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Saiba quem são os candidatos que disputam novas eleições para prefeito no Ceará

Eleições suplementares acontecem nas cidades de de Missão Velha, Martinópole e Pedra Branca após a Justiça Eleitoral, neste caso, ter anulado registro das candidatura ou cassado o diploma dos candidatos eleitos em 2020
08:41 | Jul. 31, 2021
Autor - Filipe Pereira
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- Filipe Pereira Repórter Política
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No próximo domingo, 1º de agosto, candidatos a prefeito e vice-prefeito das cidades de Missão Velha, Martinópole e Pedra Branca disputam o votos dos eleitores por meio da realização das eleições suplementares. O pleito ocorre após a Justiça Eleitoral ter anulado registro de candidatura ou cassado o diploma dos candidatos eleitos em 2020. 

Você sabe quem são os candidatos de cada município? O POVO preparou um panorama:

Missão Velha

O registro de candidatura de Dr. Washington (MDB), mais votado nas eleições para prefeito do município de Missão Velha, foi indeferido pelo juízo da 16ª Zona Eleitoral e mantido pelo TRE-CE.

Um recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi negado, monocraticamente, pelo ministro Edson Fachin. Em seguida, foi determinada a realização de novas eleições. Interposto agravo interno pelo candidato, o recurso ainda não foi apreciado pela Corte. 

Candidatos:

- Fitinha (PT) - Coligação "Unidos pela vontade do povo" 

A petista Fitinha é apoiada pelo ex-presidente Lula (PT). Como era vice candidata a vice nas eleições municipais de 2020, ela tem apoio do prefeito eleito, Dr. Washington (MDB), antigo cabeça de chapa que teve o registro de candidatura indeferido por improbidade administrativa. Agora, assume a candidatura de vice Seu Tião (MDB), pai do político cassado.

- Dr. Lorim (PDT) - Coligação "A Esperança do Povo" 

Em oposição, concorre Dr. Lorim (PDT), candidato que já recebeu apoio do ex-ministro Ciro Gomes (PDT). O pedetista é ex-vice-prefeito do município e foi o nome derrotado por Washington, em 2020. O vice é o vereador Rodrigues Roberto, também do PDT. 

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Pedra Branca

No município de Pedra Branca, Antônio Gois (PSD) teve o registro de candidatura indeferido na 59ª Zona Eleitoral. O TRE-CE manteve o indeferimento do registro. Em decisão monocrática, o ministro do TSE Luís Felipe Salomão negou o recurso e manteve o indeferimento do registro. O candidato apresentou desistência da interposição do agravo regimental, homologada pelo relator no último dia 28 de abril. 

Candidatos:

Padre Antônio (PDT) - Coligação "Eu Acredito"

 

Matheus Gois (PSD) - Coligação “Juventude e experiência para uma nova Pedra Branca”

 

Martinópole

Os 9.483 eleitores do município cearense de Martinópole também voltarão às urnas no dia 1º de agosto de 2021. O candidato mais votado também teve problemas com o registro de candidaturas e não chegou a assumir o mandato.

Na sessão de julgamentos do dia 23/2, o TSE decidiu manter o indeferimento do registro de candidatura de James Bel (PP) ao cargo de prefeito de Martinópole nas eleições de 2020.

Os ministros entenderam que James estava inelegível para concorrer ao pleito por ter sido demitido por abandono do cargo de professor da rede municipal de ensino, conforme art. 1º, parágrafo I, da Lei Complementar nº 64/90. A decisão também anulou o pleito para o vice, Felipe Felix (MDB).

Candidatos:

Betão Souza (PP) - “Por um Martinópole cada vez mais forte”

Betão Souza (PP), atual prefeito interino do município e presidente da Câmara municipal, foi escolhido para representar o grupo governista após o ex-prefeito James Bel (PP) renunciar à candidatura. A coligação “Por um Martinópole cada vez mais forte”, composta por representantes das legendas PP e MDB decidiu oficializar uma mudança na chapa nesta semana. A chapa conta ainda com o ex-vereador Filipe Félix, o Filipão (MDB), como candidato a vice-prefeito. 

