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Política
NOTÍCIA

Osmar Baquit critica BO registrado por Capitão Wagner e deputados do Rio de Janeiro e Amazonas

Capitão Wagner (Pros-CE), Major Fabiana (PSL-RJ) e Capitão Alberto Neto (PRB-AM) afirmam que Cid atentou contra a vida dos policiais militares em Sobral e registraram o boletim de ocorrência

Gabriela Feitosa
14:14 | 20/02/2020
Os deputados afirmam que Cid atentou contra a vida dos policiais militares em Sobral (CE).
Os deputados afirmam que Cid atentou contra a vida dos policiais militares em Sobral (CE). (Foto: Reprodução/Vídeo)

O deputado estadual Osmar Baquit (PDT) criticou a chegada de dois deputados ao Ceará que, junto ao Capitão Wagner rergistraram BO contra Cid Gomes por tentativa de homicídio. Capitão Wagner (Pros-CE), Major Fabiana (PSL-RJ) e Capitão Alberto Neto (PRB-AM) afirmam que Cid atentou contra a vida dos policiais militares em Sobral e registraram o boletim de ocorrência (BO). 

"Aí vem o deputado federal Capitão Wagner dizer: 'Eu trouxe um deputado do Rio pra gente negociar'. Negociar o quê? Ele foi desautorizado. Ele negociou e a categoria não obedeceu a ele. Ele não tem legitimidade pra falar em nome da categoria", disse Baquit durante sessão na AL-CE nesta quinta, 20.

Ele também teceu críticas ao movimento de alguns policiais militares que, insatisfeitos com reajuste salarial proposto pelo governo, realizam atos em cidades do Ceará. "Espero que isso acabe, porque a grande vítima disso tudo é a sociedade cearense", afirmou. Segundo Baquit, Cabo Sabino, Soldado Noélio e Capitão Wagner estão, "desmedidamente e por questão eleitoral, tentando tirar proveito dos policiais militares". Essa situação, para ele, é inconstitucional.

Ele destaca que é hora de decisões mais drásticas serem tomadas, como a punição de policiais. O deputado ainda bradou: "Compete ao governador Camilo Santana. Eu, se fosse ele, retiraria a mensagem de aumento, já que eles não querem o aumento, porque o governador negociou. Eles não querem? Retira".

Baquit finalizou sua fala mostrando preocupação com a possibilidade de não-policiais se infiltrarem no movimento, já que as máscaras não permitem reconhecer os manifestantes. "Vocês acham que quem quer negociar cobre a cara? Quem é que garante que, naqueles carros tomados pela polícia, onde estão mascarados, tem cidadão de bem, policial ou bandido?", alfinetou.