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Fortaleza
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Fortaleza ganha centro de ensino e pesquisa voltado para profissionais da saúde

O Instituto Salvata de Educação vai oferecer cursos, palestras, workshops e plataforma de educação à distância voltados para profissionais da saúde

20:57 | 03/12/2019
A inauguração aconteceu na última sexta-feira, 29.
A inauguração aconteceu na última sexta-feira, 29. (Foto: Divulgação/Instituto Salvata)

Tendo como pilares a educação, a pesquisa e a extensão, o Instituto Salvata de Educação oferecerá cursos de pequena e longa duração, palestras, workshops e, em breve, programas de pós-graduação e plataforma de educação à distância. A inauguração do espaço ocorreu na última sexta-feira, 29, e tem foco na capacitação e atualização dos profissionais de saúde, com impacto direto em seus pacientes.

O início dos trabalhos do Instituto contou com a realização da palestra “A importância da educação e da atualização profissional para a segurança do paciente”. A fala foi ministrada pela médica Maria do Patrocínio Tenório Nunes, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

O tema escolhido é a base dos objetivos das três amigas e profissionais que se uniram para criar o Instituto. A médica Kathiane Lustosa conta que conheceu Andreisa Bilhar e Sara Arcanjo, as outras co-fundadoras, ainda na faculdade, quando perceberam os mesmos interesses. "Somos amigas de longo tempo, da mesma época de residência médica, e sempre estivemos envolvidas com a questão da educação em saúde. Pensávamos tanto nesse ponto quanto na multidisciplinaridade. Não apenas para médicos, mas para Enfermagem, Fisioterapia, Nutrição ou Psicologia. É um propósito nosso levar educação de qualidade às pessoas que moram em Fortaleza", conta.

A médica explica a importância de manter uma agenda de educação permanente para os profissionais de saúde. Segundo Kathiane, a velocidade das mudanças científicas é grande, proporcionando melhorias nas áreas da tecnologia e da teoria. "É importante que o profissional entenda esse contexto da nova Medicina para não ficar obsoleto e isso gerar prejuízos aos pacientes. Nós temos como uma das regras básicas trazer benefícios às pessoas. Muitas vezes, o profissional não se recicla, não mantém a educação permanente e não sabe o que oferecer ao paciente. ", afirma.