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Fortaleza
NOTÍCIA

Ônibus que transportou estudantes de Paracuru para provas da Uece colide com árvore e poste

Não havia ninguém no veículo no momento da colisão. O motorista do veículo suspeita que alguém tenha destravado o freio de mão

14:34 | 15/11/2019
O motorista do veículo denuncia que alguém teria entrado no veículo e destravado o freio de mão, enquanto ele foi comprar água e usar o banheiro
O motorista do veículo denuncia que alguém teria entrado no veículo e destravado o freio de mão, enquanto ele foi comprar água e usar o banheiro (Foto: SARA OLIVEIRA)

Um ônibus contratado pela Prefeitura de Paracuru, município distante 90 quilômetros de Fortaleza, colidiu com uma árvore e um poste da rede elétrica, no cruzamento das ruas Monsenhor Catão e Vicente Linhares, no bairro Aldeota. O veículo era usado para levar os estudantes da cidade para o vestibular da Universidade Estadual do Ceará (Uece), na manhã desta sexta-feira, 15. Na ocorrência, ninguém ficou ferido.

O motorista do veículo, Fabiano Barroso, sustenta que o veículo foi alvo de uma ação criminosa. Ele explicou que o ônibus estava estacionado desde as 8 horas e o acidente aconteceu quando ele saiu para ir ao banheiro e comprar água. "Uma pessoa veio na minha direção avisando que o ônibus havia descido, isso só pode ter acontecido porque alguém soltou o freio de mão", aponta.

Agentes da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) estavam no local para orientar os motoristas que trafegavam pela região.
Agentes da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) estavam no local para orientar os motoristas que trafegavam pela região. (Foto: Sara Oliveira/O POVO)

O proprietário da empresa contratada, Rafael Aragão, que foi até o local, disse que vai solicitar imagens de câmeras de segurança de edifícios próximos para averiguar se alguém mexeu no veículo. Rafael ainda garantiu que os estudantes já haviam retornado para a cidade usando outro veículo.

Agentes da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) estiveram no local para orientar os motoristas que trafegavam pela região. O órgão foi contatado pelo O POVO, mas não atendeu nem retornou ligações até a publicação desta matéria. (Colaborou Sara Oliveira)