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Política
NOTÍCIA

CNT/MDA: Taxa de reprovação do presidente Bolsonaro sobe de 51% para 63%

A taxa de reprovação do presidente é a maior ao longo do governo, que começou em 2019

Filipe Pereira
13:08 | 05/07/2021
Além do financiamento com subsídios, os agentes de segurança deverão ter outras modalidades de crédito oferecidas pela Caixa com condições especiais.  (Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República)
Além do financiamento com subsídios, os agentes de segurança deverão ter outras modalidades de crédito oferecidas pela Caixa com condições especiais. (Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República)

O porcentual de eleitores que reprovam o desempenho pessoal do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no governo federal subiu de 51% em fevereiro para 63% em julho, segundo pesquisa conduzida pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), realizada em parceria com o Instituto MDA. É a maior taxa de reprovação dele ao longo do governo, que começou em 2019. 

Desempenho pessoal do presidente Jair Bolsonaro:

Aprovação: 33,8%
Desaprovação: 62,5%
Não souberam opinar ou não responderam: 3,7%

Foram realizadas 2.002 entrevistas presenciais, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação, de 1º a 3 de julho de 2021. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. 

A avaliação do governo como um todo também piorou. Os que consideram a atual administração ruim ou péssima somaram 48%, ante 36% no levantamento de fevereiro, enquanto os que avaliam como ótimo ou bom diminuíram de 30% para 23%. Os que veem o governo como regular diminuíram de 33% para 28%.

LEIA MAISO governo do presidente Jair Bolsonaro é considerado "ruim ou péssimo" por 48,2% dos brasileiros

Sobre as eleições presidenciais de 2022, a pesquisa traz as intenções de voto dos entrevistados. Os pesquisados também desaprovaram, em sua maioria, a gestão do governo federal na pandemia. 
Para 49% o presidente Jair Bolsonaro é o maior responsável pela demora na vacinação contra a Covid-19, enquanto 5,6% consideram que o maior responsável é o governador do seu estado e 1,4% consideram o prefeito.