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Pescados comercializados no Ceará estão próprios para consumo, atesta Sindicato

Grande parte da produção dos alimentos vendidos no Ceará não são do Estado e foram fabricados antes da aparição do óleo nas praias, segundo Sindfrio

10:56 | 25/10/2019
Caranguejo comercializado no Ceará vem de mangues do Pará e Maranhão que não teriam sido afetados pelo óleo, segundo sindicato
Caranguejo comercializado no Ceará vem de mangues do Pará e Maranhão que não teriam sido afetados pelo óleo, segundo sindicato (Foto: Divulgação)

Em nota lançada nesta sexta-feira, 25, o Sindicato das Indústrias de Pesca e Frio do Estado do Ceará (Sindfrio) afirma que os peixes, caranguejos e outros animais que compõem a fauna marinha comercializados no Estado estão próprios para o consumo humano. Grande parte dos alimentos desse tipo vendidos no Ceará são importados de outros países ou regiões do Brasil que não foram afetadas pelas manchas de óleo registradas no litoral do Nordeste.

Segundo o texto assinado pelas indústrias de pesca, a data de fabricação dos alimentos deve ser levada em conta pelos consumidores. “Produtos anteriores a setembro tem zero chance de contaminação”, diz. A safra da lagosta, por exemplo, teve 80% da produção antes do aparecimento do óleo no Ceará. Outros pescados, como caranguejos, vem de regiões do Piauí, manguezais do Maranhão e do Pará que, segundo o Sindfrio, não apresentaram manchas.

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Além disso, o sindicato explica que não há aviso oficial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adragi) ou das Agências de Vigilância Sanitárias Municipais sobre restrição ao consumo de pescados. O Sindfrios atesta também que os alimentos produzidos sob sistemas de vigilância sanitária passam por processos rigorosos antes de serem comercializados.

 

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