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Chikungunya: saiba mais sobre o cenário epidemiológico em Fortaleza

Capital cearense se encontra em situação de estabilidade, no entanto, surtos são identificados em bairros específicos
07:57 | Abr. 27, 2022
Autor Leticia Borges
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Tipo Notícia

Os mosquitos aedes aegypti e aedes albopictus são vetores da chikungunya e outras doenças como dengue e febre amarela. Nos últimos sete anos já foram confirmados 81.997 casos e 172 óbitos em Fortaleza, segundo dados da Prefeitura.


Em entrevista prestada aos radialistas Jocélio Leal e Rachel Gomes da Rádio O POVO CBN, o gerente da Secretaria Municipal de Saúde, Atualpa Soares, afirma que o Município como um todo está em uma situação de estabilidade.

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Os primeiros casos de chikungunya foram registrados no ano de 2014, no entanto, as investigações evidenciaram que se tratava de casos importados, advindos de outros estados do País. Segundo o gerente, quando se olha o crescimento dos casos de chikungunya apenas por bairro, podemos considerar como um surto localizado.


Atualpa Soares detalha que a Prefeitura de Fortaleza tem controlado os surtos através do trabalho diário que é acompanhado pelos dados epidemiológicos. "A gente desloca um número maior de agentes para essa área e eles intensificam as visitas, que é o trabalho do dia a dia. E quando se encontra focos, elimina ou faz o tratamento", explica o gerente sobre a forma de controle da chikungunya.


Outra maneira de se combater é através da mobilização social, onde os agentes também auxiliam na explicação da importância e as formas de combater os focos do mosquito, expõe Atualpa.


Entre os sintomas da chikungunya está febre acima de 39 graus, dores nas articulações, dor de cabeça, manchas vermelhas na pele, fadiga, náusea e inchaço dos gânglios.

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