Júnior Fontenele (PL) - “A esperança do povo é a nossa força”

O adversário continua sendo Júnior Fontenele (PL), da aliança “A esperança do povo é a nossa força”. O vice é Joe Aguiar (Rede).

 

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Track&Field quer transformar treinadores em revendedores de roupas esportivas

ECONOMIA
2021-07-31 08:27:03
Autor Agência Estado
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Sem a possibilidade de faturar com corridas de rua durante a pandemia, a Track&Field colocou os clientes para se exercitarem em casa por meio de um aplicativo. Ao todo, 120 mil pessoas aderiram à ferramenta, e a varejista enxergou um novo canal de vendas.
O TFSports agora vai ganhar um marketplace (shopping virtual) de produtos e serviços de bem-estar para conectar treinadores de diferentes esportes a pessoas interessadas em praticá-los, segundo o presidente executivo e cofundador da empresa, Fred Wagner, em entrevista ao Estadão/Broadcast. Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista.
A Track&Field está trazendo José Vicente Marino (ex-CEO da Avon) para o conselho da empresa. O que ele vai trazer para o negócio?
Todas as empresas passaram por uma transformação da forma de vender e houve uma digitalização do relacionamento com o cliente durante a pandemia. Nós fizemos um movimento importante e aumentamos significativamente as vendas iniciadas digitalmente. Hoje, aproximadamente 40% das nossas vendas começam, de alguma forma, no digital. Ao longo da pandemia, também digitalizamos os nossos eventos, e 120 mil pessoas se cadastraram para fazer exercícios em casa em nosso aplicativo (TFSports). Essa plataforma agora se amplia, não só com mais atletas, mas também com treinadores, que começam a ter um papel central. Por isso, estamos avançando na venda direta. O José Vicente vem desse universo. Ele vem da Natura. Foi CEO e fez a virada da Avon. Ele vem para agregar a esse crescimento.
Por que investir no aplicativo TFSports?
A plataforma vai ser um destino para qualquer pessoa que queira conhecer uma nova modalidade esportiva ou participar dos eventos que realizamos. Esperamos que as corridas presenciais voltem em 2022, e ao mesmo tempo, estamos criando atividades em outras modalidades, como o beach tennis, e trazendo o acesso a eventos e a treinadores. O nosso cliente, quando quiser procurar algo relacionado a uma atividade esportiva, vai procurar na nossa plataforma.
Qual é o investimento na nova plataforma digital?
Quando levantamos capital, alocamos R$ 30 milhões na plataforma. Estamos entrando no segundo ano, e obviamente a companhia gera caixa para investir mais se for necessário.
A abertura de lojas físicas também está nos planos?
Vamos abrir mais lojas neste ano do que no ano passado, quando foram 35. Achávamos que a pandemia reduziria a abertura, mas, com o aumento do mercado potencial, percebemos um consumo mais distribuído no País. Estamos abrindo um número importante de lojas de rua, que são hubs para a entrega (de produtos comprados online). Se o cliente compra em Salvador, por exemplo, recebe os produtos em até 24 horas. Vamos ter o maior número de aberturas de lojas da história da empresa.
Existe uma preocupação sobre o desempenho do mercado com o consumo, diante da alta da inflação. O crescimento do faturamento vai se sustentar?
Vai se manter. Entendo o pensamento macroeconômico, mas o que enxergamos é que usar roupas confortáveis, praticar esporte e ter preocupação com a saúde se tornaram hábitos centrais na vida das pessoas. Essa mudança de comportamento veio para ficar.
A Track&Field teve mudanças no alto escalão, e isso repercutiu no mercado. Por que as mudanças aconteceram?
Essas mudanças foram absolutamente naturais. Tivemos um momento importante de estruturação de governança ao longo de 2018, 2019 e 2020, com a abertura de capital. Agora, vamos para um novo momento, com foco em crescimento, digitalização, e ele pede novos conhecimentos (da liderança).
Em junho houve o rumor, desmentido pela Track&Field, de que a empresa poderia ser vendida a uma rival. Existe um plano de vender a Track&Field?
Não existe nenhum plano em curso de fusão e aquisição na Track&Field, nem formal, nem informal. Os rumores aconteceram por causa do momento de mercado: temos acesso a capital muito fácil e algumas empresas são alvo de compra. Vimos operações acontecendo, mas nada relacionado a nós.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Oposição avalia acionar STF contra Bolsonaro por crime de responsabilidade após live

Política
2021-07-31 08:24:09
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Tipo Noticia

Os partidos de oposição no Congresso Nacional discutem acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) contra Jair Bolsonaro (sem partido) por crime de responsabilidade após a live da última quinta-feira, 29, promovida pelo presidente. A informação é da coluna de Gustavo Uribe para a CNN.

