apontam que a comissão tem mais de 470 pedidos, dentre convocações, quebras de sigilos, informações e audiências públicas a serem apreciados.

A Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel), que representa os veículos de comunicação com sede no Brasil, também repudiou o pedido de quebra de sigilo bancário da Jovem Pan. Além da rádio, senadores pediram a quebra de sigilo bancário de sites e blogs bolsonaristas como o Terça Livre, que também é alvo do inquérito das Fake News no Supremo Tribunal Federal (STF).

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Com apenas Benevenuto de fora, Fortaleza se prepara para o jogo de volta da Copa do Brasil

Mudando o Foco
2021-08-02 13:32:00
Autor Horácio Neto
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Após a derrota no Clássico-Rei pelo Campeonato Brasileiro, o Fortaleza volta suas atenções para o confronto decisivo contra o CRB, nas oitavas de final da Copa do Brasil. Com a vantagem do empate, o Leão não terá o zagueiro Marcelo Benevenuto, que já atuou com a camisa do Botafogo na competição, e o goleiro Max Walef, segue em recuperação da lesão no cotovelo.

Sem nenhum atleta suspenso, dentre os titulares, Juan Pablo Vojvoda só não poderá contar com Marcelo Benevenuto. No primeiro confronto, Jackson foi o defensor escolhido para começar na zaga. O treinador argentino pode repetir a decisão ou preferir por Quintero para a função.

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Apesar de não haver suspensos, três jogarão pendurados, dois deles titulares. David, Pikachu e Igor Torres estão a um cartão amarelo de não poderem ser relacionado para as quartas de final da Copa do Brasil, em caso de classificação do Tricolor.

No departamento médico, apenas o goleiro Max Walef segue se recuperando de uma lesão. O atleta tricolor teve um edema articular após a contusão no cotovelo esquerdo. Com Felipe Alves 100%, inclusive, já tendo atuado no Clássico-Rei do último domingo, 1º, não deve haver dúvidas no gol do Leão.

Com exceção de Marcelo, Vojvoda terá o elenco completo para o duelo de volta da Copa do Brasil. O Fortaleza entra em campo na quarta, 4, às 16h30min, no Estádio Rei Pelé, pelas oitavas de final do torneio nacional. O Tricolor tem a vantagem do empate após ter vencido o primeiro confronto por 2 a 1, na semana passada, 29, na Arena Castelão.

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Gabriel Lacerda é o terceiro atleta do Ceará com mais participações em gols na Série A

Zagueiro Alvinegro
2021-08-02 13:04:00
Autor Horácio Neto
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Um dos heróis da vitória alvinegra no Clássico-Rei, Gabriel Lacerda conseguiu a sua primeira assistência no Campeonato Brasileiro. Com o passe de cabeça para Cléber virar o placar, o defensor chegou a três participações diretas em gols – dois tentos e um passe – e é o terceiro no quesito dentre os atletas do Vovô, empatado com o atacante Rick que balançou as redes três vezes na Série A.

Apesar de se um defensor, Lacerda tem ganhado destaque na parte ofensiva. As três participações diretas em gols do zagueiro foram determinantes para vitórias do Ceará. Foram o tento da virada nos minutos finais contra o Atlético-MG, o segundo gol enfrentando o Juventude e agora o passe para Cléber no Clássico-Rei.

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Além da participação ofensiva, o zagueiro tem tido atuações seguras na defesa e afastado as críticas sobre o seu desempenho. Dentre todos os jogadores do Vovô, Gabriel é o segundo em rebatidas (79), cometeu apenas quatro faltas - obtendo média de uma infração a cada quatro partidas -, três cartões amarelos e nenhum vermelho. Dos 12 embates que esteve em campo, em cinco o time não sofreu gol.

Devido ao terceiro cartão amarelo, o Ceará não poderá contar com Gabriel Lacerda para fazer dupla de zaga com Messias. Contra o Atlético-GO, no domingo, 4, às 18h15min, na Arena Castelão, pela 15ª rodada da Série A, Guto Ferreira poderá promover o retorno de Luiz Otávio aos gramados ou escolher o zagueiro Jordan para a função.

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Morre ex-ministro da Cultura Francisco Weffort

Geral
2021-08-02 12:57:30
Autor Agência Brasil
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O ex-ministro da Cultura Francisco Correa Weffort morreu ontem (1), aos 84 anos, após um infarto do miocárdio, segundo informações confirmadas hoje (2) pela Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro. Cientista político e professor universitário, Weffort ocupou a pasta durante os dois mandatos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), de 1995 e 2002.

Antes de integrar o governo FHC, Weffort participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), em 1980, e foi secretário-geral do partido na década de 1980. O cientista político também participou da mobilização para a realização de eleições diretas para presidente da República, em 1984.

O ex-ministro nasceu em Quatá, em São Paulo, em 17 de maio de 1937, e se formou em ciências sociais na Universidade de São Paulo (USP), onde começou a lecionar em 1961.

Weffort também foi professor visitante da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), já nos anos 2000, e, ao longo de sua carreira, também atuou em universidades no exterior.

Fora do país, seu currículo inclui o Instituto Latino-Americano de Planificação Econômica e Social (Ilpes), no Chile; a Universidade de La Plata, na Argentina, e as universidades americanas de Woodrow Wilson Center e no Helen Kellogg Institute, da Universidade de Notre Dame.

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