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Política
NOTÍCIA

Governo Bolsonaro é reprovado por 48,2% dos brasileiros e aprovado por 27,7%

A queda da popularidade do governo Bolsonaro ocorre em meio a suspeitas de irregularidades em contratos de compra de vacinas pelo Ministério da Saúde, investigadas pela CPI da Covid

Filipe Pereira
12:13 | 05/07/2021
Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução/ Flickr Palácio do Planalto)
Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução/ Flickr Palácio do Planalto)

O governo do presidente Jair Bolsonaro é considerado "ruim ou péssimo" por 48,2% dos brasileiros. Os dados são da rodada 149 da Pesquisa CNT de Opinião, realizada em parceria com o Instituto MDA. O resultado corresponde a um crescimento de 12,7 pontos percentuais na reprovação da gestão do presidente em relação ao levantamento anterior, divulgado em fevereiro, quando 35,5% desaprovavam o governo.

Avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro:

Positiva (ótimo + bom): 27,7%
Regular: 22,7%
Negativa (ruim + péssimo): 48,2%
Não soube opinar ou não respondeu: 1,4%

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Foram realizadas 2.002 entrevistas presenciais, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação, de 1º a 3 de julho de 2021. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança.

A pesquisa também questionou os entrevistados sobre o desempenho pessoal do presidente. Entre as respostas, 62,5% disseram reprovar o presidente e outros 33,8% afirmaram aprovar. Do total, 3,7% não souberam ou não quiseram responder ao questionamento.

Desempenho pessoal do presidente Jair Bolsonaro:

Aprovação: 33,8%
Desaprovação: 62,5%
Não souberam opinar ou não responderam: 3,7%

A queda da popularidade de Bolsonaro ocorre em meio a suspeitas de irregularidades em contratos de compra de vacinas pelo Ministério da Saúde, investigadas pela CPI da Covid, e pelo superpedido de impeachment protocolado nesta semana por partidos de oposição. 

Nos últimos meses, Bolsonaro também foi alvo central de três protestos nacionais. Nos atos, os manifestantes pedem o impeachment do presidente, cobram um auxílio emergencial maior e cobram pela aceleração do programa de vacinação contra a covid-19.