Segundo o jornalista, que fez contato com líderes partidários, entende-se que, ao questionar o atual sistema eleitoral, o presidente atentou contra o direito do cidadão ao voto, previsto na Constituição Federal. O crime de responsabilidade pode ensejar um processo de impeachment.

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A ideia é que as siglas de oposição ingressem com um pedido conjunto, amparado por pareceres jurídicos. Em entrevista à CNN, o ex-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Carlos Ayres Britto, afirmou que se o presidente não provar as acusações contra a urna eletrônica, terá cometido um delito.

"É possível, sim, que ele [Bolsonaro] responda por uma afirmação que não é correta. Ele está sendo interpelado para provar o que alegou. Se ele não provar, certamente estará em curso em alguma figura delituosa e a Justiça Eleitoral saberá tomar as providências", disse. "Quem coloca um órgão do Poder Judiciário em dúvida tem que responder por isso", acrescentou.

Prometendo apresentar provas de fraude nas urnas eletrônicas, o presidente concluiu a transmissão ao vivo desta quinta-feira afirmando que não seria possível comprovar que pleitos anteriores tiveram resultados manipulados. "Não tem como se comprovar que as eleições não foram ou foram fraudadas. São indícios. Crime se desvenda com vários indícios", disse.

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Camilla Uckers é absolvida em processo de calúnia movido por médico

INFLUENCER CEARENSE
2021-07-31 08:17:00
Autor Redação O POVO
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A Justiça cearense absolveu a influencer Camilla Uckers em processo pelos crimes de calúnia, injúria e difamação movido contra ela pelo médico Danilo Rocha Dias, investigado por erro em cirurgia plástica contra a mulher. Assinada pelo juiz Antônio José de Norões Ramos, da 2ª Vara Criminal de Fortaleza, a decisão considerou que as provas existentes não são suficientes para condenar Camilla.

“Assim como mencionado no delito de calúnia, constata-se novamente a intenção da querelada (Camila) de tecer críticas, desabafo e indignação em virtude das complicações decorrentes da cirurgia, veiculando publicamente seu inconformismo, não se vendo um objetivo exclusivo de ofensa, essencial para a caracterização da difamação”, considera o magistrado em um trecho da decisão.

Uma das ponderações feitas pela defesa do médico foi em relação à seguinte frase dita por Camilla: “Bandido como ele, merece a morte e muito sofrimento”. Em juízo, no entanto, a influencer disse que esta frase não se direcionava a Danilo, mas sim ao então presidente Michel Temer. Ela defendeu que não tentou atingir a honra do profissional, mas sim expôs o que aconteceu, inclusive indo falar para programas de televisão.

Em entrevista ao O POVO, Camilla disse que ficou feliz com a notícia da absolvição e a comprovação de sua inocência, conforme defendeu. Além do caso, ela segue com um outro processo na Justiça cobrando uma indenização de R$ 3 milhões contra o médico pelo suposto erro na cirurgia e diz que essa decisão judicial em seu favor será anexada aos autos. "Isso me fazia muito mal, na época eu fiquei depressiva. Estava passando por todos os problemas da cirurgia e ainda mais ser processada”, contou.

Em relação ao processo que move contra o médico, Camilla considerou que deu um passo importante para a resolução do caso. Ela fez uma perícia médica com um profissional indicado pela Justiça e afirmou que os erros foram comprovados. O documento, enviado ao O POVO, indica que há nexo causal “direto e certo” entre a lesão neurológica do nervo ciático de Camilla e o trauma ocasionado durante a cirurgia pelo médico Danilo Dias.

