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UFC começa a produzir a própria energia em usinas de energia solar

Usinas estão instaladas no CH 2 e na Feaac, no campus do Benfica

20:50 | 31/05/2020
Usina da Reitoria aguarda autorização para entrar em funcionamento (Foto: Divulgação/UFC)
Usina da Reitoria aguarda autorização para entrar em funcionamento (Foto: Divulgação/UFC)

Duas usinas de energia solar entraram em operação na Universidade Federal do Ceará (UFC) na última sexta-feira, 31. Com isso, a Universidade começou a produzir a própria energia renovável e sustentável. Ato inédito da instituição deve resultar na economia de R$ 500 mil por ano.

As usinas estão instaladas na área 2 do Centro de Humanidades (CH) e na Faculdade de Economia, Administração, Atuária e Contabilidade (Feaac), no campus do Benfica. Há ainda outras duas usinas, na área 1 do CH e na Reitoria, que aguardam autorização da Enel. A expectativa é que elas comecem a operar até o início de julho próximo.

De acordo com a UFC, o complexo é composto por 1.700 placas fotovoltaicas, com capacidade de produção de energia equivalente a 970MWh/ano. A UFC investiu R$ 2,6 milhões, a partir de recursos do Ministério da Educação (MEC).

"Antevendo as dificuldades futuras, vamos implementando novas tecnologias que nos permitirão aliviar possíveis contingenciamentos financeiros. Então, essa notícia vem em boa hora", afirma o reitor da Universidade, Cândido Albuquerque. A UFC estuda a possibilidade de ampliar o sistema de produção de energia também para o Campus do Pici e para os campi do Interior.

Outras universidades brasileiras também adotaram a tendência. Na última semana, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) deu início à operação de sua quarta usina solar. A Universidade de Campinas (Unicamp) e as universidades federais do Paraná (UFPR) e de Brasília (UNB) também produzindo energia renovável em seus campi.

Em nota, a UFC destaca que, dentre as principais vantagens das usinas solares, está o fato de produzir energia limpa e renovável. "Elas não emitem gases poluentes, possuem vida útil longa e têm baixo custo de manutenção. Em geral, o retorno do investimento é atingido em cerca de cinco anos", diz a Universidade em nota.