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Biden telefona para Putin pela 1ª vez e expressa preocupação com opositor russo

Conversa entre os presidentes dos EUA e da Rússia aconteceu nesta terça-feira. Extensão do tratado de armas nucleares e Ucrânia também foram discutidos na ligação

17:29 | 26/01/2021
Presidente dos EUA, Joe Biden, ligou para presidente russo Vladimir Putin, pela primeira vez desde que assumiu o cargo, e levantou preocupações com o líder do Kremlin sobre o envenenamento do líder da oposição Alexei Navalny e sobre conflitos com a Ucrânia, confirmou a Casa Branca nesta terça-feira, 26 de janeiro de 2021 (Foto: JIM WATSON - Alexander NEMENOV / AFP)
Presidente dos EUA, Joe Biden, ligou para presidente russo Vladimir Putin, pela primeira vez desde que assumiu o cargo, e levantou preocupações com o líder do Kremlin sobre o envenenamento do líder da oposição Alexei Navalny e sobre conflitos com a Ucrânia, confirmou a Casa Branca nesta terça-feira, 26 de janeiro de 2021 (Foto: JIM WATSON - Alexander NEMENOV / AFP)

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, falou por telefone com o presidente russo, Vladimir Putin, nesta terça-feira, 26, pela primeira vez desde que assumiu o cargo e levantou preocupações sobre as atividades russas, incluindo o tratamento ao opositor Alexei Navalni, crítico do Kremlin preso, informou a Casa Branca.

A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, anunciou o telefonema entre os dois líderes em sua entrevista coletiva diária. Ela disse que os tópicos incluíram a proposta de Biden de estender o tratado de armas nucleares do Novo Start com a Rússia por cinco anos e o "forte apoio dos EUA à soberania da Ucrânia" em face da "contínua agressão russa".

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O Kremlin, por sua vez, informou, em um comunicado, que Putin disse ao americano apoiar a "normalização" das relações entre a Rússia e os EUA. Putin "sublinhou que uma normalização das relações entre a Rússia e os Estados Unidos responderia aos interesses de ambos os países e também de toda a comunidade internacional, dada a responsabilidade particular (de ambos os Estados) em manter a segurança e estabilidade mundiais", afirmou a presidência russa. (com agências internacionais)

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