O perito responsável pelo laudo indica ainda que uma “liberação precoce” para viagem aérea agravou a lesão do nervo ciático de Camilla. O parecer técnico aponta que houve um dano de 75% no patrimônio físico corporal, de acordo com a tabela de Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Entenda o caso

A youtuber e humorista cearense Camilla Uckers precisou ser internada com urgência para retirada de implante de silicone feito nos glúteos, no dia 6 de janeiro de 2018. Após o ocorrido, Camilla relatou que não conseguia ficar em pé e tem problemas para dormir devido a fortes dores. Ela havia realizado a cirurgia há um mês, no dia 12 de dezembro de 2017.

De acordo com Camilla, a sensação de incômodo começou no mesmo dia do procedimento. “Eu percebi que tinha alguma coisa errada. Minha nádega direita estava inchada, vermelha e quente. Perguntei à enfermeira e ela não soube me responder a causa. Mandaram eu ficar aplicando compressas de gelo”, relata. No mesmo dia, ainda fez rinoplastia e lipoaspiração. A cearense deixou a situação passar, continuou o pós-operatório e com liberação médica, viajou para o Rio de Janeiro no dia 31 de dezembro.

O fato decisório para acontecer a retirada da prótese aconteceu durante a estada da youtuber no Rio. No dia 5 de janeiro, ela comentou que estava no banho quando percebeu a infecção. “Fui tomar um banho e acabei decidindo tirar o curativo para dar uma olhada. Fiz um movimento com o corpo e quando percebi já estava saindo pus e outras secreções. Comecei a gritar muito de dor. Estava desesperada”.

Às pressas, foi levada para um hospital do Rio de Janeiro e, chegando lá, um médico constatou o grau da infecção e deu um ultimato a Camila: "Ou tira a prótese ou morre de infecção generalizada". Uckers comunicou ao seu cirurgião, Danilo Rocha Dias e, no mesmo dia, voltou para Fortaleza. “Quando eu cheguei no aeroporto, já tinha uma ambulância me esperando. Fui direto encontrar o Danilo, ele me internou e no dia 6 janeiro retiramos as próteses”, detalhou.

No dia 15 de janeiro, a influencer voltou a se manifestar em público para dizer que iria entrar com processo na Justiça contra o médico Danilo Dias. Na ocasião, ela alegou, por exemplo, que sempre era orientada pelo médico a apagar seus Stories ou publicações, que gerariam dúvidas sobre o procedimento. “Sempre fui manipulada a apagar as coisas. Eu fui muito usada nesse momento. Acabei ocultando muitas coisas", lamentou Camilla.

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Mário Frias culpa PT por incêndio na Cinemateca: "Herança maldita"

CINEMATECA
2021-07-31 08:16:00
Autor Filipe Pereira
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Filipe Pereira Autor
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O secretário especial de Cultura, Mário Frias, usou as redes sociais para atribuir ao PT a responsabilidade do incêndio na Cinemateca, na última quinta-feira, 30. Mesmo alertado pelo Ministério Público Federal há 10 dias sobre os riscos de um provável acidente, em publicação, Frias afirmou que a culpa foi do Partido dos Trabalhadores e sua "herança maldita do governo apocalíptico do petismo". 

O secretário respondeu a declaração do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS). Em imagem divulgada nas redes sociais, o petista criticou o Governo Federal e disse que "enquanto a Cinemateca queima, o secretário especial de Cultura, Mario Frias, e seu braço direito, André Porciuncula, estão em Roma".

Frias defendeu que o incêndio ocorreu devido o governo do PT que "destruiu todo o estado para rapinar o dinheiro público e sustentar uma imensa quadrilha de corrupção e sujeira criminosa". "Não tivessem feito isto, teríamos verba para criar mil novas Cinematecas", completou.

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Para Ciro Gomes, petista é 'passado, e não racional'

POLÍTICA
2021-07-31 08:13:11
Autor Agência Estado
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O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) disse, ontem, ao Estadão/Broadcast, que se considera o nome mais viável fora da polarização entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na eleição de 2022. Segundo ele, Lula representa o "passado, fragmentado e não racional", enquanto Bolsonaro pode nem participar da disputa eleitoral. "Não tem nem partido político."
Ciro disse que a população brasileira vai se "surpreender" com as alianças que o PDT está articulando nos Estados com foco nas eleições do ano que vem. Para ele, o PT peca justamente na articulação política.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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